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30 de março de 2016

Desejo de Ryco #01: poltrona massageadora

março 30, 2016 62 Comentários
De vez em quando a gente tem de pensar como os ricos e traçar alguns objetivos na vida, como: investir na Bolsa de Valores, passar um fim de semana entre a ponte área de Londres – Paris e comprar uma casa em Búzios. Esses são os meus desejos “básicos” pra depois da faculdade, quando eu for algum Promotor de Justiça. #oremos

Por enquanto, o meu maior desejo de rico é um bem material bem “simples”, porém caro. Descobri durante as minhas andanças por Palmas, mas creio que pra quem é de cidade grande, isso nem é novidade.

Eis que enquanto estava andando pelo Shopping Capim Dourado, me deparei com várias pessoas sentadas/deitadas, enquanto outras estavam numa filinha. Curioso como sou, fui lá ver o que era. Pra infelicidade dos trocados que tinha na carteira,  dei de cara com as famosas poltronas massageadoras, aquelas que eu estava cansado de ver a Polishop anunciando na tv

Sem titubear, coloquei uma nota de R$ 2 e fiquei dois minutos recebendo a melhor massagem do mundo, que nem o boy mais bombado e lindo do mundo conseguiria fazer; depois coloquei a nota de R$ 5 (mais cinco minutos), depois R$ 10 (mais dez minutos) e, quando eu ia pegando mais dinheiro, percebi que era hora de correr daquela parte do shopping, caso contrário, nem dinheiro pro busão teria.  Saí do shopping naquela dia com uma única certeza: necessito com urgência de uma poltrona massageadora. 

Não preciso ficar aqui falando sobre os benefícios das poltronas, né? Simplesmente elas acalmam, aliviam a tensão/cansaço...

Tenho de explicar outra coisa: valor. Infelizmente, as poltronas massageadoras devem ser fabricadas em outro planeta, porque só isso explica o fato delas custaram apenas R$ 14 mil. Isso mesmo! Quatorze mil reais!

Ou seja: por enquanto, a ideia de eu chegar da faculdade/trabalho e ir relaxar na minha poltrona ficará só na mente, porque né... Ainda não aprendei a plantar árvore de dinheiro pra ter tudo isso pra pagar por uma única cadeira.

Que deve ser bom ter um trem desse em casa, não tenho dúvidas. Fica a dica pra quem tem alguns centavos sobrando. 

 Um beijo!

28 de março de 2016

Saga do aparelho ortodôntico

março 28, 2016 35 Comentários
Sabe aqueles adolescentes do passado, que viviam pedindo aos pais um celular? Eu não era um deles, porque tinha outros planos de vida, como usar aparelho ortodôntico por pura estética. Mulher, pensa na pessoa que sentia uma inveja tão grande no coração quando via as meninas(os) chegando na escola com aquele sorriso-metálico-perfeito. Espero que Deus me perdoe um dia. #amém

Minha inveja piorou ainda mais quando uma best friend apareceu na escola com o bendito aparelho. Foi tipo um tiro! Me senti sem rumo e triste por o mundo me deixar conviver com aquelas pessoas que iam todo mês ao dentista colocar borrachinhas novas (e coloridas!). #dramática 

Eis que em 2009 meus pais tiveram dó da minha tristeza e me deram de presente de 15 anos de idade um tratamento odontológico, com direito ao aparelho ortodôntico. Preciso mesmo dizer que eu passei dias e dias sendo um amorzinho de pessoa e lavando a louça de casa, sem reclamar?

A única coisa que eu conseguia pensar durante os dias que antecediam à minha consulta com o dentista era: “Meu Deus! Vou arrasar com as minhas fotinhas pro Orkut!”. #semcostume 

Se essa alegria durou muito tempo? Hahaha! Depois do dia marcado pra colocar o aparelho, tudo mudou. Exageros à parte, usar aparelho de dente é horrível: a manutenção mensal dói pra caralho; a higienização bucal se torna um saco; você leva em torno de 30 minutos pra passar o fio dental nos dentes... 

Foram 5 anos convivendo com dor, boca machucada ao acordar (não sei como, mas o ferrinhos sempre machucavam meus lábios) e por aí vai. Aquela alegria de fotinhas pra internet logo passou, tanto é que eu tenho poucas fotos usando aparelho ortodôntico. Comecei a sentir vergonha, sabe? #bipolar 
algumas cores das borrachinhas que a gene podia trocar. #sdds 

No geral, o tratamento odontolófico foi legal, porque eu amava meu dentista. Na verdade, contava os dias pra que ele tocassem na minha boca novamente. #aloukan #safadan #locapordentistas #puta 

O meu recado pra quem deseja usar aparelho é: vá só em caso de necessidade mesmo. Se for só pra ficar bonitinho com aqueles ferrinhos, aconselho a nem ir porque não vale à pena. 

E vocês? Já usaram aparelho ortodôntico? Tem vontade? 

 Um beijo!

