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27 de outubro de 2015

Demi Lovato - Confident

outubro 27, 2015 1 Comentários
No último dia 16 de outubro, uma das minhas cantoras preferidas, a Demi Lovato, lançou mais um álbum e sim: ele se tornou o meu queridinho. Sem dúvida alguma, esse é o melhor da carreira dela porque mostrou um lado que nós, fãs, não conhecíamos.

No álbum “Confident”, a Demi está fazendo um som diferente do que já vimos, deixando de vez aquele lado rocker, se jogando de vez no pop e arriscando um Gospel e Hip Hop.

Como sempre, as músicas são sobre a vida dela e eu adorei todas. De verdade. O álbum tem 15 músicas e eu consigo ouvir todas numa boa, sem odiar nenhuma.

Abaixo, falarei rapidamente sobre cada música do álbum.
1- Confident: A música é boa, tem uma batida legal, mas não mostra nada de novo. O legal dessa faixa é a mensagem: devemos ser confiantes e tomar de conta do jogo da nossa vida, não deixando ninguém complicar ainda mais as coisas.

2- Cool For The Summer: acho que essa já tocou tanto, em todos os lugares que vou, que dá até pra abusar um pouquinho. Hahaha. Brinks. CFTS é aquela tradicional música de álbum pop, em que a gente levanta as mãozinhas pra cima e vai remexendo os quadris pra um lado e pro outro. :D 

3- Old Ways: sabe aquela música que a gente pode pegar alguns trechos e mandar àquelas pessoas que sempre duvidaram da gente? Então! É essa. Em Old Ways, a Demi tá com uma voz linda e a indireta pra quem julga ela foi bem direta: “se alguém disser que eu vou voltar aos meus velhos hábitos, eu vou dizer: ‘de jeito nenhum!". Agora eu sei o que é bom para mim!”

4- For You: Baladinha romântica, em que bate aquela vontade de pegar um copo de vinho, deitar no sofá e ligar pra um ex-mozão. Juro que em vários momentos eu pensei em fazer isso...

5 – Stone Cold: O que falar de Stone Cold? É uma das minhas músicas preferidas e define bem a minha vida. Geralmente, quando estou gostando de alguém, me entrego de verdade e o amor é isso: você desejar a felicidade pra alguém, mesmo se esse alguém não permanecer na sua vida. “... Happy for you: know that I am. Even if I can’t understand, I’ll take the pain. Give me the truth... If happy is her, I’m happy for you”. ♫
6 – Kingdom Come: É muito difícil a Iggy Azalea fazer algum participação especial e esse trem não funcionar. A voz dela simplesmente combina com qualquer coisa. E com a Demi não foi diferente. Vi muita gente criticando a música e bla bla bla. Ao meu ver, a parceria ficou ótima, as batidas bem contagiantes... Adorei! <3 

7 – Waitin For You: A música é linda, um pouco sombria (o clipe tá aí pra provar isso!) e... WHO’S SIRAH? Hahaha! :D Eu adorei a música e canto ela do início ao fim gritando.

8 – Wildfire: Essa música é outra baladinha romântica e tem um diferencial: quase no fim da canção, a Demi solta alguns falsetes. Uma versão melhorada da MC Melody, sabe? Dizem que essa nota é uma das mais altas que a Demi consegue alcançar... 

9 – Lionheart: outra música que é uma das minhas preferidas dessa álbum. Tenho uma ligação muito grande com essa música porque, quando resolvi dar um basta em um relacionamento, lembro que fiquei ouvindo ela o dia inteiro. E a música me trouxe paz, sabe? Me trouxe a certeza de que, apesar de eu não ter tudo, eu tenho um coração de leão, eu sou valente e posso conseguir tudo o que desejo. 
10 – Yes: Lembro de ter visto um vídeo onde a Demi dizia que essa música foi feita pensado nos casais que estão prestes a dizer o tão grande “sim!”. Adoro “Yes” porque ela só reforça aquilo que a gente já sabe: em um relacionamento sério, a gente tem que doar todas as nossas forças e ser fiel sempre. Se não pode oferecer nada disso a outra pessoa, o “Yes” não é a resposta correta. 

