Follow Us @soratemplates

30 de junho de 2014

Borboletas no estômago

junho 30, 2014 0 Comentários



É uma sensação quase que indescritível e só quem passou por isso sabe o quanto nos faz um bem danado, e alimenta as esperanças de que o “para sempre”realmente existe. Na verdade, é uma sensação estranha, surge meio que do nada. Para sentir essa sensação basta você amar verdadeiramente e estar ao lado de uma pessoa especial. Nada mais do que isso. Apenas amar e ter a certeza de que o sentimento é real.

 
E como não passar mal ou pensar que vai morrer ao sentir aquele friozinho na barriga? Como lidar com uma sensação que ao mesmo tempo em que é boa, faz o seu pensamento girar como uma montanha-russa?

Psicólogos e terapeutas com certeza dirão que tudo isso é loucura, mas a explicação para o friozinho na barriga, que surge quando você está ao lado de quem ama (mais conhecido como borboletas no estômago!), nada mais é do que a certeza de que a companhia da outra pessoa te faz bem, te tira desse mundo cheio de amarguras, inveja e falsidade.

Confesso que pela primeira vez em toda a minha vida eu senti as tais das borboletas no estômago. Posso dizer que foi especial e a melhor coisa que já me aconteceu. A gente fica desorientado, perde o sentindo por alguns instantes e quando volta para a realidade, volta com uma nova sensação: a de felicidade.

Acontece que, muitas vezes, a gente antecipa as coisas e nem sente essa sensação; a gente mal sabe o nome da pessoa e já quer sair por aí com ela, mostrando que está em um relacionamento “sério” e bla bla bla.

Como diria meus avós, só quem conhece verdadeiramente e profundamente alguém vai sentir o friozinho na barriga quando estiver ao lado dela.

Devo ficar feliz então por sentir pela primeira vez isso, né?! É sinal de que estou no caminho certo... Ou não!

23 de junho de 2014

“Se cuida...”

junho 23, 2014 0 Comentários



Com certeza a pessoa que “perde” tempo analisando as frases alheias deve ser considerada por muitos como idiota. Então, eu tenho o (des)prazer em assumir que eu sou um idiota. 

Idiota sim! Ou vai me dizer que passar horas e horas analisando o que foi dito/escrito durante uma conversa é coisa de uma pessoa bem estruturada?!

Contudo, eu já aceitei esse título de idiota e convivo com ele numa boa. O que me incomoda, na verdade, são mensagens deixadas entrelinhas pelas pessoas, onde a gente tem de ficar horas e horas tentando entender uma simples frase.

É o mesmo que tentar entender a frase dita por um estrangeiro. Na verdade, entender as frases é bem simples, pois a gente conta com um dicionário, já as mensagens (escritas) deixadas pelas pessoas... Você tem duas opções: ignorar e permanecer com a dúvida ou ir atrás da pessoa e, descaradamente, perguntar o que aquilo significa.

Realmente eu sou um idiota! 

Ultimamente ando pegando muito no pé do tal “se cuida”. Me sinto um filho da puta quando fico na dúvida do que realmente a pessoa quer dizer com um “bjs, se cuida!”. 

Deve parecer besteira isso pra quem vê de fora, mas pra quem está de paquera por aí, um “bjs, se cuida!” pode significar um “eu te amo”. (Como eu já disse, eu sou idiota). 

Então, quando vocês estiverem conversando com alguém por aí, lembre-se de ter o cuidado com o que vocês escrevem, pois um simples “se cuida” pode fazer uma grande diferença da vida de muitas pessoas. 


Minha dica? O melhor mesmo a se fazer é deixar bem claro que é só amizade; se a pessoa não entender, você tem a chave da porta para fechar para a pessoa não mais te incomodar. Ser sincero é melhor do que pegar o papel de babaca-que-brinca-com-os-sentimentos-alheios


É isso! Nada de mensagens entrelinhas, okay?

9 de junho de 2014

Sobre o filme “A culpa é das estrelas” e o look de Hazel Grace

junho 09, 2014 2 Comentários

 
Entrou em cartaz um dos filmes mais aguardados do ano: “A culpa é das estrelas”, baseado no livro de John Green. 
 