25 de março de 2016

Aplicativos "desconhecidos" que todos deveriam usar

março 25, 2016 42 Comentários
Foto: Paula Buzzo







Se tem um coisa que eu adoro nessa vida, é ficar procurando novos aplicativos pro meu celular. Graças a Deus eu tenho 48G de memória, então, no aparelho cabe o universo inteiro. Ou quase tudo isso. :D

Com eu já disse aqui no blog, recentemente troquei o iOS por o Android e até agora não me arrependi (e nem vi nada travando!). O sistema é bom, tem como customizarmos praticamente tudo e é só felicidade. Como já faz um bom tempo que eu não faço posts com dicas de aplicativos, cá estou pra mostrar alguns que eu descobri e estou amando usá-los diariamente. Partiu? 

Minha leitura (disponível apenas pra Android)

Rápido, prático e com um design clean: essas características definem o "Minha leitura". O app tem como função principal fazer um controle das suas leituras. 

Como usar: Após abrir o aplicativo, você poderá adicionar os nomes dos livros está lendo, bem como a quantidade de páginas total e  quantas páginas/capítulos deseja ler por dia. Após concluir o cadastro, o aplicativo te informa/lembra todos os dias quantas páginas faltam e a data de previsão da leitura.


B612 (disponível pra Android e iOS)

Considerado por mim o melhor aplicativo pra selfies, o B612 já é o meu best friend virtual. Motivo: ele tem os melhores efeitos. Nem os do Instagram salvam tanto a nossa vida quanto esse app.

Como usar: Não tem segredo! Depois de abrir o app, é procurar um filtro que fica legal com a iluminação/local que você tá e ir brincando de fazer um book fotográfico. #aloukan



Seven (disponível pra Android e iOS)

O app "Seven" consiste basicamente em te "obrigar" a praticar exercícios físicos por pelo menos 7 minutos, durante 7 meses. Os criadores garantem que você notará uma grande diferença no seu corpo aos poucos.

Como usar: O aplicativo te mostra uma série de exercícios que você pode fazer em casa meso, segurando nas pareres, cadeiras ou até mesmo no chão. Detalhe: são 7 minutos com 20seg de pausa.


Opera Max (disponível apenas pra Android)

Não é novidade que  a cada dia o sinal 3G tá ficando caro, com isso, economizar é mais do que obrigatário. Pensando nesse fato, um povo de Jesus Cristo criou o "Opera Max", que tem como intuito reduzir o nosso gasto com o 3G.

Como usar: após instalar o app, ele vai compactar/diminuir automaticamente o tamanho das imagens e vídeos, fazendo com que os nossos dados sejam economizados enquanto estivermos usando o 3G. Super prático!


Vocês conhecem algum aplicativo bacana, mas que é desconhecido pela maioria das pessoas? Se sim, deixa aí nos comentários. Vou adorar conhecer também! 

 Um beijo! 

23 de março de 2016

Fugidinhas de madrugada

março 23, 2016 42 Comentários
Dizem que quando a gente tá gostando de alguém, ficamos cegos e somos capazes de muitas coisas das quais jamais pensamos em fazer na vida. Juro que essa máxima só foi fazer sentido após o término do meu último namoro, há uns 4 meses.

Como qualquer relacionamento, o começo sempre é a melhor parte, onde você está disposto a se arriscar, doar todo o seu tempo ao outro parceiro e também roubar o carro do seu pai de madrugada, certo? Não é novidade pra ninguém que eu sou beeesha louca, então, não se assustem com os relatos seguintes...
Há alguns meses, eu sempre voltava da faculdade no carro do meu pai e deixava a chave no mesmo lugar de sempre; daí ele acordava, conferia se eu estacionava corretamente o veículo na garagem e depois voltava à dormir. Porém, meu papis nem pode sonhar que eu fugia de madrugada pra sair com o ex-mozão. #medrosa

Durante essa minha época de fogo no rabo, eu tinha cúmplices: minha mãe e uma amiga. Quando dava meia-noite, lá estava minha amiga abrindo o portão lentamente e eu colocando o carro pra fora só de banguela, porque faria barulho se ligasse (e o quarto dos meus pais fica do lado da garagem). Ou seja: tinha que empurrar o treco e ao mesmo tempo segurar o volante. Como eu conseguia? Só Jesus Cristo pra responder.



Depois de muito sufoco, ia pra casa do cara e de lá a gente se mandava pra algum mirante da cidade ou se encontrava com os amigos no barzinho. Pra sair de casa era o maior sufoco, mas depois que eu já estava na rua, nem lembrava de tudo que passei pra conseguir, inclusive esquecia o horário de voltar. Se não fosse a minha mãe mandando mensagens, sei nem o que seria de mim... 

