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30 de dezembro de 2015

Organizando a vida com o Listography

dezembro 30, 2015 24 Comentários
Se você é uma dessas pessoas que ama deixar tudo organizado parecendo que tem TOC, leia esse post até o final. Se você também adora listar o que tem para fazer ou desejar ter (as wishlists  da vida), continue comigo.

Eis que outro dia estava na internet procurando novas opções de fazer listinhas no computador. No Windows já vem um bloquinho de nota instalado, mas é simples. No celular a gente encontra facilmente aplicativos voltados à essa função. Online (leia-se sites) até hoje eu só tinha visto o Google Calendar. Contudo, pela graça de Jesus Cristo, encontrei o Listography, que mais parede uma rede social.
O Listography funciona da seguinte forma: ao fazer um rápido cadastro (bem rápido mesmo: só um e-mail e senha), você pode editar o seu perfil com as informações básicas e partir para as tão esperadas listinhas. Não tem um limite. Ou seja: pode ser quantas tu quiser. 

Além de organizar as listas por categorias e nomes, você pode escolher dezenas de cores bem como fonte e até mesmo uma imagem para a lista. Bem prático mesmo. 
Sobre o Listography funcionar como uma rede social, quis dizer que você pode deixar as suas listas abertas ou fechadas aos internautas. Se deixar públicas no seu mural, outro usuários poderão comentar nas suas listinhas. Interessante, né? 

Para quem quiser carregar as listinhas no celular, tem o app do site, que infelizmente está disponível apenas para a iOS. Mas, ó, o site carrega rapidinho no 3G. 

Sem dúvida alguma vale à pena criar uma conta e organizar a sua vida no Listography. Para quer quiser dar uma stalkeada no meu perfil, meu user lá é: adrielchristian

Aproveitando a oportunidade, desejo um feliz ano novo a todos. Que 2016 seja um ano extremamente organizado na vida de todos e cheio de surpresas boas. Nesse novo ano a gente continua se encontrando por aqui? K. 

 Um beijo!

29 de dezembro de 2015

Se exercitando

dezembro 29, 2015 31 Comentários
Uma dos principais pontos para a prática de exercício físico em Araguaína. @ Marginal Neblina 
Quando iniciei o ano de 2015, uma das minhas metas era me exercitar mais, pois eu vi que realmente a caminhada/corrida me ajudaria a perder os benditos quilos que tanto me incomodavam. Então, no fim do primeiro semestre, ganhei da minha amiga uma bolsa na academia. 

O primeiro dia de musculação foi tenso. O segundo também. O terceiro e quarto dia... até o fim da primeira semana eu sofri horrores, devido aos exercícios que o personal me “obrigava” a fazer. Mas eu não desisti. Continuei firme e forte. 

Após dois meses de muita malhação e esforço, perdi 10 kg. Era visível o quanto eu havia emagrecido. Meu rosto ficou mais magro, minhas roupas não cabiam mais em mim e, o melhor, estava trocando a gordura por massa (além de ganhar uns músculos e definir o corpo, principalmente as pernas).

Eu fiquei bastante satisfeito com os resultados obtidos com a malhação. Porém, como já era de se esperar, o destino resolveu interferir na minha vida e mudar tudo. Radicalmente tudo. 

Nessa época eu estava morando sozinho, quando minha vida começou a se complicar após eu pedir demissão do emprego (longa história...). Tive de vender o meu único meio de transporte para quitar as contas acumuladas, além de voltar a morar com os meus pais para me recuperar desse rombo. 

Sim, larguei a academia. 
Antes de entrar na academia e perder os 10 kg. @ Academia Prime Fit 
Com essa reviravolta, me faltou coragem para continuar malhando... Acabei ficando tão depressivo que até a faculdade estava se tornando um saco. E olha que eu amo estudar, mesmo não sendo o curso dos meus sonhos. 

Lado positivo 

Sem dúvida alguma, minha vida mudou demais após minha #vidafitness. Eu nunca tive preguiça para me exercitar, então, não foi nenhum desafio entrar na academia. Eu me sentia tão bem malhando, sabe? 

Aquele momento em que estava dentro da academia era um dos melhores, pois eu deixava os problemas pessoais e profissionais de lado para focar no nada. Quem me via, pensava até que estava tudo ok. 

Minha dica para quem está na dúvida sobre entrar ou não na musculação é: vai. Se não gostar, tenta natação, dança... Só não fique sem se exercitar. Eu sou a prova de que o exercício físico muda a nossa disposição, humor, enfim, a vida. 

Quero muito continuar me exercitando em 2016, mesmo que seja caminhando pelo meu bairro (que tem ótimas avenidas pra isso e até mesmo academia ao ar livre). Não posso voltar atrás para recuperar esses meses perdidos, mas eu posso seguir em frente e fazer com que o futuro seja melhor. E é isso que irei fazer. 