11 – Father: O que dizer de "Father"? Eu simplesmente consigo sentir todo o sentimento da Demi ao cantar a música. Quem tem uma relação complicada com o pai, vai se identificar bastante. Eu, por exemplo, sempre quando brigo com o meu pai, ouço essa música. É meio como se eu estivesse pedindo desculpas a ele por ser rude às vezes. 

12 – Stars: Não sei o porquê essa música só entrou na versão Deluxe do Álbum. Por mim, ela deveria ser o primeiro single. A batida é ótima, usaram alguns efeitos maravilhosos na voz da Demi e tals. Minha amiga disse que lembra até algumas músicas coreanas. Então tá. 

13 – Mr. Hughes: Sempre quando eu ouço essa música, fico me perguntando pra quem foi escrita. O som é bom, mas não é uma das minhas preferidas. Detalhe: essa música foi escrita no ano passado, durante a turnê Demi World Tour. No Twitter, a cantora disse que gravou a música numa mensagem de voz no celular. 

25 de outubro de 2015

Amor paterno? Não sei se tenho!

outubro 25, 2015 1 Comentários
Eu não acho o meu pai a pior pessoa do mundo, mas às vezes me vêm à mente tantas dúvidas a respeito do sentimento dele por mim, e se realmente me queria como filho.

Não quero me fazer de coitadinho, mas tenho muita inveja dos pais dos meus amigos; do meu vizinho, por exemplo... Vejo-os carregando os filhos à todos os lugares que vão; nunca brigam por qualquer bobeira; parabenizam os filhos quando conquistam algo (tipo: ser aprovado na prova da CNH!)... 

São milhares de coisas que eu não tive e sinto esse vazio em mim.

Claro que meu pai não é nenhum monstro. Até hoje nunca me faltou roupa, calçado, comida, mensalidade da faculdade atrasada... Mas sabe quando o principal você não tem? 

Atenção. Sinto falta de atenção e carinho. Porém, eu entendo meu pai. Ele foi criado sem o dele e teve de se virar sozinho na vida. O padrasto dele simplesmente foi horrível, cruel e, talvez, isso tenha feito ele ser que é hoje: às vezes grosso, rude... 

Outra coisa que também deve ter feito meu pai ser hoje um (não) bom pai é o fato da nossa convivência. Somente após os meus 07 anos de idade que meus pais foram morar juntos; antes, eu morava na casa da minha avó e nosso contato foi quase zero. Não tivemos muito contato e não adquirimos muito respeito um pelo outro. Hoje, nos tratamos igual irmãos: com brigas e mais brigas. 

Tento ser menos ignorante, a ficar calado, mas sempre me descontrolo e solto algumas verdades, que eu sei que deve machucá-lo. Mas, e eu? Ninguém pensa em mim? No que eu sinto ao ouvir que sou “gordo”, “animal”...?

Não, não. Não é fácil essa minha vida familiar. Mas eu tento, do meu jeito, encontrar felicidade em tudo isso. A gente não pode é se vitimizar o tempo inteiro.

Acredito que a vida é uma caixinha de surpresas e, quem sabe, um dia isso não se resolverá naturalmente... Até lá, vou continuar (tentando) me controlar e a não falar tantas verdades.

23 de outubro de 2015

Aceita que dói menos!

outubro 23, 2015 2 Comentários
Uma das coisas mais difíceis pro ser humano é aceitar. Aceitar a verdade, os defeitos, as opiniões alheias, os problemas e também o próprio corpo. Prova disso são a quantidade de tretas que vemos diariamente na internet, onde uma das partes quer ter a razão e foda-se o que pensa os outros.

Eu sou bem diferente. Eu prefiro não dar razão a outra pessoa, mas também não discordar. Sério. Não vejo vantagem em aumentar uma coisa que não vai chegar a lugar algum, a não ser ofender uma das pessoas com palavras desnecessárias e argumentos chulos.

Talvez eu tenha aprendido com a vida a simplesmente ignorar aquilo que não me faz bem e não acrescenta nada de útil à minha vida.

Outro dia recebi no Instagram (segue lá!) um comentário de uma pessoa me chamando de otário e que eu não aceitava a cor do meu olho, por isso usava lentes de contato azul. Tipo???

Não sei se eu deveria esclarecer algo, mas lá vai. 