Se eu me arrependo? Jamais, inclusive passarei por essas aventuras mais vezes, pois a vida só tem graça quando a gente corre alguns “perigos”. A minha amiga/cúmplice, por exemplo, ficava em casa com um terço na mão orando pro meu pai não acordar. Hoje sou eu quem segura a barra pra ela fugir. E assim a vida segue. Uma mão lavando a outra. #mafiosa 

E vocês? Já aprontaram algo de madrugada? Saíram escondidos pra boate? Contem-me tudo!

 Um beijo! 

21 de março de 2016

Resenha: "Menina, desliga o celular!"

março 21, 2016 50 Comentários







Autora: Elyssa Friedland
Editora: Harper Collins
Páginas: 368
Ano: 2016








É fato incontestável que o ser humano está se tornando a cada dia mais dependente das tecnologias, principalmente o celular. Ao mesmo tempo em que facilita a vida, esses produtos também diminuem o contato físico entre as pessoas e as alienam, mesmo tendo na palma da mão um mundo de informações. 

No livro “Menina, desliga o celular!” nos deparamos com a advogada Evie, uma mulher com os seus 30 e poucos anos que é completamente viciada nas tecnologias da vida, sendo capaz de enviar diariamente 90 e-mails pessoais, fora os profissionais. Justamente por este motivo (e após travar o servidor do escritório do trabalho devido à quantidade conversas online), ela foi demitida quando estava próxima de ser tornar sócia da empresa.

Após parar pra pensar sobre sua demissão, Evie chegou à conclusão de que realmente estava dependente da internet. Por exemplo: se precisava do número de algum lugar, nunca pegava a lista telefônica, mas fazia uma rápida busca no computador; se precisava desmarcar algum compromisso, nunca ligava pra pessoa, apenas mandava um e-mail; da mesma forma funcionava com os papos: sempre era pelo Facebook, Twitter, WhatsApp... Raras eram as vezes em que se reunia com a sua turma.

Diante de uma realidade completamente triste, Evie decidiu que ficaria sem usar a internet por um tempo. Adivinha o que ela fez? Quebrou o próprio laptop e abandonou um BlackBerry, passando a usar um celular pebinha. 

Longe da internet e de toda a vida online, a vida da advogada melhorou demais, pois para se comunicar, ela passou a usar o bom e antigo método: encontro cara a cara (nada de web cam, SMS...). Felizmente, com esta medida, Evie conseguiu dar atenção a sua avó que estava doente, se reaproximou da sua mãe e amigas, além de ter mais “sorte” nos relacionamentos, já que os caras que passou a conhecer, nenhum era através da internet, mas de encontros em pubs e até mesmo no hospital. 

Menina, desliga o ceular!” é um livro cheio de tapas na cara e que nos faz refletir sobre o que estamos fazendo com a nossa vida virtual. Com uma escrita super gostosa, a Elyssa Friedland acertou ao tratar sobre os vícios tecnológicos.

Será se realmente vale à pena ficarmos tanto tempo diante das telinhas, enquanto poderíamos estar cara a cara com outras pessoas? 

 Um beijo!

17 de março de 2016

Fatos que aprendemos com a vida

março 17, 2016 40 Comentários
Mesmo depois de grandinho, a gente sempre aprende novas coisas com a vida, certo? Uma hora ou outra iremos topar com algo por aí e pensar: “poxa, eu realmente tô crescendo”. Pode ser até mesmo o cansaço por correr atrás de macho (meu caso!). #sincera 

O fato é que a vida é uma montanha-russa de emoções: uma hora estamos lá em cima mó feliz; noutrora estamos pra baixo, à procura de uma salvação pros nossos problemas. Ou vai me dizer que tu é uma daquelas pessoas que têm a solução pra tudo? Se sim, me passa o teu e-mail pra conversamos, porque ainda não tenho esse poder. 

Inevitavelmente, todos os dias estamos aprendendo novas coisas, mudando hábitos e, enfim, crescendo como seres humanos. Por um lado isso é bom, por outro pode ser bem difícil, afinal, o novo e o desapego nem sempre são fáceis de lidar. 
Ficar sozinho não é ruim 
Sou filho único, logo, aproveitar minha própria companhia nunca foi um desafio pra mim, tanto é que, às vezes, fico incomodado com muito barulho em casa, principalmente durante aquelas reuniões de família. 

Se tu pensa que ficar sozinho é ruim, tô aqui pra te falar que, de vez em quando, é bom ficar vagando por aí, alone; esses momentos são ótimos também pra traçarmos planos, metas de vida e por aí vai. 

Macho é bom, mas ser solteiro é melhor ainda 
Pra quem é casado, ok, sinto inveja de vocês. Mas, ó, ser solteiro também tem o seu lado bom, como: não gastar muito dinheiro na páscoa, natal, ano novo, dia dos namorados... Dá pra economizar um dinheiro bacana pra se jogar nas baladas da vida. #sincerasempre 
Não sei pra você, mas pra mim ser solteiro não é o fim do mundo. É geralmente nessa época em que a gente adquire mais auto-confiança e se prepara pra mais um relacionamento, que poder ser o último ou mais um teste pro grand finale, digo, casamento. Sendo assim, não se desesperar por relacionamento é uma das melhoras coisas da vida.  Difícil, eu sei, mas não é impossível aquietar a pepeka. 