Vem comigo?

26 de dezembro de 2015

Sem rumo em Londres

dezembro 26, 2015 20 Comentários
Já com as malas prontas, em frente à casa que eu havia alugado para passar um tempo em Londres, estava esperando por um táxi que me levaria até a estação de trem para eu seguir um novo rumo, que dessa vez seria em Porstmouth, uma cidadezinha há mais de 70 km da capital. 

O clima em Londres, sem dúvida alguma, é um dos melhores do mundo para quem gosta de frio, contudo, eu estava a fim de novidades. Queria navegar em outro “mundo” e me lançar em novas aventuras. (Confesso que também queria esquecer os últimos meses em que vivi aqui.)

Cheguei à estação DLR por volta das 15h, com previsão de partida às 15h30. Corri até um guarda para pedir orientações, já que, pasme, nunca andei de metrô. 

Para ter ideia, eu nem sequer aproveitei a minha estadia nesse país. Sei lá, acho que algo me prendia dentro de casa. Na verdade, esse “algo” tem nome e se chame James.  

James era o meu namorado. O mesmo que me fez largar tudo na Flórida para vir ao Reino Unido viver essa aventura. Nós nos conhecemos ainda em Orlando, quando engatamos um relacionamento sério. Ele jurava que me amava e eu, boba, acreditei.

Meses após nosso início de namoro, James me disse que tinha de vir para Londres ajudar os pais na firma aos quais eles são proprietários. Eu encarei aquilo numa boa, inclusive aceitei ao seu pedido de vir embora com ele.
Quando a gente ama, a gente está disposto à tantas loucuras, inclusive enfrentar os pais e se jogar de cabeça em algo do tipo. Eu simplesmente larguei tudo. Emprego, faculdade, amigos, família. Abandonei minha vida estável para vir morar com o James.

Nos primeiros meses, não havia arrependimento, mas, o tempo passou e ele começou a chegar tarde em casa; a ficar mais tempo teclando no celular; a deixar uma “formiga andando na minha cabeça".

A gente estava levando uma vida de casado, então, acho que o mínimo que eu merecia era esclarecimentos à respeito da sua demora e saídas à noite. Sozinho. 

Após investiga-lo e segui-lo, acabei flagrando-o com outra mulher em um pub. Eles estavam se beijando e eram beijos carinhosos, cheios de amor. Aquela pessoa que ele estava aos amassos era a mesma que tinha toda a liberdade na minha casa. A única amiga que eu, aparentemente, conquistei em Londres.

Fiquei tão triste e desolada. 

Corri para casa após ver aquela cena e arrumei minhas malas. Primeiro: estava infeliz em um relacionamento onde eu só poderia ficar em casa e, se fosse para sair, somente na companhia do namorado. Segundo: após minha mudança de país, ele demonstrou ser outra pessoa e não digno do meu amor. 
Agora eu estava ali, dentro de um trêm. Sem rumo. Sem saber direito o que fazer. Estava à caminho da casa de uma amiga de infância, mas, mesmo assim ainda me sentia perdida. 

Deixei na minha antiga casa apenas um bilhete me despedindo de James. Seria doloroso olhar para ele e perceber o quanto eu fui tola ao abrir mão de toda minha vida em Orlando. Mas...

Se tem uma coisa que eu aprendi nessa vida, foi  a não desistir da felicidade. A gente não irá consegui-lá sem investir em quem achamos que é legal. Com o James não deu certo, mas... Afinal, a pessoa certa é aquela que se dedica, se doa e pode ser qualquer um. Não é simplesmente aquela que aparece num passe de mágica. Exige tempo. 

No momento, só estou sem rumo e com uma ferida no meu coração. Espero que essa viagem me acorde para a vida.

22 de dezembro de 2015

Wishlist literária

dezembro 22, 2015 24 Comentários
Uma das coisas que eu mais encontro prazer nessa vida com certeza é ler. Eu não sei exatamente com qual idade comecei a ler, tampouco qual foi o meu primeiro livro. O fato é que eu amo exercitar a mente através da leitura.

Pensando nisso, resolvi fazer minha última listinha de livros deste ano, que eu preciso comprar com urgência.
1 – Enfim, 30: Esse livro é mais um da Jana Rosa em parceria com a Camila Fremder. Anteriormente, as duas já haviam lançando outra obra juntas, e agora voltaram com tudo.

Eu simplesmente adoro a forma como elas escrevem e conduzem as rápidas histórias ao longo do livro. E não é preciso ter 30 anos para gostar das crônicas, viu?!

2- Para todos os garotos que eu já amei: Quando eu vi pela primeira vez a sinopse desse livro, eu pensei: "meu Deus, parece uma autobiografia minha!".

