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25 de setembro de 2018

Não abaixe a cabeça

setembro 25, 2018 1 Comentários
A vida anda agitada, milhares de empecilhos surgem no caminho, a gente vive reclamando dos problemas e bla bla bla. Basicamente, mais ficamos de mimimi do que enfrentamos de frente as situações difíceis. Sabe o porquê disso? É mais fácil contar derrotas no pé do ouvido de alguém do que buscar forças pra vencer a batalha. Simples assim.

Quando um relacionamento acaba por traição, por exemplo, a nossa primeira atitude é de se enfiar no quarto e se isolar do mundo. Não seria mais fácil se olhar profundamente no espelho e dizer (em tom bem alto):“Foda-se esse babaca! Sou incrível e quem tá perdendo é ele!”?

Tem também aqueles momentos de vacilo, em que a carne fraqueja e a gente se apaixona por pessoas nada a ver. A dor da paixão dói pra caramba, eu sei!  Conheço bem o lance de gostar de alguém que foi apenas “gentil”, mas na nossa mente já teve até casamento marcado.

O que tem de acontecer é a gente começar a enxergar a realidade, sem filtros. Ver o preto da cor que ele é e excluir o pink da nossa visão. Perfeito só Deus mesmo! O resto é choro, queda, luta, obscuridade e forças pra encarar a vida.



Meu amigo, a vitória não vai chegar de uma hora pra outra... Levaremos dias, meses ou anos pra nos levantarmos dos tombos diários. Só te peço pra não abaixar a cabeça e se achar um lixo.

Seja lá qual for a situação que tu esteja enfrentando (saúde, finanças, estudos, família...), apenas olhe pro céu e agradeça a Deus pela oportunidade de ter problemas e forças pra lutar. O fracasso só entra na vida daquele que cruza os braços e se acomoda!

Não se acomode e não aceite uma vida sem sentido. Procure uma luz e rumo, apenas não fique vegetando e esperando que alguém resolva a tua vida. Quem se enfiou em problema foi tu, o máximo que os outros irão fazer é te dar uma direção... A briga, a luta, o choro, a coragem e afins é tu que deverá correr atrás.
Repito: não abaixe a cabeça. Não espere o fracasso! Busque a luz, o amor, a alegria e a realização dos teus sonhos. Eu confio em ti e sei que irá longe, se realmente se empenhar nos propósitos que tu tem!

18 de setembro de 2018

Vai com calma!

setembro 18, 2018 1 Comentários
Quando a gente conhece alguém, acreditamos que agora é pra valer. Criamos tantas teorias e expectativas de que, finalmente, a felicidade aparecerá na nossa vida. Ledo engano, viu? Nada disso aconteceria se encarássemos a chegada de um novo alguém como apenas-a-chegada-de-um-novo-alguém.

A arte de ser conquistado é uma das melhores, vai por mim! Porém, a gente não espera ser conquistado; nós queremos é chegar chegando com tudo na vida da pessoa. Resultado: frustração, pois nem sempre outro está disposto a se abrir pra uma nova relação.
O que nos resta é ir com calma!

Se alguém interessante aparecer na sua vida, apenas curta o momento e se permita conhecer a pessoa; saber quais as qualidades, defeitos, o que amamos ou detestamos nela. A parte chata é que só vamos dar de cara com os “problemas” após já estar 100% morrendo de amor por alguém que, sério!, não merece nem atenção.

É necessário realizarmos um processo na hora de conhecer alguém. A gente tem que parar pra se questionar se a pessoa é ideal, se preencherá por completo o vazio que existe no nosso coração... Infelizmente, só reparamos se é bonita e pronto. Bastou beleza pra fulano ser o candidato ideal pra ficar ao nosso lado durante a vida inteira.

Eu fui/sou assim! Admiro primeiro a beleza pra depois partir pro caráter. Isso é ridículo! Estou tentando diariamente abandonar esses hábitos pra poder ter uma vida mais tranquila e me relacionar melhor com as pessoas.
Chega de admirar só beleza! O exterior de alguém não é mais importante do que o interior, bondade e gentileza. Permita-se conhecer o interior de alguém antes de reparar apenas um rostinho/corpinho bonito. ;) 

14 de setembro de 2018

Semana de reflexões e amadurecimento

setembro 14, 2018 1 Comentários
Que semana foi essa? Alguém me explica, por favor! Pensei que eu não conseguiria chegar até o fim dela, porque, nossa!, foram muitas crises por aqui. A minha autoestima foi lá no chão e não queria mais voltar. Por diversas vezes me senti um lixo de ser humano. De vez em quando esse pensamento volta, mas tô tentando exercitar as lições que aprendi no decorrer dos dias.

Nunca havia passado por nada do tipo. Sério. A minha fome simplesmente não existia. Eu não queria saber de comer, tampouco viver. A única coisa que pensava era: por que eu sou essa droga de ser humano?

