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5 de fevereiro de 2019

Apresento-vos o Raphael!

fevereiro 05, 2019 5 Comentários
Nunca fui fã de plantas, do tipo que quer ter várias em casa e tals – minha mãe é que ama e tem uma infinidade no jardim. Eu achava o cultivo de plantas um saco... Porém, acompanhando algumas pessoas na internet, acabei resolvendo dar a chance aos cactos. 🌵

Quando estava no supermercado e vi uma promoção de cactos por apenas R$ 1.99, resolvi levar um pra casa (ou melhor: pra minha mesa de trabalho!). Em poucas horas eu já tinha até colocado um nome na plantinha. Foi assim que o Raphael surgiu na minha vida! ❤

O Raphael passou a ser meu colega de trabalho, pois ainda não tenho maturidade pra ser mãe de planta. ~Ainda~. Como passo muito tempo sozinho no escritório, quando bate uma deprê, olho pro cacto e sinto uma energia tão boa. É como se ele falasse comigo, sabe? Coisa de doido mesmo!!!
O mais legal de “cuidar” de um cacto é que ele é autodidata. A gente não precisa ficar regando toda hora, tirando do sol e colocando em meia-sombra e por aí vai. É bem tranquilo o cultivo! Creio que o processo é fácil e as chances de matar a planta são bem poucas, espero. 🙏

Aliás, tô amando tanto essa minha fase de véio que ando pesquisando formas de fazer o cacto ficar ainda mais lindo. Vocês sabiam, por exemplo, que tem como plantar (no mesmo vaso do cacto) mudas de flores pra fazer um “casamento” e elas ficarem ainda mais lindas? Pois é! 😍

Pra quem tá querendo começar a cuidar de plantinhas, fica alerta: sempre preste atenção quanto à quantidade de tempo em que a planta pode ficar sem água. No caso do Raphael, eu rego a cada 2 semanas, pois ele não tem contato com o sol e demora muito pra terra do vaso ficar seca. (Nesse artigo tem ótimas dicas pro cultivo de cactos.)

Enfim... Taí mais uma das minhas loucuras. Cuidar do Raphael tá sendo terapêutico e eu sofro antecipadamente só em pensar que há chances de eu mata-lo caso não cuide direitinho dele. Que venham os próximos capítulos dessa história!

1 de fevereiro de 2019

Retrospectiva de janeiro

fevereiro 01, 2019 2 Comentários
2019 nem começou direito e já estamos indo pro segundo mês do ano. Realmente o tempo tá passando muito rápido! 😟 Nesses poucos mais de 30 dias, muita coisa rolou por aqui... Teve mudança de casa, “adeus” à sentimentos antigos e reflexões (muitas, na verdade!).

Me lembro bem como foi a minha virada de ano. Fui dormir às 22h30 do dia 31/12/18 e acordei assustado com os fogos de artifícios; depois voltei a dormir e foi assim que dei boas-vindas à 2019. 😛

Não tô criando muitas expectativas pra 2019. Tenho vários objetivos em mente e pegarei firme neles. Por exemplo: quero fazer terapia semanalmente, continuar malhando e tentando me autocuidar. Mas tudo sem muita pressa, sabe? No meu tempo! 

Despedidas
Há um tempo estava sofrendo uma paixão. Pois é! Acabei gostando pra caramba de um carinha do trabalho... Pra piorar a coisa, eu tinha contato diário com ele, já que pegava carona pra vir à firma.

Decidi cortar contato pra lidar melhor com o sentimento. Até agora tem dado certo. Só não fiquei 100% bem porque na casa dele as coisas andam tensas. (Ele terminou um namoro e não superou ainda, o relacionamento com a família tá conturbado, tem drogas no meio... Mas ficarei longe! É melhor pra todo mundo, principalmente pra mim que lidei com um sentimento proibido, durante 5 meses, sozinho.) 💔
Mudança de casa
Meus pais resolveram mudar de casa e tudo aconteceu num prazo de 24h. À noite minha mãe propôs a mudança e no outro dia já estávamos com tudo empacotado. A nova casa é próxima à antiga, porém tem mais cômodos, um quintal lindo (e gramado!) e uma estrutura melhor. Amei e super me adaptei!

Outra coisa inusitada foi o lance da mudança. Minha mãe disse que mudaria à noite, mas não falou o horário. Assim que saí do trabalho, como de praxe, fui malhar. Quando cheguei na antiga casa não havia mais nada e nem ninguém. O povo mudou sem mim. Me senti num dos filmes da franquia “Esqueceram de mim”. 😂

Reflexões
Janeiro também foi um mês de reflexão. Passei muito tempo pensando sobre o rumo ao qual minha vida está tomando e decidi cortar algumas coisas, tais como relacionamentos abusivos. Sinceramente, to muito cansado de me doar à amizades que me sugam tempo, paciência, mas não se importam verdadeiramente comigo. Cansei demais.

Fico horas e horas ouvindo os desabafos alheio, mas a maioria das pessoas não ouvem o que sinto – e quando ouvem, não se importam com os meus problemas. Que “amizades” são essas?

No fim, os últimos 30 dias foram incríveis e rolou muito amadurecimento por aqui. Não espero nada de fevereiro. Quero apenas que os dias sejam incríveis pra mim, pra você... A todos nós!