Infelizmente (ou felizmente, vai!), eu tenho o costume de sempre escrever cartinhas às pessoas que passaram pela minha vida. Algumas eu até posto aqui no blog... Eu super me identifiquei com a sinopse da história, porque parece demais com a minha vida... 

3 – Garota Online: Acho que esse livro é uma leitura obrigatória à todos os blogueiros. Sério. Vi várias resenhas sobre essa obra e todas elas conseguiram me conquistar...

O livro conta a história de uma garota que atualiza seu blog pensando que ninguém da sua vida offline acompanha seus dramas na internet.

4 – A real guide to really getting it together once and for all (really): Esse é o livro da Ashley Rickards, a Jenna de Awkward (já falei sobre o seriado aqui no blog). Nessa obra, ela revela um pouco sobre como conseguiu alguns papéis na tevê e lidou com a mudança de cidade, já que teve de sair da casa dos pais muito cedo para trabalhar em Los Angeles. 

Dentre outras coisas, a atriz escreveu sobre timidez, mudanças, trabalho, beleza... Meio que uma bíblia para quem acredita que a vida, por trás e na frente das câmeras, é perfeita.

Enfim, esses são os livros que eu preciso comprar com urgência. Vocês já leram ou conhecem algum?


Um beijo!

20 de dezembro de 2015

Espírito natalino: melhor coisa!

dezembro 20, 2015 22 Comentários

Depois do dia do meu aniversário, sem dúvida alguma, uma das melhores festas que eu gosto de comemorar é o Natal. Simplesmente amo o espírito natalino e todo aquele amor que “do nada” surgem nas pessoas.

Aqui em casa a gente não monta árvore de natal (acho que esse ano será diferente...) e nem fazemos troca de presentes. O máximo das comemorações é um farto banquete no dia 24 e 25, na casa de algum parente (geralmente na casa das minhas avós, que felizmente são vizinhas).
eu, mamys e meu pai. (acho que nunca postei uma foto deles aqui, então, cá estão os meus genitores que eu tanto amo!)
Acredito que toda casa funciona de uma forma e comemora o Natal de acordo com as tradições da família. Eu não tenho nada do que reclamar dos nossos costumes, porque, do nosso jeito, a gente vai acertando uma coisa aqui, outra ali e vai vivendo feliz da forma que pode. Porque, afinal, no Natal, o que importa é estar de coração limpo e com vontade de amar as pessoas ainda mais.
minhas duas primas (Lorrany e Iza) e minha irmã, a Ana. (a qualidade da imagem não ficou muito boa, mas...)
Outra coisa que está relacionada diretamente com o Natal é o fato de a família ter ainda mais tempo para se reunir, sair e se divertir. Infelizmente, em muitas casas, as pessoas deixam só para o fim da ano... Isso é sério.

Vila Noel daqui de Araguaína
No fim, o Natal é apenas uma forma que Deus (?) encontrou para reunir as pessoas, para elas celebrarem o final de mais um ciclo em que estiveram juntas, com muita fé, amor e alegria. Para quem é cristão, é a época que celebramos o nascimentos de Jesus. Mas, ó, acima de tudo, o Natal é a época de paz e renovação de mais um ciclo que se vem, com muitas dificuldades, alegrias, surpresas e vitórias. Amém?!

À vocês que sempre leem o meu blog, desejo um feliz Natal antecipado. Que a vida de vocês sejam incríveis e cheias de surpresas boas sempre.

17 de dezembro de 2015

10 músicas de 10 anos atrás

dezembro 17, 2015 12 Comentários
Prepare os lenços aí porque a bad vai bater assim que você ouvir a playlist desse post. Começa agora a primeira retrospectiva musical desse blog.
Sem dúvida alguma, nem um ano do futuro vai superar os anos do passado. Pode parecer estranho, mas, nós sempre iremos achamos que o que se passou, foi o melhor tempo no mundo da moda, música, filme e até mesmo no campo financeiro. #xôcrise 

Sem nada pra fazer (mentira), resolvi pesquisar o que estava fazendo sucesso há 10 anos no mundo musical brasileiro. Confesso que algumas lágrimas caíram ao lembrar da época em que tinha apenas 11 anos de idade e, achava que a coisa mais complicada do mundo era a matemática do ensino fundamental. 

Fiquem tranquilo porque tem música pra todos os estilos musicais: rock, pop, forró, MPB... Funk não tem porque naquela época aqui nem tinha tanto funk conhecido. 

Ah! Se tiverem dica de novas músicas pra uma próxima listinha, indiquem oks? 

Agora, deem o play e se joguem!  



  Um beijo! 

Você já pensou em desistir?

dezembro 17, 2015 4 Comentários
Sinceramente, eu não sei o que está acontecendo comigo. Ando pensando sempre em desistir das coisas que eu passei noites e noites planejando e, durante o dia, executando pra que aquilo saíssem da mente e, enfim, tornasse real. 