É inevitável não ser egoísta
Aprendemos também  que, pelo menos uma vez na vida (ou sempre), iremos pensar na gente primeiro e dane-se o resto. E não, isso não é errado. Temos que pensar mesmo em nós, nos nossos problemas, sonhos, desejos... e ter #invejadobem do próximo, pra batalharmos pra chegar a algum lugar. Afinal, não estamos aqui nessa terra à toa.

E você, o que já aprendeu com a vida? 

 Um beijo!

15 de março de 2016

Custa aceitar as pessoas como elas são?

março 15, 2016 47 Comentários
Lá estava eu assistindo ao programa da Fátima Bernardes (“Encontro”), quando a minha mãe me lançou uma pergunta: “Por que a gente quase não vê bailarinos gordos na TV?. No momento, estava se apresentando no palco um casal de ballet magérrimo.

Confesso que fiquei com esse questionamento na cabeça e, juro, filosofei comigo mesmo à tarde inteira, tentando encontrar as possíveis respostas pra pergunta feita por a minha mãe.

Preconceito? Discriminação? Como explicar a falta de transparência dos gordinhos da tv?

Infelizmente, a sociedade tem muito preconceito com as pessoas gordinhas; geralmente as tratam como os “diferentões” e até mesmo doentes. (Obesidade não está ligada à doença, mas distúrbio alimentar... Não sou do clube da medicina, mas vejo uma certa diferença.)

Divagando um pouco... Eu estou acima do peso e não tenho vergonha de admitir. Da minha maneira, tento diariamente encontrar as rédeas e me alimentar melhor, aliando ao exercício físico, claro. Mas qualquer pessoa, com um pingo de noção, sabe o quão difícil é emagrecer. O processo é um pouco longo e demorado.
Por ser um pouco gordo, muita gente me julga por as minhas escolhas. Por exemplo: quem está acima do peso não pode andar de skate. Pelo menos é isso o que a maioria das pessoas da minha cidade pensam. Mas, como eu sou do contra, há algum tempo comprei meu skate e, mesmo enfiando a cara no chão, aprendi a andar e tô por aí dando meus rolês. Só pra constar, nunca quebrei nenhum shape por causa do meu peso.

Outra coisa que vejo muito na tv brasileira são jurados criticando quem é gordo ao dançar. É claro que os magros têm mais facilidade pra realizar certos passos e não cansam facilmente, contudo, falar que a pessoa deveria estar numa academia ao invés de um palco, é só uma das formas de mostrar que há preconceito com os gordinhos sim. Da mesma forma são as novelas que sempre colocam as mulheres gordas e negras como empregadas domésticas. Tem preconceito mais evidente do que esse?

No fim, cheguei à conclusão de que boicotam tantos os gordinhos porque a tv criou um padrão: você tem de ser branco, ter olhos claros e cabelos perfeitos, além de um corpo escultural. 

Graças a Deus as coisas estão mudando, mas a discriminação com os gordos existe e tá por aí. 

 Um beijo!

Luta pra tirar a carteira de habilitação

março 15, 2016 41 Comentários
Vamos combinar uma coisa: testes são sempre complicados, independente se é de gravidez ou de alguma disciplinas da faculdade. Juro que eu falto ter diarreia quando chegam as semanas de provas ou alguma amiga atrasa a menstruação; acho que sofro mais do que elas, porque fico bem nervoso e já pensando “se esse bebê vir agora, adeus baladinhas!”. #aloukan #cachaceira 

Exageros à parte, já fazem 3 anos que estou na luta pra conseguir a minha tão sonhada e esperada Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Daí você me pergunta: "mas tu sabe pelo menos dirigir?" ‘Miga, eu dirijo até motocicleta, só pra tu ter noção. O problema é que, na hora da bancada, dá meio que uma amnésia e eu só consigo pensar em: me fodi.  Deixa eu explicar direito essa história.

Em 2013 eu ganhei a carteira AB (moto e carro). Fiquei feliz e só abri meu processo em 2014. Não passei na primeira prova teórica, porque sempre ficava no Facebook conversando com os amigos ao invés de ouvir as trocentas mil regras de trânsito. Me fodi parte 2. 

Depois de esperar 30 dias, tentei novamente a bendita prova teórica estudando sozinho em casa. Passei com um lindo, 7,1, quase com a bunda no chão que é pra ter mais emoção. #putasofredora 

Meus pais quase soltaram foguetes quando ouviram a frase: “fui aprovado no teste teórico!”. À propósito, jurava que iria ficar no teste psicológico, porque, olha... me senti completamente perdido na hora de riscar pauzinhos no papel. Como aquilo pode definir se eu sou louca não?

Fiz as aulas práticas. 