Eu uso/usava lente de contato porque eu ganhei de um amigo e vi que combinava comigo; e sim: um negro de olho azul é bem diferente e eu gostei. Eu usar lente de outra cor dos meus olhos, em momento algum, significa que me odeie e não consiga mais me olhar no espelho. Simples assim.

Portanto, critique-me à vontade; vá em todas as minhas redes sociais e tente encher o meu saco, mas já adianto uma coisa: nunca vai me estressar com isso porque eu me aceito como eu sou e não preciso mudar por ninguém. 

Acho que é basicamente isso.
Aceite quem você é, o que tem na vida e, acima de tudo, aprenda a conviver em sociedade e conviver com as críticas, pois elas são construtivas e fazem com que nos tornemos pessoas bem melhores.

22 de outubro de 2015

Mais uma carta

outubro 22, 2015 5 Comentários
Outro dia parei pra pensar sobre a minha vida e o rumo que ela tomou desde quando eu te conheci. Juro que não estou muito triste por você ter me abandonado. Nós somos livres, né? Cada um faz a escolha que achar melhor pra si. 

Mas, eu sinto saudades dos seus carinhos e dos abraços forçados. Na verdade, eu sinto saudades de tanta coisa. 

Sinto saudades do seu cheiro; de bagunçar o seu cabelo e ouvir a sua voz no pé do meu ouvido; ah!, como eu adorava te abraçar e esquecer do mundo durante as minhas fugidinhas de madrugada. 

De tudo, o que eu sinto mais saudades é dos seus beijos.  Até hoje eu fico lembrando de como foi o primeiro tocar do nossos lábios. Eu poderia simplesmente passar o dia inteiro lembrando disso, mas há uma ferida dentro de mim que precisa ser curada, e não dá pra cicatrizar se eu ainda te manter no meu pensamento. 

Confesso que tudo começou rápido e eu jamais esperava que fosse acabar tão rápido. Será se foi só uma paixão de verão? Duvido muito que seja, porque aqui ainda há sentimentos (fortes, por sinal) e dizem que a paixão passa rápido. 

Se eu pudesse voltar no passado, teria te mostrado tudo o que sou... mas eu acredito que eu dei o melhor de mim e mostrei as melhores (e piores) partes da minha pessoa. Coube a você decidir se iria ficar ou partir de vez.

Pela forma como estamos, você parece ter decidido partir e explorar novos mundos. Nada mais justo. Eu entendo. 

Eu vou continuar aqui no meu canto, juntando os cacos pra reconstruir meu coração. E eu prometi a mim mesmo que esse foi o último relacionamento em que eu me doava completamente. A partir de agora, não irei procurar nada e nem ninguém, e pensarei milhares de vezes antes de aceitar algo “sério”. 

Cansado. Estou cansado de ser enrolado, de me doar de mais e só receber ingratidão em troca; estou cansado de sempre dedicar todo o meu amor e atenção e, em troca, receber desprezo. 
Seja feliz aí.

20 de outubro de 2015

Vídeo: Amores complicados

outubro 20, 2015 11 Comentários
Sempre começa assim: você conhece alguém, passa a conversar diariamente e o envolvimento da sua (ou da outra) pessoa cresce. Porém, o que fazer quando uma das partes está com medo de iniciar um relacionamento sério? 

Eu acredito ainda que o tempo é a resposta pra tudo. Não adianta a gente apressar as coisas ou colocar pressão pra ouvir um “sim!” ou “não!”. É necessário dar um passo de cada vez e esperar por a tão difícil resposta.  

Infelizmente, nem todo mundo tem facilidade pra admitir o que sente; o medo do futuro é muito grande...

Um relacionamento sério, como a própria palavra já diz, é sério (jura?). Pelo o que eu já percebi, geralmente, quem tem dúvidas quanto à ter uma relação do tipo, ou é inexperiente ou já sofreu bastante em namoros passados. 

De qualquer forma, aos apressadinhos, o que resta é esperar pelo tempo da outra pessoa. Não há um prazo pra isso, mas, quando você perceber que o sentimento da sua parte está mudando, seja sincero com você mesmo e com quem está se relacionando.

Abaixo, confira um vídeo que eu gravei falando sobre amores complicados.