É como se o meu maior prazer estivesse em apenas ter a ideia e fazer com que ela se tornasse realidade; mas, quando chega a hora de administrar, executar e, sei lá como definir isso, a graça passasse e eu começasse a achar tudo um tédio. 

Será que esse é um sintoma de bipolaridade? 

O fato é que eu não sei mais por qual caminho seguir e o que fazer para recuperar o meu objetivo de vida. Atualmente, o meu foco é só terminar a faculdade e ver o que o destino preparou para mim. Mas... Antes de um turbilhão de acontecimentos, eu tinha planos. Um pouco utópicos, mas eu tinha. 

Eu queria conhecer a Disney, mesmo estando um pouco velho; eu queria, finalmente, conhecer uma cidade grande do Brasil, já que nunca saí da minha cidade; eu queria lutar pelos pobres, pela fome... Eu ate tinha em mente um projeto voltado pra isso. 

Hoje eu acordo e não tenho objetivo algum, a não ser ligar o computador, ficar lendo as notícias do dia, abrir as redes sociais e ver o quão 'felizes' as pessoas são e depois ver seriado o dia inteiro. Nem à academia eu estou indo, e olha que eu amava malhar. 

Eu espero, de verdade, que o meu futuro seja bom, porque os últimos meses foram os piores, onde eu perdi o foco da minha vida e desisti de tudo. Não porque eu queria, mas, porque minha mente simplesmente não colaborou. Mas essa é a vida... Cada um tem a que merece. 

14 de dezembro de 2015

2016 tá bem aí...

dezembro 14, 2015 3 Comentários
Se 2014 foi um ano de amadurecimento, 2015 foi o tempo de colher os frutos plantados. Logo de cara eu já escancaro pro mundo que: a vida não tá fácil pra ninguém, e esses mais de 300 dias que se passaram, só vieram me provar que eu ainda não estou pronto pra muita coisa da vida. Eu explico. 

Logo que o ano começou, tive a brilhante ideia de morar sozinho, já que os meus planos de mudar pra outro estado (mais especificamente uma capital) não deram certo. Então, em fevereiro arrumei minhas malas e fui dividir aluguel com uma amiga. Diferente do esperava, só consegui ficar 6 meses fora de casa. 

Já disse aqui no blog e reafirmo: morar sozinho é uma das melhores coisas do mundo, mas, se for não tiver um emocional preparado pra muitas tretas, você vai correr sim pra casa dos pais, pra se preparar pra criar asas e se jogar no mundo novamente.

Não bastasse morar sozinho, nesse meio-tempo fiquei desepregado, já que havia mudado de emprego e a firma praticamente está falida. Resumo: fui enganado com uma linda proposta de trabalho, que não passou de pura ilusão e mentira. 

Atualmente estou morando com os meus pais e focando tudo em alguns projetos voltados pra comunicação, além de estar caminhando pro 7º período da faculdade. Ou seja: já, já vem TCC, provinha da OAB e bla bla bla. 

No amor, aquela mesma (falta de) "sorte" de 2014 permaneceu em 2015, com a diferença de que me envolvi seriamente com uma pessoa que só me enrolou e mentiu. Contei tudo aqui no blog e hoje estou bem, com a certeza de que Deus só coloca no nosso caminho aquilo que Ele vê que a gente  pode suportar. 

O resumo de 2015 em uma palavra é: aprendizado. Com certeza foi um ano em que eu amadureci alguns lados da minha vida e também aprendi que aquelas histórias perfeitas de filmes  e livros, só existem por lá mesmo. 

Que venha 2016 com todas as suas surpresas... Não ‘tou pronto, mas também não irei desistir da felicidade. 

7 de dezembro de 2015

Motivos pra você assistir ao seriado "Awkward"

dezembro 07, 2015 4 Comentários
Quem me acompanha no Twitter (segue lá!) deve ter percebido que eu ando viciado na série “Awkward”, produzida pela MTV. Infelizmente, o seriado foi cancelado neste ano (estando na 5º temporada!) e eu fiquei órfão de mais uma história legal. 

Awkward”, pra quem ainda não conhece, conta a história de Jenna (Ashley Rickards), uma garota que quer se manter discreta no ensino médio, mas acaba se relacionando com o gostosão da escola, Matty (Beau Mirchoff), se envolvendo nas situações mais constrangedoras possíveis episódio atrás de episódio, motivo pelo qual eu amo essa série. Ah, sem falar que eu rolo de rir com as hilárias Sadie (Molly Tarlov), a cheerleader malvada que foge dos padrões, e Tamara (Jillian Rose Reed), a melhor amiga atrapalhada da Jenna. <3

Já sabendo da sinopse, vou listar abaixo alguns dos motivos que me fazem amar essa série maravilhosa.
1) A série envolve muito drama, mas muito mesmo;

2) A Jenna, além de estudante, também atualiza um blog, onde conta um pouco das histórias que acontece na vida dela. 