Já andava de moto, então, não foi difícil pra mim. Já o carro, não tinha a mínima ideia de como liga-lo e o meu pai nunca teve coragem de me ensinar. Aos trancos e barrancos, aprendi a andar de carro com o professor-gato-perfeito-maravilhoso da auto-escola. #putasempre

Quando fui fazer as provas, passei na de moto, porém, não consegui fazer a baliza (estacionar perfeitamente o carro). Ficou uma porcaria de tão longe do meio-feio. Quase chorei e, pra piorar, o fiscal que me acompanhava era uma mulher, que ficava tentando me distrair ao dirigir. E aquela vaca acertou: eu lá preocupado com as setas e a mulher perguntando a marca do meu óculos. Tipo??? 

Se eu consegui minha carteira de habilitação? Hahahaha! O processo tem duração de um ano e desde de 2014 eu não mexo nele. Ou seja: foi extinto e eu terei que fazer tudo de novo, inclusive as aulas teóricas. Capaz de eu continuar nas ilegalidades, porque paciência pra enfrentar todo o processo tá faltando. 

Mas e vocês? Já tiraram a CNH? Foi tranquilo ou nem?

 Um beijo!


13 de março de 2016

Crush de internet

março 13, 2016 31 Comentários
Quem aí nunca teve um crush de internet? Um carinha/garota que você era capaz de babar ao ver as fotos dele(a) no Orkut/Sônico/Fotolog? Me dê a mão e venha pra roda, porque estamos juntos nessa dança.  

Estava eu revirando uma conta antiga de e-mail quando me deparei com alguns enviados pra um tal de “Carlos”. Curioso como sempre, fui ler os textos e quase caí da cama quando comecei a lembrar do dito cujo. Só pra constar, a paixonite aconteceu em 2011, quando eu estava no último ano do colegial e criei o meu blog. 

Carlos era um universitário de 21 anos que morava no Rio de Janeiro. Nos conhecemos através de um site da internet pra pessoas que queriam conversar em inglês pra praticar o speaking. Depois de muito papo por lá, fomos pro Facebook e pronto: lá estava eu me apaixonado por o cara. #beeshafácil 
Depois de meses de conversas, resolvi escrever uma ‘texto’ pro blog, que estava mais pra uma declaração de amor pro Carlos. Pedi pra ele ler e dar uma opinião sobre os escritos. Mulher, ele me acabou no chat. Disse que eu escrevia mal, o texto estava mal formatado e eu era muito ingênuo. Se eu fosse uma pessoa normal, a paixão acabaria por ali, mas, né... sou puta. Sou uma pessoa diferenciada. 

A paixão por Carlos aumentou e eu já não aguentava guardar aquilo só pra mim. Até hoje eu não consigo segurar sentimentos. Uma hora ou outra eu vou abrir o jogo e revelar. Neste caso, mandei um e-mail gigante pro cara contando tudo o que se passava na cabeça de um adolescente de 16 anos, apaixonado por um cara mais velho. #transparente

A resposta veio através do chat do Facebook com um simples: “Poxa, que pena! Da minha parte é só amizade!”. Graças a Deus eu não fiquei tão triste porque se ele dissesse "sim", provavelmente iria me prostituir pra ir ao Rio de Janeiro. Então, Deus sabe realmente o que faz. #AleluaiPaiAmado 

Assim que terminei de ler os e-mails, fui correndo procurar o Carlos no Facebook e, pra nossa infelicidade, ele está trabalhando na Petrobras, cursando uma segunda faculdade e ainda mais gato. Às vezes o mundo é injusto, né? Ele bem que podia me mandar mensagem dizendo que se arrependeu de ter me dado um fora e ainda me quer. Certeza que eu iria aceitar. #putasempre 

 Um beijo!
março 13, 2016 1 Comentários
Vida de puta!
Passei toda a minha vida convivendo com a timidez, deixando festas e outras farrinhas de lado. Não sei explicar direito, mas sempre me vi inferior aos outros. Talvez por ser o mais gordinho, o mais estranho e ainda tem a questão da orientação sexual. No trabalho, por exemplo, até quem estava num cargo abaixo do meu me dominava.

Muita coisa vem mudando por aqui desde o ano passado. Quando fui morar sozinho, percebi que não existia nada disso de ser inferior, eu apenas colocava na cabeça que fulano era melhor porque tinha um transporte bacana, uma vida nas redes sociais perfeita e bla bla bla.

Resumindo: do ano passado até agora eu virei uma puta que quanto mais estiver com a bunda no chão, mais feliz estará. Não leve isso ao pé da letra, por favor.

Aprendi a me valorizar, a enxergar o meu valor e qualidade. Além disso, passei a não levar dúvidas pro travesseiro. Se tem algo me incomodando, faço questão de ir atrás da pessoa e conversar. Dormir com a mente carregada de preocupações é um saco.