19 de outubro de 2015

Filme: O jogo da imitação

outubro 19, 2015 13 Comentários
Duração: 01h54
Ano: 2014
Sinopse: "O jogo da imitação” foca na história do homem que criou o primeiro computador do mundo, ainda na 2º Guerra Mundial. Trata-se do britânico Alan Turing, gênio matemático e nome fundamental às ciências da computação. O filme se estende aos anos posteriores à guerra, quando Turing foi criminalmente processado por ser homossexual no início da década de 1950.
O filme “O jogo da imitação” é uma cinebiografia da vida de Alan Turing, o inglês que criou o primeiro computador do mundo, ainda na época da 2º Guerra Mundial. Ele era um matemático e criptologista inglês que tornou-se bastante conhecido em Manchester, no século XX.

Em 1939, o Reino Unido declarou Guerra contra a Alemanha. Turning foi trabalhar no centro britânico de quebra de códigos, sob poder superior de um comandante. Porém, ao discordar da visão do mesmo, Turning assumiu o comando da equipe para decifrar o código nazista usado em mensagens escritas a partir da máquina Enigma. 

Havia um problema: todos os dias, às 06h, a primeira mensagem era interceptada e, a partir dessa hora, os especialistas tinham dezoito horas para decifrar o código, pois, à meia noite, o código mudavam e eles precisam começar tudo do zero. Enquanto o resto da equipe tenta decifrar o Enigma na ponta do lápis, o matemático dizia estar desenvolvendo uma máquina que poderia fazer isso de forma muito mais fácil. No caso, ele estava dando os primeiros passos na criação do computador. 
Após muita história e algumas dificuldades, o Alan e sua equipe finalizam o projeto da máquina que conseguiria decifrar os códigos com bastante facilidade, fazendo com que a Guerra fosse encurtada em 2 anos e mais de 14 milhões de vidas não fossem mortas.

Mesmo ajudando tanta gente, o Alan foi bastante criticado na época. É a partir daí que o filme muda o foco e parte pro lado pessoal. 

Alan Turing era homossexual e naquela época essa prática era crime. Por isso, ele foi condenado podendo escolher a prisão ou a castração química. Ele optou pela castração, onde teria de tomar hormônios femininos que fariam seu órgão sexual não funcionar mais e também seios começariam a crescer. 
O filme termina nesta parte informando que ele morreu em 1954 por envenenamento por produto químico (cianeto). Alguns historiadores afirmam que ele cometeu suicídio, já a mãe do Alan garante que foi acidentalmente, já que ele usava com bastante frequências esse tipo de produto. 

O que mais choca em toda a história é que em 2013 a Rainha Elizabeth I emitiu um documento “perdoando” Alan por ter sido gay. Tipo????

De verdade, se eu pudesse conversar com a Alan Turing, eu só diria: MUITO OBRIGADO. Cara, muito obrigado por ser tão inteligente e ter pensado no próximo ao criar a Máquina Turing, o que chamamos hoje de computador.

18 de outubro de 2015

Livro: No encontro de uma constante

outubro 18, 2015 10 Comentários
Eu sempre gostei de ler, mas, poesia nunca foi o meu forte. Nem quando estou apaixonado/amando costumo ler poesias. Mas sempre tem aqueles poetas que a gente adora logo de cara, né? Foi exatamente isso o que aconteceu com o livro “No encontro de uma constante”, do capixaba Bruno Luiz Matos.
Eu já conheço o Bruno há um bom tempo pela internet (inclusive tem post aqui) e, no ano passado, recebi o primeiro livro dele de poesias. Tive sorte porque já tinha lido o bruto do livro antes mesmo de ser publicado e, ó, muito boa a obra.

Fiquei muito feliz por o Bruno ter conseguido publicado um livro independente, porque a gente sabe como está o mercado literário hoje... Só quem já tem muitos números na internet consegue com facilidade algum selo de editora grande.

No livro “No encontro de uma constante” nos são apresentadas várias poesias que, basicamente, falam sobre o amor, fé de que tudo vai ficar bem e foco. A minha preferida de todas é a “E se...” por ser simples, porém, profunda.