3) Tem triângulo amoroso, briga entre amigas e muita música boa;

4) É o tipo de seriado em que uma hora você ama os personagens principais, mas também odeia-os;

5) Apesar de ter muito adolescente e o público alvo ser eles, muita coisa do cotidiano dos personagens é parecido com o mundo dos ‘adultos’;

6) Sadie é a melhor personagem do seriado e sempre usa a expressão “you’re welcome!” após falar algo muito ruim;

7) A Sadie também fala pausadamente, ou seja, dá pra gente enteder absolutamente cada palavra que ela fala (sim, eu sou alouka do inglês que tem que enteder tudo perfeitamente. hahaha!);
Enfim! Se você tá de bobeira nas férias, fica a sugestão desse seriado leve, porém, muito divertido. ;) 

5 de dezembro de 2015

And if there's love...

dezembro 05, 2015 1 Comentários
Quer me atingir ou me deixar mal? Te dou a receita: simplesmente fale mal de mim ou de algo que eu tenha feito. Infelizmente, eu ainda sou o tipo de pessoa que se importa muito com a opinião dos outros. Isso é errado, eu sei... e por isso que eu tento mudar. 

Mas... Tem coisas que eu não sei ignorar, como se fossem apenas palavras ditas ao vento. Eu realmente me importo com o que disseram sobre mim. E se estão me julgando, aí a coisa fica pior, pois eu não consigo ir pra a cama sem antes fazer uma reflexão sobre o assunto em questão. 

Outro dia eu ouvi da minha própria mãe que as coisas que eu posto no meu blog são idiotas. OK. Eu sei que cada um tem uma opinião sobre o mundo, sobre o universo, sobre mim e até mesmo do meu blog, mas... sei lá, cada um é feliz fazendo algo. E eu sou feliz dividindo aqui um pouco das coisas boas e ruins da minha vida. 

Como eu estou cansado de dizer, não gosto muito da ideia do desabafo, e a ideia da escrita me ajuda tanto; me deixa tão leve... 

Eu realmente gosto de pegar o laptop e "vomitar" os meus sentimentos aqui. Queria que quem convivesse comigo entendesse isso, porém, a cada dia tenho a prova de que ninguém se importa com isso. Mas tudo bem. Enquanto estiver me fazendo bem, vou continuar por aqui postando coisas idiotas

É isso. 


3 de dezembro de 2015

APOLOGIZE

dezembro 03, 2015 0 Comentários
Eu tento todos os dias esquecer da sua existência, fingir que nada aconteceu e que tudo não passou de um simples sonho, mas... É tão difícil lidar com a dor da saudade. Se fosse fácil, tenha certeza de que teria te esquecido há muito tempo. 

Eu me culpo por ser fraco para algumas coisas da vida, tipo te esquecer. Poxa! Você me machucou tanto falando algumas verdades e deixando, por diversas vezes, claro o que rolava entre a gente. Mas, o que eu posso fazer se nada entrava na minha mente? 

Como esquecer o dia em que você me mandou mensagem perguntando como eu estava? Juro que naquele momento eu pensei que a vida estava do meu lado e te traria de volta. Mas não! Você está, na verdade, (quase) pronto para partir pra outro país. E eu apoio sua decisão. Se pudesse, até iria junto. 

Não tem um dia em que eu deixe de pensar em você e ficar criando planos mentalmente. Sei que é um erro e que jamais (?) ficaremos juntos, mas... Sei lá, acredito demais naquelas histórias de amorzinho que vejo nos filmes, livros e seriados. É errado, eu sei, mas é isso que me faz seguir em frente. 

Falando em seguir em frente... Por um bom tempo eu fiquei de "luto" por tua causa. Eu realmente estava sofrendo e desejando sempre o pior para mim. Quando vi que você está em outra (e com outra pessoa), resolvi acordar e tocar a vida. Deu certo apenas por dois meses; logo a saudade voltou. 

Não adianta eu ficar com outros, porque você ainda vai estar presente na minha mente. É uma loucura tudo isso, mas... A verdade é que eu te amo, mesmo você não me amando. Desculpa por tudo, principalmente por ter entrado na sua vida. Sei que você não queria nada disso. Nem eu. 

1 de dezembro de 2015

Minhas histórias com câmeras digitais

dezembro 01, 2015 10 Comentários
Esqueça um pouco o ano de 2015 e tente lembrar como as coisas funcionavam no ano de 2008/2009 no mundo da fotografia. Lembrou? Pois é! Assim como muita gente, eu era uma daquelas pessoas pobrinhas, que ficavam vendo os amigos rycos ostentarem as suas ~lindas e exclusivas~ câmeras digitais. 