Muita gente me ajudou a chegar até esta sexta-feira. Muitas mesmo. Foram inúmeras mensagens e ligações pra falar sobre meus problemas. Pra você ter noção, eu separei o número de vários psicólogos e psiquiatras, pois eu simplesmente não consiga focar em nada e estava 100% perdido.
Trabalho

O meu rendimento no trabalho foi uma droga. Não consegui finalizar muita coisa, mas fiquei muito feliz por ver que meus colegas de equipe são humanos e compreenderam a minha bagunça mental. Não cheguei a comentar sobre meus problemas, mas há uma conexão por aqui. Talvez seja por isso que nos damos tão bem e criamos projetos incríveis na firma.

Estou encerrando essa semana muito otimista. Nos próximos dias darei um passo importante pra realizar alguns objetivos... Não quero falar sobre, porque acabei de ter a ideia e ainda irei me organizar financeiramente. O que posso adiantar é que não quero mais passar por essas bad  que acabam atrasando os meus planos!

Pra terminar esse relato sem pé e cabeça, aqui vou o meu recado pra quem tá sofrendo por algo ou alguém:
Nenhuma luta deve ser menosprezada. Mesmo que tu esteja doido da cabeça, tire um tempo pra ouvir quem tá do seu lado. Saiba que tu pode ajudar pra caramba aquele outro ser que, talvez, está pirando mais do que você! 😘

7 de setembro de 2018

O flagra – Parte II (final)

setembro 07, 2018 0 Comentários
A dor que eu senti foi horrível. Decepção, nojo, coração machucado... Não desejo a ninguém passar por toda aquela situação. Me entreguei totalmente ao Cássio e só ganhei ingratidão! Foram 4 anos de ilusão e mentira! Só consigo pensar em como-ele-pode-fazer-isso-comigo? Por que me usou? Por acaso eu sou qualquer coisa ou um lixo?

Após eu bater na traseira do veículo estranho e gritar o quanto o odiava, Cássio me pegou pelo braço e me levou para a calçada. A cara de pau era tão grande que ainda tinha coragem de pedir pra eu calar boca. Oi? Eu o peguei no flagra com outro cara!

“Há quanto tempo aquilo estava acontecendo”, perguntei a ele já voltando a chorar descontroladamente.

- Se acalma, Paula! Não é nada do que tu está pensando. O Gabriel apenas queria aprender a beijar! Tá louca que eu iria te trair? Não confia em mim, cara? – Cássio soltou essa desculpa como se, magicamente, eu fosse acreditar.

Hahaha! Ensinando alguém a beijar? Aliás, quem é Gabriel? Não me contive e acabei soltando um grito bem alto.

- VAI TE FODER, CÁSSIO! Tu acha mesmo que eu caio nessa? Não, não, meu amigo! Tu é um filho da puta que não serve nem pra foder direito! – Quando eu ficava com raiva, não sabia segurar as palavras. Elas simplesmente saiam. E eu achava o Cássio um frouxo mesmo. Não só por ter me abandonado, mas por não encarar a vida de frente.

- Tudo bem se você pensa tudo isso sobre mim... Parece que os nossos 4 anos de relacionamento não significaram nada pra você! Eu sei que sou meio esquecido e não ligo muito pra data, mas eu estava lembrando, sim, do nosso aniversário de namoro. Só que... – Cássio parou de falar e encarou o chão, como se quisesse segurar as lágrimas.

Eu já não estava entendendo mais nada. Gabriel? Beijo? Traição? O que estava acontecendo ali?  Me senti uma completa idiota e um pouco envergonhada, confesso. Se realmente Cássio estivesse ensinando o rapaz a beijar, o que seria do nosso futuro? Eu simplesmente não conseguia me imaginar longe do meu namorado. Ele era o meu porto seguro, o meu tudo.

- Sinceramente, Paula, acho melhor a gente dar um tempo! Depois de hoje, não sei muito bem o que pensar sobre você e o futuro do nosso relacionamento. Ando de saco cheio do trabalho, da faculdade, do meu pai pegando no meu pé... Você era a única pessoa que sempre me compreendia e eu amava estar ao lado. Mas hoje percebi que estava enganado.

“Te desejo toda a sorte do mundo, sério. Você é uma garota incrível e merece alguém também incrível. Não acho que sou a pessoa certa pra ti. Não agora. Quero um tempo pra colocar as coisas em ordem, e acho que você vai precisar também!”, disse a pessoa que até pouco tempo atrás fazia planos comigo pro futuro.



Assim que Cássio terminou de dizer o que sentia, percebi que ele precisava de apoio emocional. Infelizmente, eu não era a pessoa certa pra ajudar naquilo.