O Bruno é poeta e isso é inquestionável. No seu primeiro livro, a gente pode perceber a existência de um grande escritor que está se revelando aos poucos para o mundo. E que venha mais sucesso, afinal, ele é merecedor e começou também publicando seus poemas na internet.
Se você está procurando uma leitura relaxante, leve e profunda, não deixe de ler “No encontro de uma constate”. Tenho certeza que vai acabar se identificando com a forma de escrever do Bruno e também com algum poema. 
Para saber mais sobre a obra, acesse o site oficial.

15 de outubro de 2015

Horóscopo: acreditar ou não?

outubro 15, 2015 14 Comentários
Todo começo de mês é a mesma coisa: abro o site da minha querida astróloga, Susan Miller, pra ver as previsões pra o meu mês, de acordo com as muambas dela com o universo. Quando chega o dia 1º e o textão ainda não foi publicado, fico angustiado e sem chão. É que eu me acostumei com a Susan e até considero-a minha amiga. 

Pra quem está de fora e não entende essa minha necessidade de ver horóscopo, deve pensar que eu estou ficando doido ou coisa do tipo. Mas nem é isso. Eu apenas gosto de saber o que o universo está preparando pra mim. 
É óbvio que eu não espero que aconteça tudo o que dizem, tipo: viajar pro exterior no fim do mês (nem dinheiro pra isso eu tenho) ou conseguir um trampo numa multinacional, sem antes ter me formado. 

Acompanhar horóscopo é muito mais do que abrir um site de algum guru e ler. Acompanhar horóscopo é um estilo de vida: você tem de suspirar ao ver as previsões; ligar pra amiga e contar tudo e SEMPRE ter um pé atrás quando o astrólogo disser que alguma treta acontecerá.

Sinceramente, eu acredito sim em horóscopo e julgo mesmo as pessoas através dos seus signos. Quando uma pessoa é virginiana, por exemplo, e não é nem um pouco tímida, já fico suspeitando que: ou ela é uma filha da puta sortuda ou finge muito bem, porque todo virginiano tem de ser tímido, sofrer de T.O.C e ser perfeccionista. #meujeitinho 
Eu não sei como os astrólogos bons (kind of Susan Miller, João Bidu...) conseguem acertar em (quase) tudo; o que eu sei é que eu queria o WhatsApp deles pra todo dia mandar mensagem perguntando se eu posso sair da cama ou o dia será uma bosta. Hahaha!

Exageros à parte... Se você não curte astrologia, tente compreender quem gosta do assunto.
Então é isso: respeite primeiro pra exigir respeito depois.

14 de outubro de 2015

Talvez bobo, talvez idiota...

outubro 14, 2015 12 Comentários
Desde quando eu me entendo por gente, sempre fui aquele tipo de pessoa prestativa, que jamais deixa de ajudar às pessoas, independente de elas terem me magoado no passado ou não. E isso em mim não foi os meus pais que me ensinaram... eu apenas me sinto bem em ajudar o próximo, em ver um sorriso sincero ou até mesmo a reação de surpresa com o meu gesto. 

Eu não gosto de ajudar as pessoas pra depois sair contando vantagem. Quem me conhece pessoalmente sabe do que eu sou capaz. 
Outro dia, eu mesmo criei o currículo de um amigo e entreguei em algumas empresas das quais ele buscava um cargo, de acordo com a sua formação. Fiz isso não porque queria que ele me achasse incrível ou com segundas intenções. Apenas entreguei o currículo em algumas empresas porque via que ele não tinha tempo pra isso.

A melhor coisa aconteceu três dias depois da entrega do documento, quando uma das empresas o chamou pra uma entrevista e o contratou. Até hoje ele fica assustado, porque não imagina quem entregou o currículo (e espero que ele não leia esse post!). 

Talvez eu seja bobo, idiota... Mas, eu não viro às costas pra ninguém porque acredito naquele lance das voltas que o mundo dá: hoje eu posso ter tudo e amanhã, simplesmente, acordar sem nada. E eu falo isso pra todo mundo: estamos aqui no mundo é pra ajudar uns aos outros, porque, no fim, o nosso destino é o mesmo. 
E não. Eu não me considero uma ótima pessoa por sempre estar disponível aos outros. Essa é a nossa obrigação! Como qualquer ser humano, eu tenho meus momentos de bad, onde prefiro me isolar da sociedade pra não tratar ninguém mal. 