Não sei na cidade de vocês, mas, aqui no Tocantins, as primeiras pessoas que tinham câmeras digitais eram empresários, políticos e todo esse pessoal que ganha dinheiro “facilmente”. Eu, claro, ficava morrendo de inveja por não ter uma câmera tão moderna como aquela. Poxa! Onde já se viu ter um câmera onde você via a foto na hora? E ainda podia ver no computador, na televisão...? Era um avanço tecnológico muito doido. 

Aqui na minha cidade, a gente se sentia a celebridade quando andava com a bolsinha da câmera na mão ou pendurada no ombro. Tipo: todo mundo parava pra olhar pra você...
Naquele tempo, ostentação tinha outro significado...

A minha maior felicidade do mundo aconteceu assim que entrei no colegial, quando meus pais me presentearam com uma câmera da Samsung. O ano era o de 2009 e o mês de julho, bem perto do meu aniversário (que é em agosto!).

Fui ao Centro com a minha mãe no intuito de fazer umas comprinhas básicas, no fim, quando chegamos numa certa loja, implorei pra minha mãe comprar a câmera. E sim: eu consegui. Saímos de lá com uma sacolinhas e um ~lindo~ boleto de 12 parcelas. #vidadepobre #pobresofre #vemriqueza #vemsemmedoMegaSena 
Preciso mesmo falar das fotos no espelho? Sdds. Adorava ficar no banheiro de casa colocando a língua pra fora e entortando o pescoço. E as fotos de cabeça pra baixo? <3

Com a minha câmera nova, pelo menos uma vez na semana eu levava ela pra escola (escondido dos meus pais). As aulas de Educação Física virava, praticamente, aula de fotografia, porque todo mundo só queria saber de tirar fotinhos pra postar no falecido Orkut. #RIP

Depois da minha tão soada conquista da câmera digital, foi a vez do aparelho ortodôntico, mas isso eu conto em outro post. ;) 

30 de novembro de 2015

O tempo voa...

novembro 30, 2015 10 Comentários
Todo dia eu acordo com sensação de que o tempo está passando voando e eu não estou aproveitando tudo o que vida tem a me oferecer de melhor. A coisa complica ainda mais quando eu percebo que não sei qual rumo seguir, e o que fazer para viver bem. 

Ao meu redor, vejo tanta gente decidida, com a certeza do que querem fazer pelo resto da vida. Já eu, no momento só consigo pensar nas benditas provas finais deste semestre da faculdade. E não: eu não gosto de ficar pensando no futuro, sabe? Gosto de deixar as coisas acontecerem naturalmente; pela vontade de Deus. 

Se alguém me dissesse que a solução para o meu problema seria planejar, com certeza eu responderia que não isso não funciona. Não comigo. 

Já planejei demais. Já fiz planos que tinham tudo para dar certo, mas simplesmente o medo fez com que eu desistisse de última hora. Sinceramente, desistir naquele momento foi a melhor coisa, pois eu não estou nem um pouco preparado para uma mudança tão monstruosa e ao mesmo tempo perfeita. 
"A má notícia é que o tempo voa. A boa notícia é que você é o piloto. Seja mais para fazer mais." 
Perdi a conta das noites em que fiquei planejando o meu futuro. Uma hora queria ser advogado, Promotor de Justiça... depois mudava de rumo e ia para a carreira do Jornalismo, publicidade... É tudo muito complicado. 

Enquanto fico nesse embaralho de dúvidas, o tempo voa. O tempo vai passando. Bom seria se o tempo congelasse, para que a gente pudesse pensar com mais calma (e sem pressão!) sobre a nossa vida.

Falando em pressão e cobranças... O mundo sempre está cobrando da gente as coisas, né? Quando não é o nossos país cobrando boas notas na faculdade, são os amigos, parentes, namorado... Eu só queria que todos se colocassem no lugar dos outros para entender que: não é fácil viver com tantas dúvidas e não saber como resolvê-las. 

E o tempo continua passando...
Já, já tenho uma aula de Direito Penal e me sinto bem perdido dentro da sala, mas, fiz um propósito comigo mesmo de não desistir de nada. Se eu cheguei até aqui, é porque tem um propósito. Deus tem algo pra mim. 

29 de novembro de 2015

Livro: Laços inseparáveis

novembro 29, 2015 12 Comentários
Autora: Emily Giffin Páginas: 445 Editora: Novo Conceito  Gênero: Ficção
Sinopse: Marian Caldwell é uma produtora de televisão de 36 anos que vive seu sonho na cidade de Nova York. Com uma carreira promissora e um relacionamento estável, ela convence a todos, até si mesma, de que sua vida está do jeito que ela quer. No entanto, certa noite, Marian atende a porta... e encontra Kirby Rose, uma garota de 18 anos com a chave para o passado que Marian pensava ter resolvido para sempre. 
Já pensou na hipótese de alguém um dia aparecer na porta do seu apartamento dizendo que é seu filho(a)? Aquele que você abandonou assim que nasceu, há 18 anos? Pois é! Isso aconteceu com Marian Caldwell, uma produtora de tv de Nova York, responsável pela criação de um seriado que estava “bombando”. 