Outra coisa que aprendi foi a não viver guardando sentimentos só pra mim. Gostei de um novo carinha? Vou lá e digo na cara! Se rolar, rolou. Se não rolou, foda-se. Era só mais um um. Quem me acompanha há um certo tempo no blog e nas redes sociais, deve ter percebido o quanto eu ficava de mimimi por causa de macho.

Ai, cansei!

Tô vivendo uma vida de puta sim, não fazendo orgias, mas se preocupando menos com a opinião alheia e sendo feliz da maneira que posso. Por exemplo: posso ser gordinho e carismático, mas aquela pessoa magérrima e bombada pode ser um pé no saco de tão chata que é. Ou seja: a solução pra não enfrentar tantos problemas é não dar tanta atenção a eles.


Outra resposta pros problemas poderia ser: aceitação. Ninguém tem uma vida perfeita, nem o Eike Batista que é mais rico do que todos nós. Aceitar que temos problemas e, às vezes, seremos infelizes, é uma das formas de lidar com as tribulações e tentar chegar à uma vida de puta. Ou você aí acha que as putas ficam de mimimi porque não tem dinheiro pra pagar isso ou aquilo? ‘miga, joga nas mãos de Deus e corre. Uma hora a respostas pros seus problemas chegará. Se não chegar, tudo bem. Você correu pra outra direção em busca de salvação. Afinal, todas as putas do bem são gente boa. 

11 de março de 2016

Fim de semana em Palmas

março 11, 2016 27 Comentários
No último fim de semana tive uns dos melhores dias da minha vida, tudo isso  porque fui à capital daqui do Tocantins, Palmas. Já pode imaginar por aí eu agindo igual a um louco nos restaurantes, shoppings e até mesmo na fila do supermercado ao fazer amizade com desconhecidos. Palmenses: povo chic, phyno e educado.

Foram 3 dias de muita comida, passeios, sorrisos e descobertas. A viagem é um pouco longa: 6h de ônibus saindo daqui de Araguaína. De avião dura menos de 1h. O mais legal em tudo isso é que, durante o trajeto, você passa em várias cidadezinhas pequenas e vai conhecendo o pouco da humildade do tocantinense. Porque se tem uma coisa que nos define, é humildade no coração. 
Parque Cesamar
Um dos lugares que adorei conhecer foi o Parque Cesamar. Nele tem uma trilha de mais de 2 km com mata típica do cerrado.  Eu sempre via fotos na internet e me imaginava por lá, fazendo trilhas, andando de pedalinho (sim, realizei este sonho) e até mesmo dando rolê de skate. 

Infelizmente eu não vi na mata nenhuma capivara ou outros animais, mas só em ver aquele tanto de boy se camiseta, todo o esforço da caminhada valeu à pena. Ah! Tem uns morros bem legais por lá pra escalar. Mas já aviso: começa divertido, mas logo você começa a pedir forças à Deus, porque é realmente bem alto. 
Praias
Em Palmas há várias praias, contudo, não tive tempo de ir durante o dia. Elas ficam um pouquinho afastadas da cidade... De qualquer forma, fui à noite ao porto onde as balsas param (lá perto tem um farol incrível!) e passei rapidamente na Praia da Graciosa. Mas nem vi muita coisa porque estava bem escuro. E sim, tinha gente ainda fazendo farrinha por lá. <3
Foto roubada na internet só pra mostrar o tamanho do bagulho!
Shopping
“Uau! Caralho! Que enorme!” Essa era a frase que eu dizia quando andava pelo Shopping Capim Dourado. E a minha alegria ao entrar numa C&A, Riachuelo e Renner? Juro que eu me senti ryca. Só depois fui saber que essas lojinhas nem são chic lá na capital, é apenas semelhante às lojinhas baratinhas que temos no interior. =/

Preciso mesmo dizer que quase caí da escada rolante? Que eu me perdi no shopping várias vezes? Que eu dormi dentro do Cinemark e ronquei? Melhor não. :D 
Praça dos Girassóis
Poderia ser apenas mais um praça, se não fosse o fato de que ela é considerada a segunda maior do mundo. Pois é, minha filha! 

A Praça dos Girassóis fica localizada na Av. Teotônio Segurado, a principal de Palmas. É justamente nesse local onde ficam os órgãos públicos (secretárias da saúde, educação...) e até o palácio do Governador. É bom ir com tempo pra lá, porque é tipo... ENORME!

Em uma única palavra: perfeição. Isso define a última capital/cidade totalmente planejada do nosso país. Se tiverem um tempinho, deem umas passadinhas aqui por o Tocantins pra conhecerem as dunas, o Jalapão e todas as maravilhas que o Norte têm a oferecer. Garanto que não se arrependerão. 
 Um beijo!

10 de março de 2016

Tchau, meu filho!

março 10, 2016 30 Comentários
Daí você termina um relacionamento por “n” motivos e decide tocar a sua vida. Contudo, em uma noite qualquer o seu celular apita, mostrando a notificação de mensagem de um número desconhecido: “A gente precisa conversar. Por aqui ainda há um sentimento. Beijos. Fulano de tal.” Detalhe: o torpedo foi enviado meses após você levar um lindo pé na bunda acompanhado de um chifrinho básico. 