Você sabe o que é se sentir mal ao ver outra pessoa mal? Então! É bem por aí a minha vida. 

Meu dia perde a cor quando vejo alguém passando fome, sendo humilhada... E o mais engraçado é que eu não me preocupo muito com o que acontece comigo (tipo sofrer bullying na faculdade e bla bla bla). Pra mim, o mais importante é o próximo; saber que ele está bem, sorrindo, feliz... 
Talvez eu realmente seja um idiota, mas... sou um idiota que sonha com um mundo em que todos seremos iguais.

13 de outubro de 2015

Sobre as biografias de youtubers

outubro 13, 2015 18 Comentários
Sem dúvida alguma, na internet o momento é dos grandes blogueiros e youtubers. Alguns criam conteúdos legais e que valem à pena a nossa atenção, já outros... simplesmente ligam uma câmera e falam asneira ou escrevem qualquer bobagem na folha no Word. 

Falando em escrever... Vocês já perceberam a quantidade de blogueiros e youtubers que agora estão entrando no mercado literário? Como eu disse anteriormente, alguns produzem coisas excelentes, já outros... esses apenas querem contar a sua ~incrível~ história de como conquistou a tal fama na internet. 
Não me interpretem como “recalcado”, invejoso ou sei lá qual o termo do momento, mas... eu simplesmente acho desnecessária essas biografias de youtubers. Pra quê ocupar páginas com histórias que já vimos em vídeo ou até mesmo nas fotos publicadas nas redes sociais? 

É simplesmente desnecessário.

O mais chato em ver tudo isso é o fato das editoras estarem correndo atrás desse pessoal, como se eles fossem a salvação do mercado literário. Poxa, eu vejo tanta gente no anonimato que tem um absurdo talento pra escrita. 

Tem aquela gordinha da faculdade, minha amiga, um primo... Simplesmente estou rodeado de pessoas (fisicamente ou virtualmente) que têm um puto talento pra escrever, mas não têm oportunidade.
Quando eu digo escrever, refiro-me à criar história, um novo mundo... Porque escrever todo mundo sabe (eu acho!). Simplesmente é fácil sentar na frente de um computador e começar a escrever sobre a própria história, como se ela fosse salvar a vida de muita gente. 

Os youtubers compartilham as histórias deles nos seus canais. Será se eles acreditam mesmo que irão conseguir mais público através das vendas dos livros (que não trazem novidade alguma)? Creio que não! 

Sinceramente, a pessoa que vai comprar uma biografia desses famosos, só adquirem o livro porque já os conhecem; dificilmente será porque achou interessante a sinopse (e o que colocar mesmo lá mesmo? “Fulano de tal que ficou famoso na internet e bla bla bla"? ZzZZZZZZZzzzz). 

Enfim... 
Repito novamente: é desnecessário desmatar pra publicar tanto conteúdo fútil. FÚTIL SIM! Se fosse uma história nunca contada, teriam o meu total apoio.

Primeiro encontro

outubro 13, 2015 16 Comentários
Você conhece a pessoa através de algum amigo, troca número de telefone, começam a conversar e, depois de um tempo, percebe que rolou a tal da química. Um primeiro encontro é marcado e lá está você diante de uma pessoa que só tinha intimidade através da tela do celular/computador. 

Durante o papo, você percebe que a outra pessoa é tudo o que você pensava e que dali pode render mais alguma coisa, além de amizade. O papo foi tão bom que você aceita uma carona até em casa. No carro, o papo continua. Porém... Ao se despedir, o cara vai pra cima pedindo um beijo e você recusa, alegando que não é o momento. 

A cena narrada é claramente eu em um encontro e explico o porquê. 

Dizem que o beijo deve rolar no primeiro encontro, porque é através dessa ação que saberemos se a pessoa beija bem, tem um bom hálito e bla bla bla. Pra mim, isso tudo é babaquice. 

Quando vamos à um encontro, temos de ir com o intuito de conhecer ainda mais a outra pessoa. Conhecer a voz, o modo como fala, se veste, age... O beijo é um detalhe que pode (ou não!) acontecer no primeiro encontro. Acredito que não é uma regra que tem de ser atendida. 