Após ficar o fim de semana estudando para as últimas provas da faculdade, resolvi ir ao cinema e assistir ao filme. 

Fui sozinho! Até procurei companhia, mas todas inventaram uma desculpa... No fim, foi ótimo subir no elevador sozinho, comprar pipoca, refrigerante, conversar com pessoas desconhecidas na fila... 


Felizmente, aprendi que a gente não precisa depender de companhias para ser feliz. Se estamos bem consigo mesmo, porque ficar implorando por atenção alheia?! ;)

Sobre o filme... Ele é ótimo, segue a linha histórica do livro perfeitamente e é impossível não sair com os olhos marejados. Pelo menos foi o que eu pude constatar durante a minha sessão. 

Mudando de assunto...

Vocês também gostam de analisar os looks de personagens de filmes? Faço isso com bastante frequência! E em "A culpa é das estrelas" não foi diferente! Me atentei muito às roupas usadas pela Hazel. (Também gostei das roupas usadas pelo Gus, mas as dele eram bem “normais”). 

Pelo o que eu percebi, o look usado pela Hazel foi bem alternativo. ♥-

Não sei vocês, mas eu achei muito fofo ela usando as calças com a barra dobrada até o meio da canela. Confesso que ultimamente venho fazendo muito isso para ir à faculdade...

Segue abaixo algumas fotos da tal calça com a barra dobrada





4 de junho de 2014

Madrugada, insônia e bla bla bla

junho 04, 2014 1 Comentários


Sabe aqueles momentos em que você dá uma pausa para analisar o rumo ao qual a sua vida está tomando? Geralmente comigo essa terapia (?) acontece nas madrugadas, quando a insônia entra sem avisar e eu não tenho tempo para fechar as portas para ela.
 
Agora, por exemplo, o relógio marcam às 03h28. Eu devia estar dormindo ou pelo menos estudando para as benditas provas da faculdade, mas... Neste momento estou aqui ouvindo Sleeping With Sirens (uma das minhas bandas favoritas, só para constar!) e lendo alguns escritos antigos.


Em uma das folhinhas do caderno, já desgastado com o tempo, eu reclamava sobre uma pessoa que feriu o meu coração, cujo o nome eu não lembro. Não sei se é coisa do destino, mas o que eu escrevi naquele ano (acho que em 2009) é semelhante ao que sinto e estou passando no momento. 

Engraçado! É engraçado como a gente envelhece, cresce fisicamente, mas não aprende algumas coisas, tipo a confiar menos nas pessoas... Eu acho bem louco, na verdade, tudo isso. 

Esse negócio de se apaixonar, se declarar, levar um fora, recolher toda a sua insignificância e ficar off do mundo é uma sequência que parece não ter fim. Parece, mas tem!

Eu acredito naqueles ditados bobos, sabe?! Aquelas frases que a nossa avó sempre nos diz: “as coisas certas vêm no tempo certo!”; “não apresse a galinha a por o ovo antes da hora”; “tudo o que é bom dura o tempo necessário para ser inesquecível”...

Não sei se é a insônia, a minha sensibilidade ultimamente para algumas coisas ou simplesmente a minha carência. O que eu sei é que vou seguir o que escrevi para mim mesmo em 2009 (?): 


“Eu sou forte! Passe o que passar, sempre darei a volta por cima e cantarei vitória. Pareço ser fraco, mas não sou. Talvez eu seja apenas um bobo... Tudo tem o seu tempo, então... Um dia, sei lá, qualquer dia vou aprender a deixar essa ansiedade de lado e simplesmente sentar em alguma esquina por aí e esperar as coisas acontecerem, já que eu simplesmente agindo não está dando certo.  Mas tudo bem, Adriel!  Tenha calma e foco! O que é seu, é seu e ponto final. As coisas acontecerão no momento em que o mundo perceber que você está pronto para receber. Pode demorar um tempo, mas saiba que você vai sim ser feliz (ou continuar sendo)”. 


*tão clichê a auto-citação acima, né?! Fazer o quê, eu era apenas um adolescente rebelde, cheio de dúvidas e incertezas...