De um lado temos Marian, que se mostra totalmente perturbada com a chegada da filha; do outro, temos Kirby, uma jovem-adolescente que estava “feliz” com a vida que levava ao lado de sua família adotiva, mas, ao completar 18 anos, decidiu que iria atrás dos seus genitores. 

Durante (quase) todo o livro, a Emily Giffin soube conduzir bem a história, dividindo os capítulos entre Marian e  Kirby. Outro ponto positivo é que os capítulos são curtos, fazendo com que a leitura tivesse um ritmo acelerado e sempre deixando uma curiosidade ao finalizá-lo. 
As quase 500 páginas relatam uma linda história de uma mãe que abandonou a sua filha, supondo que essa medida seria o melhor para a criança, mas, nem sempre essa é a solução. Para piorar, Marian escondeu de todos que entregou a filha à adoção; na verdade, apenas a sua mãe sabia da gravidez. 

O motivo de Marian ter escondido a gravidez de todos, inclusive do próprio pai da criança, é utópico, porém, válido. A história ficou boa do jeito que foi escrita, mas, se eu pudesse sugerir algo, com certeza pediria para a autora contar mais um pouco sobre o pai de Kirby, o Conrad. O mesmo apareceu no início e no fim da história, porém, sua passagem foi muito rápida. 

Esse é o meu terceiro livro da Emily Giffin e eu estou cada vez mais me apaixonado pela sua escrita deliciosa. Já li: “Uma prova de amor”, “Presentes da vida” [que tem filme] e “Laços inseparáveis”. 

Em suma, para quem gosta de livros que misturam temas do cotidianos, como amizade, amor, fidelidade e traição, prepare-se porque "Laços Inseparáveis" te fará pensar, rir e chorar nas mais diferentes circunstâncias; além da perspectiva de um final deslumbrante.

26 de novembro de 2015

Amizades verdadeiras: eu tenho

novembro 26, 2015 10 Comentários
Cabe nas duas mãos a quantidade de amigos de verdade que eu tenho. Daqueles que eu posso ligar a qualquer momento do dia implorando por ajuda (e até mesmo pedindo dinheiro!). E eu sou grato pela existência e permanência na minha vida de cada um, pois sei que não deve ser fácil me aturar.

Estava conversando com uma dessas amizades verdadeiras quando comecei a pensar sobre uma coisa: eu não sou uma pessoa fácil de lidar e torno difícil as minhas relações com o ser humano.

Eu acredito que sou um bom amigo, pois estou ao lado nos momentos bons e ruins, sempre disposto a ajudar e fazer o papel de todo melhor amigo. Porém, quando a situação é inversa, quando eu estou com problemas, eu prefiro me distanciar, ficar longe e esperar a poeira abaixar. Não aprecio muito a ideia de desabafo, sabe?! 

Muitos amigos devem ficar com raiva de mim, eu sei. Mas, eu prefiro lidar com tudo dessa forma, porque não quero me sentir um peso na vida dos outros.

Pelo amor de Deus, não pensem que eu acho que os meus amigos são um peso na minha vida, porque eles não são. Amo todos. Porém, na minha cabeça, eu sou um peso pra eles, então, prefiro ocultar a parte "chata" da minha vida compartilhando só as coisas boas.

Às vezes eu penso: será se eles gostam tanto de mim porque pensam que eu sou feliz o tempo inteiro? Será se apreciam minha companhia porque eu nunca consigo dizer não? 

Tudo isso que eu escrevi deve soar como carência (e é!), mas... Eu simplesmente vivo com essas dúvidas, sem saber o porquê de gostarem de mim e serem tão legais, fazendo com que eu esqueça dos meus problemas e sorria pra vida sempre quando estou ao lado deles.
A foto desse post, por exemplo, é um retrato da minha felicidade ao lado das verdadeiras amizades: eu simplesmente fecho os olhos aos problemas e encaro a vida com mais fé e gratidão.

25 de novembro de 2015

James Bay: Cantor britânico que você tem que conhecer

novembro 25, 2015 10 Comentários
Pare tudo o que está fazendo e me dê as mãos, porque eu estou caindo no chão todas as vezes em que coloco o som do James Bay para tocar no meu iTunes. Esse cara simplesmente consegue me fazer chorar e sorrir ao mesmo tempo. 