Comigo, aconteceu algo bem inusitado. No meu primeiro encontro com o meu crush, falei que não iria beijá-lo e expliquei que queria conhece-lo ainda melhor. Na verdade, eu tinha algumas dúvidas à respeito dele e estava contando com a sorte pra um segundo encontro, pra tirar todas essas dúvidas e, enfim, partir pro tal beijo. 

O beijo rolou no segundo encontro e, juro pra vocês, foi incrível. Me senti em outro mundo, vi estrelas no céu... Impossível descrever tudo o que eu senti. Talvez, se o beijo tivesse rolado no primeiro encontro, quando ele me pediu, hoje nem estaríamos falando em namoro ou conversando. 

Por isso, acredito que o beijo não tem de acontecer sempre no primeiro encontro, e sim quando você estiver realmente pronto pra isso. É importante também entender quando a outra pessoa recusar. Pode estar rolando uma confusão de sentimentos no momento...

A dica é: vai com calma e tenha fé. Não precisa de pressa pra algo que você pode fazer durante a sua vida inteira. À vocês que beijam no primeiro encontro: parabéns pela coragem. 
Sim, sou careta!

12 de outubro de 2015

Ser criança é...

outubro 12, 2015 16 Comentários
Tudo começou quando os nossos pais decidiram (ou não) nos ter. Eles partiram pro ato sexual e, pronto!, lá estávamos nós surgindo/estreando/colocando-a-cara-no-mundo. (Deus realmente é incrível!)

Após o nosso nascimento, passamos cerca de 10 anos sendo considerados “crianças”, recebendo sempre todo o carinho e atenção dos nossos pais e demais parentes. Às vezes, o cuidado que tiveram com a gente foi tão bom que mantemos toda aquela inocência e fragilidade ao longo da vida, mesmo após adultos. 

Eu, por exemplo, me considero um crianção. É óbvio que tenho minhas responsabilidades, mas, quando estou longe delas e não preciso agir como adulto, gosto de me comportar com uma criança.

Eu explico. 

Ser criança é levar a vida como uma brincadeira: encontrar graça diante das coisas mais simples e bobas; é não saber a hora certa de parar o que é bom e sempre deixar de lado aquilo que já não nos traz alegria. 

Ah, meu amigo! Ser criança é a fase mais importante da nossa vida, porque é durante ela que aprendemos a andar, falar... a desenvolver todos os nossos dons e sinais do rumo do nosso futuro. 

Ser criança é ser feliz! 
Feliz dia das crianças a todos os que ainda mantém um pouco de inocência dentro de si.

11 de outubro de 2015

Tomorrow Color: resumão da fest

outubro 11, 2015 20 Comentários
Aconteceu nesse fim de semana, aqui em Araguaína, a 1º edição do Tomorrow Color, aquela festa das cores, em que determinado horário todo mundo se reúne pra jogar um pó colorido pro alto. 

Recebi um convite da festa e fui conferir de perto todo esse bafafá que rolava pela cidade à respeito do evento. Tipo: todo mundo comentava sobre isso todos os dias e em todo canto. Pudera, né? Araguaína é uma cidade pequena e, receber um evento do tipo, era novidade. 

Os portões abriram às 15h com um público ainda tímido, somente depois das 18h que começou a “lotar”. Era esperado no evento cerca de 2 mil pessoas, mas, pela minha contagem (nada confiável. Haha!) não chegou a essa quantidade.
À respeito dos ingressos... 

Quem comprou “front stage”, pagou mais caro e acabou ficando no fundão, além de não ter nenhum benefício, tipo água. Sério. Você entrava no espaço da Arena Music e só ganhava dois saquinhos de pó colorido e, se quisesse água, tinha de pagar. Nada contra, mas... 

Onde fica o “benefício” de quem pagou mais caro? Só pra ficar na “frente do palco”, sendo que os que pagaram mais barato tomaram de conta do lugar? Organização errou feio nisso.

À respeito das músicas eletrônicas: nunca fui fã. Porém, gosto quando fazem mixagem de músicas pop/rock. Do horário em que fiquei por lá, só vi repetirem algumas vezes “Outside” e “How deep is your love”, ambas são produções do Calvis Harris. 

Resumo do resumo: achei o evento fraco. Espero que as próximas edições (se tiver!) melhorem algumas coisas.
E vocês? Já foram à algum evento do tipo? Gostaram?