Follow Us @soratemplates

19 de maio de 2015

4 anos de blog

maio 19, 2015 5 Comentários
Até hoje eu me lembro quando estava em casa, num domingo qualquer do mês de abril, completamente entediado e sem saber o que fazer da minha vida. Aquele era o ano de 2011 e era meu último semestre no colegial. Ou seja: estava pilhado à espera do vestibular e na incerteza de qual curso fazer, já que o dos meus sonhos teria que ser adiado.

Toda essa introdução dramática (que é a minha cara!) só para informá-los que este humilde blog completou no mês passado 4 anos. Poxa, isso é muito tempo!

Eu sei, eu sei. Não ganhei mimos com o blog, tampouco viagens, mas... sabe o que é melhor? Foi através do blog que eu conheci muita gente legal (isso é clichê) e também pude ter a certeza de que nesse Brasil réi, com certeza, tem alguém com os mesmos gostos que o meu.

Foi através deste blog que eu também fui criticado, inclusive questionaram a minha maturidade. Não quis dar atenção pro comentário na época, mas... já me chamaram de crianção e bla bla bla. O "bom" é que o comentário não me trouxe novidade alguma, porque eu mesmo me assumo nas redes sociais ser uma pessoal alegre, de bem com a vida e que sempre tenta ver o lado bom das coisas. Se isso é ser "crianção", assim prefiro ser chamado. ;)


O blog também me trouxe alguns prejuízos, principalmente na faculdade. No início da faculdade, eu preferia ficar escrevendo posts do que lendo as apostilas. Vocês sabem como são os calouros, né? Sempre acham que tudo é fácil. E não, não me arrependi, inclusive repeti o mesmo no semestre passado. #olácursodeverão

O fato é que ter um blog é meio que uma terapia pra mim. Adoro (mesmo!) escrever pra cá e também ler comentários sinceros. Não sou nenhuma webcelebridade e essa não é minha pretensão, como já devem ter percebido. Felizmente eu sei adminstrar bem a minha realidade e me conformo com o anonimato. Curso uma faculdade, trabalho com o que gosto, tenho um cantinho na internet onde algumas pessoas me acompanham... o que mais eu posso pedir? Hmmm...

Só quero que todos vocês, os que chegaram agora ou é das antigas, não me abandonem e nem deixem de acessar o blog. Podem passar dias ou  meses (anos jamais) desatualizado, mas saibam que eu sempre tenho ideias de posts e tô de olho nos comentários. Mas, a minha falta de tempo realmente tá phoda. Até uma simples academia tá ficando complicado fazer, mas isso é assunto pra outro dia.

Hoje, exatamente hoje, agradeço a todos que dedicam um minutinho pra ler minhas "bobagens". Continuem comigo, continuem não invetando desculpas pras coisas. Assumam seus erros e toquem a vida pra frente, afinal, nada vai parar pra gente organizar algumas coisas, né?! Sejamos felizes sempre, meu povo.

5 de maio de 2015

Minha vida no colegial

maio 05, 2015 4 Comentários


Eu nunca fui um estudante popular na minha época do colegial, tampouco andava com trocentas pessoas no recreio/intervalo ou era escolhido para jogar nas aulas de educação Física. Hoje isso não faz diferença alguma na minha vida, mas naquela época... naquela época eu sofria bastante por andar praticamente sozinho pela escola.

Não sei bem porque eu andava sozinho. Talvez a timidez afastava as pessoas, ou, sei lá, eu realmente gostava de ficar alone pelos corredores da escola. O "engraçado" é que nas aulas de inglês/português era diferente. Eu era o aluno que mais interagia, conversava com o professor e com os alunos da minha sala. Eu dominava o assunto, ou seja, todos me procuravam para pedir ajuda. Mas era só isso.

Rolava festa na cidade ou na casa de colegas da escola e eu nunca era convidado. Logicamente, ficava bem mal.

A verdade é que naquela época do colegial eu era muito complexado  com algumas coisas. Sempre era o mais gordinho, o mais bobão, o mais imaturo e o mais nerd. Eu me achava inferior aos outros por saber que eles tinham o corpão, iam à todas as festas da cidade e bla bla bla.

Hoje tudo mudou. De verdade. Não me preocupo mais com popularidade, pois os  meus amigos suprem essa necessidade de ser reconhecido. Também não me importo com o que acham do meu corpo. (Tô caminhando/correndo enlouquecidamente e comendo como gente normal para ter um corpo bacana, mas sem pressões...)

O fato é que viver uma adolescência meio que sozinho me fez perder aquela vontade de sempre estar rodeado de pessoas. Tipo: hoje eu não faço questão de ir à uma festa com muita gente ou até mesmo de ir ao cinema. Aprendi a gostar da minha própria companhia e fazer valer à pena tudo, independente de ter ou não milhares de pessoas ao meu lado.

Por um lado tudo isso pode ter me deixado acomodado com a solidão, mas, também me ensinou a não depender demais da atenção dos outros para realizar algumas coisas... Um dia, talvez eu dia, eu queria de verdade sempre andar acompanhando com um milhão de pessoas, mas, desde o colegial, estou bem dividindo meus momentos de profunda solidão e aqueles de profunda baderna com os meus poucos amigos!