Sabe aquele cantor que é “desconhecido” ainda no seu país e você sabe que é obrigado a divulgar para o mundo o seu nome/canções? Esse é o caso do James Bay, ou apenas “Bay” aos íntimos. ;) 
Bay nasceu na cidade de Hitchin, estado de Hertfordshire, na Inglaterra. Daí você já pode tirar todas conclusões de que esse garoto, de apenas 25 anos, tem todos os requisitos necessários para ser considerado o meu futuro marido. #alouka 

Se você não gosta de folk/indie, deixe o seu preconceito de lado e dê uma oportunidade ao Bay. Tenho (quase) toda a certeza de que se apaixonará logo de cara ao ouvir “Let It Go”  e “Hold Back To The River”. 
Bay está na estrada musical desde o ano de 2013, mas, somente este ano as luzes da fama se acenderam à ele. Graças a Deus! 

Só para você ter noção, o EP e álbum “Chaos and the Calm”, que foi lançado este ano, ficaram em primeiro lugar no Reino Unido e em ótimas posições na Austrália, Germânia, Bélgica... e 15º lugar no Estados Unidos. Para um cantor “desconhecido”, esse resultado é ótimo.  Ah! Ele também ganhou um prêmio da crítica britânica no Brit Awards 2015. 
Se você não conhecia o Bay, sinta-se na obrigação de acompanhar esse cantor maravilhoso. Tenho certeza de que não vai se arrepender! <3 

23 de novembro de 2015

Vida perfeita?

novembro 23, 2015 10 Comentários
Desde quando uma blogueira famosa se revoltou com a internet e começou a “falar” sobre a sua vida (nada) perfeita, eu parei pra pensar um pouco sobre a minha e a forma como as pessoas estão me julgando atualmente. 

Por exemplo: 
- se eu posto uma foto dentro de um carro mostrando a visão que estou tendo, geral não vai prestar atenção na paisagem em si, mas tentarão a todo custo adivinhar qual carro tenho ou estou usando; 

- se estou numa balada e decido fazer uma selfie com amigos, ninguém vai reparar no quão alegre estamos, e sim na jóias ou roupas que usamos.

Essas são algumas das formas de julgamento mais básicas que vejo no meu Instagram. E o que me revolta é isso: as pessoas não entendem que, ao clicar em "publicar", eu só quero compartilhar um momento legal da minha vida com quem está me seguindo. Afinal, a lógica de seguidores é essa: pessoas te acompanharem na internet pra saber o que você anda aprontando de legal (ou não).

Alcancei recentemente a marca de 10k no Instagram (ou 10 mil seguidores, como você achar melhor) e, sinceramente, isso não muda nada minha vida. Continuo sendo aquele garoto do interior, que passa o dia inteiro na internet criando conteúdo ou conversando com “estranhos”. Minha conta bancária não aumentou os zeros também... 
Porém, na cabeça das pessoas (dos meus seguidores), eu tenho uma vida perfeita e badalada, sou rico, popular... Na mente desse povo eu não sofro, não tenho desilusão amorosa... Sou simplesmente feliz pra caralho!

Confesso que minha intenção nunca foi essa. Eu nunca quis mostrar que a  minha vida é perfeita na internet. Eu apenas posto uma imagem que representa um momento importante/feliz.

O que mais me deixa triste é eu ver meus amigos me julgando através da fotos, dizendo coisas do tipo: “nossa, cara! Como você é popular. Tantas curtidas em pouco tempo...”. Eu ignoro esse tipo de coisa e tento mudar o assunto porque não me importo com isso. Nada disso apaga os meus problemas. 

A conclusão desse desabafo é: eu não tenho uma vida perfeita, tampouco uma conta bancária de dar inveja. Eu sou apenas um estudante de Direito, frustrado com o amor (saí recentemente de uma relação complicada...) e com muitas dívidas. 

20 de novembro de 2015

Essa moda pega? Roupas e sapatos com estampas de emojis

novembro 20, 2015 10 Comentários
Se você usa com bastante frequência as redes sociais e até mesmo os aplicativos de mensagens instantâneas, já deve ter percebido o quão legal (ou não!) é fazer o uso dos emojis (aquelas carinhas que têm disponíveis no teclado virtual do celular). 

A novidade é que essas carinhas “fugiram” das telinhas para as telonas (como ocorreu no clipe da Katy Perry e propagandas comerciais) e agora também estão presentes no mundo da moda. 
Não se sabe ao certo quando começou a fabricação desses produtos com estampas de emojis. Quem curte um rock ou é fã do Nirvana, já deve ter percebido que uma das camisetas de fã da banda tem uma carinha, mas elas nem chegam próximo ao que tá sendo comercializado agora. 

Na verdade, começaram a ser divulgadas bastante no início janeiro deste ano, quando a loja Betabrand começou a vender camisetas e sapatos com a estampa do cocozinho. Eu sei, é meio nojento! Mas, ó, até que ficou bonito. 
Você pensa que para por aí? Hahaha! Já tem leggins femininas, saias  e até mesmo vestidos. :D 
Sem dúvida alguma, este é o ano dos emojis!