Se identificou com a cena descrita acima? Então, mulher, junte-se a mim e vamos lutar contra esses ex-namorados safados!

Eu não tenho estômago, paciência, disposição, tampouco vontade de conversar com exs, principalmente aqueles que voltam no tempo achando que a gente tem amnésia. Claro que pode variar os casos, mas, comigo, todos os términos foram tensos e só restou magoa por aqui. Então, sim, sou recalcada quanto aos ex-namoros/ficadas/crushes. 

Pra mim, ex bom é aquele que late sozinho bem longe de mim. Sem mais. A pessoa já fez a gente sofrer, chorar, comer trocentos mil chocolates/doces pra curar o término... e ainda tem coragem de aparecer do nada, querendo reconciliação? Ai, ai. Tá querendo no mínimo um soco na cara. #agressivaeperigosa 
Como todo mundo sabe, sou uma pessoa sincera. O que eu tenho pra dizer, falo na cara e dane-se o resto do mundo. Ou seja: minhas amigas sofrem na minha mão. Não é generalizando, mas há tantas mulheres bobas quando o assunto é namoro, né? Muitas acreditam que, quando os exs voltam, é sinal de que elas são poderosas, tem fogo na pepeka e os caras mudaram. Pra esse tipo de gente eu só digo uma coisa: acorda!

Minhas amigas mesmo ficam de mimimi quando um ex-namorado voltam a falar com elas, pedindo nova chance e bla bla bla. Eu falo mil vezes pra não caírem no mesmo buraco, faço campanha de oração e tudo mais. No fim, elas vão lá, ficam com o cara e saem da guerra como umas porcas de tanto que enfiou a cara na lama. Bem, eu avisei. 

Outro dia um ex estava fuçando o meu Instagram: me desbloqueou, seguiu e curtiu várias fotos. O que eu fiz? Simplesmente abri o meu Facebook e mandei mensagem perguntando o que ele queria. Se fosse amizade, podia sumir, pois não sou amigo de gente mentirosa e sínica. (Só pra constar, esse cara me fez de palhaço, me enrolou por um tempo e me traiu numa festa.)

Só um pedido aos exs: pelo o amor de Jesus Cristo, fiquem no canto de vocês. Ninguém tá pedindo pra voltarem pra nos atormentar. Foi bom enquanto durou e pronto. Aceitem isso e procurem outra pessoa pra frescar. 

 Um beijo!

8 de março de 2016

Tá liberado chorar!

março 08, 2016 22 Comentários
Cheguei há poucas horas de uma viagem incrível. Eu poderia simplesmente ficar sorrindo pras paredes ao lembrar dos melhores momentos... Pra você ter noção, até as tretas que aconteceram (sempre tem, né?!) foram engraçadas. Mas...

Assim que deitei no sofá, comecei a lembrar dos problemas que deixei em casa. Sim, eu fui viajar com a mente tranquila, esquecendo o meu mundinho real/diário e curtindo cada segundo como se tudo fosse uma maravilha. Porém, nem tudo estava/está perfeito.

Meu avô está doente, minhas dívidas crescem à cada dia por canta de ex-patrões filhos da puta, faculdade ficando tensa/difícil... também ando sentindo uma vontade tão grande de amar novamente, mas, nunca encontro alguém que vale à pena.

No fim, com outros trocentos problemas nas costas, comecei a chorar. Não um choro qualquer, mas um daqueles em que as lágrimas saem quentes, como uma enxurrada e você até soluça. 

Se eu me envergonho? Não mesmo! Meus pais e uma amiga ficaram preocupados comigo, mas eu só disse que ninguém tinha nada a ver com aquela situação,  e que eu apenas queria jogar todas aquelas dores pra bem longe de mim. A forma encontrada foi através do choro, claro. 

Funcionou.

Após todo o meu drama, comecei a adquirir novas forças (será Deus?!) e tracei novos planos... agora tô mais esperançoso e com vontade de resolver tudo o que tá me atrapalhando a ser feliz.


Infelizmente, muitos veem o choro como sinal de fraqueza. Mal sabem essas pessoas de que o choro é só uma forma de demonstrarmos ao mundo (e a nós mesmos) de que somos fracos sim, mas que a gente pode sempre se levantar após a queda.

Eu assumi minha fraqueza, mas também conquistei novas forças pra mostrar que eu posso tudo. Que eu posso ter tudo. E isso só depende de mim. 

 Um beijo!

4 de março de 2016

Vida de pobre #04: festas

março 04, 2016 38 Comentários
Gritaria, bebedeira, gente com a bunda no chão, músicas loucas (isso inclui funk na laje, forró e até mesmo um pagodinho!): essas são as características de uma boa festa de pobre. Claro que temos outros itens, mas os que mais se destacam são esses. 

Geralmente a festa dos pobres é marcada antes mesmo de acabar a atual. Enquanto tá todo mundo bêbado, as pessoas concordam que aquela bagunça merece um bis e já elegem qual será a casa do próximo fim de semana. E assim dura o ano inteiro.  

Outra coisa que é “normal” na vida dos pobres é que ninguém nunca banca toda a farra. Sempre é combinado quem comprará a carne, gelo, birita... Tudo é dividido, já que ninguém ali é milionário pra fechar um bufê.

Juro que eu me assusto quando vejo os migos rycos gastando horrores, sozinhos, só pra fazer uma bagunça na casa de praia. E olha que chic: casa de praia. Não é simplesmente na casa da cidade, mas num cantinho totalmente privado. 
Tenho alguns parentes que têm casa/mansão na beira de um rio daqui do Tocantins, mas quem disse que eles me convidam? Nem ligo também. Minhas festinhas em casa são as melhores. #recalque 

O mais legal de tudo é que se uma pessoa desconhecida chegar na festa dos pobres, ela será muito bem recebida; tratada como se fosse da turma/família. Já na festa dos ricos, eles começarão a te olhar diferente, tentando descobrir qual a marca da sua roupa e de qual família rica tu é. Ou seja: ficam de julgando o tempo inteiro. Coisa bem constrangedora e desnecessária.

Resumo do resumo: é na festa do pobre que tu pode se soltar sem ser julgado, pode beber até cair e sempre terá alguém te segurando ali. Diferente dos ricos, que fazem questão de gravar vídeos e compartilhar nos grupinhos do WhatsApp. Se eu estou mentindo? Claro que não! Já passei por uma experiência do tipo numa festinha da elite. Ou seja: melhor mesmo eu andar com o meu grupo, com a minha turma... com os pobres! 
E acaba por aqui a série de posts “Vida de pobre”. Espero que tenham curtido os textos. <3 

 Um beijo! 

2 de março de 2016

Vida de pobre #03: compras de roupas

março 02, 2016 42 Comentários
Quem aí nunca passou por uma boutique e ficou namorando aquelas roupas lindíssimas e caras? Eu sempre, eu toda hora, eu a todo momento e #énoix.  

De verdade, sou a pessoa que mais sofre quando vai ao Centro da cidade, porque, tipo: se eu vou pagar conta, fico mais pobre; se vou comprar, a alegria dura até o momento em que a vendedora informa o valor de uma roupa que gostei. Resumo: sofrimento sempre. 

Não sou o tipo de pessoa que adora comprar milhares de roupas caras, de marca e bla bla bla. É desnecessário andar fazendo propaganda de marcas que nunca te darão um centavo. Por exemplo, nunca entendi esse lance de ostentar com aquelas calças/camisetas da Coca-Cola e Calvin Klein.
Nunca liguei pro valor/marca da roupa, porque pra mim o importante é estar bem vestido pagando pouco. Afinal, todas as roupas dentro de uma máquina de lavar são iguais: não tem essa história de mais cara ou barata. #aloukan #filosófa #teseguraLispector 

A gente que é pobre tem o costume de sempre andar em lojas de departamento e fuçar até o útero da mesma, certo? Se você não sabia disso, sabia que está fazendo tudo errado. Quando for novamente à uma loja, já fale pra vendedora: “onde tem liquidação/promoção?”. Essa é a forma de dizer: “sou pobre. Tô aqui olhando pra ver se encontro alguma brusinha que caiba no meu orçamento, que é semelhante ao meu benefício do Bolsa Família”. 

Não sei vocês, mas eu já entro nas lojas com o meu radar ligado. Geralmente acerto onde tem promoções e lá onde eu faço a festa. Não procuro aquelas camisetas, por exemplo, com várias estampas iguais. A gente tem que escolher uma bonita, mas que tenha poucas iguais, porque, né... Temos de ser "exclusivos".
fotinha só pra mostrar que os rycos também passam por alguns vexames, mesmo usando roupa de marca.
Tem coisa mais chata do que andar por aí e ver alguém com a mesma roupa que a sua? A coisa piora quando se vive no interior. Em cidade grande você só faz cara de paisagem e segue com a sua vida, já em cidade pequena você tem de conversar com a pessoa, manter um sorriso falso e dizer que adorou que a outra pessoa também tem bom gosto. 

Sabe aquelas lojinhas de R$ 10/20? Corra pra dentro delas! Tenho uma amiga pobre, mas que nasceu com cara de ryca, que faz a festa por lá, e o melhor é que ela vai pra faculdade com as roupinhas baratas, deixando as riconas todas no chinelo. 

O povo rico paga R$ 600 numa bolsa/sandália/roupa, já a gente, meros pobres mortais, 'tamo aqui gastando menos do que isso com roupas tão bonitas quanto as de marca e arrasando nas baladas, conquistando os boys que as rycas penam pra conseguir, achando que a roupa da boutique vai atrair eles. 

Ser pobre é chic, kirida! 

 Um beijo!