Eu o deixei ir. Deixei ele passar pelo portão e não corri atrás. Eu não tinha força, tampouco coragem. Eu simplesmente queria sumir dali ou poder voltar atrás pra não ter feito nada daquilo.

Impossível! Já aconteceu!

Acho que perdi o Cássio pro meu medo bobo de viver sozinha. Agora, querendo ou não, terei de me virar sozinha. Terei de pagar o conserto do carro do Gabriel, dos meus pais e voltar ao psiquiatra.

Quem era o Gabriel? Apenas um amigo do trabalho do Cássio. Realmente ele queria aprender a beijar naquela noite, pois iria sair pela primeira vez com um peguete do Tinder.

5 de setembro de 2018

O flagra

setembro 05, 2018 2 Comentários
O dia estava bem propício para tomarmos uma sopinha durante o jantar. Há dias não chovia na cidade... Aquela noite seria uma ótima oportunidade para fazer o prato preferido do Cássio. Desde cedo eu vinha pesquisando algumas ideias práticas e simples, já que eu não manjava tão bem quando o assunto era culinária.

O meu intuito principal era fazer um jantar à dois e depois assistir à uma comédia romântica. Eu gostava do gênero e, bem, o Cássio fingia que também curtia. Não tinha como dar errado: comida gosta + filme bobinho = casal feliz.

Naquele terça-feira, eu e o Cássio estávamos completando 4 anos de namoro. Para muitos pode ser só mais uma data qualquer, já para mim significava muita coisa, pois em breve daríamos um grande passo no nosso relacionamento. Sim, estávamos planejando um casamento para o mais breve possível, assim que eu e ele terminássemos a faculdade.

18h em ponto o Cássio estava na frente do meu trabalho. Ele era tão lindo. O seu sorriso ganhava qualquer pessoa com facilidade. Diariamente ele me levava e buscava no trabalho. “Um príncipe”, minhas amigas diziam. E eu acreditava nisso. Me sentia orgulhosa por trabalhar numa empresa grande, ter uma família maravilhosa e um namorado que me acompanhava desde quando havia terminado o colegial.

Já dentro do carro, Cássio olhou para o retrovisor e arrumou o seu cabelo pela trigésima vez. Ele era vaidoso do tipo que usava pó compacto e batom da cor dos lábios. Sinceramente, não via nada de errado nisso. Ele ficava ainda mais lindo quando se produzia.



- Oi, amor! Como foi o seu dia? – ele me lançava essa pergunta todos os dias, antes de colocar a minha franjinha para o lado e me beijar.

A voz do Cássio não era grossa, mas também não era afeminada. Ele tinha uma voz agradável de se ouvir. Eu o amava por completo, até mesmo suas falhas. A barba dele era mal feita, mas o deixava ainda mais incrível. Em mim habitava um amor inexplicável.

- O dia foi puxado, amor, mas eu estou bem! O que você vai fazer mais tarde? – perguntei por perguntar, pois sabia que ele iria propor algo para comemorarmos o nosso aniversário de namoro.

- Na verdade, tô bem cansado! Vou pra casa tomar um banho, terminar meu TCC e depois dormir. E você? Vai pra faculdade hoje? Fiquei sabendo, no grupo da sala, que não teremos aula! – ele me respondeu friamente, como quem não lembrava da comemoração de logo mais.

Durante 4 anos de relacionamento, todas as vezes o Cássio esqueceu a data. A justificativa era de que estava sobrecarregado no estágio que fazia na empresa dos tios. Eu o compreendia! Eu também sempre andava esgotada. Mas, porque ele não esquecia da data de aniversário do seu amigo Gustavo, da data de casamento dos pais ou, indo mais longe, dos compromissos marcados com o seu personal? Era injusto isso!

Meio como quem não queria nada, disse que iria à faculdade entregar um trabalho e logo voltaria para casa também, pois estava cansada. Não falei para ele sobre o nosso aniversário de namoro, mas confesso que me bateu um desanimo.

Eu me doava 100% àquele relacionamento, porém, Cássio vacilava algumas vezes. Aniversário de namoro ele esquecia, meu aniversário ele já esqueceu uma vez... Em alguns momentos eu me sentia como um nada. Parecia que ele não me queria por perto. Contudo, quando estava na frente dos outros, ele me tratava como uma princesa, ou melhor, me usava como um troféu, como se tivesse ganho o maior prêmio da loteria.

Após ele me deixar em casa, subi pro apartamento dos meus pais e me tranquei no quarto. Chorei um pouquinho, o suficiente para deixar os meus olhos vermelhos e a maquiagem toda borrada. Fiz uma rápida oração pedindo ajuda a Deus. Não aguentava mais viver naquela insegurança. Me sentia bem ao lado de Cássio, mas em algumas vezes eu não o conhecia.

Inexplicavelmente, me bateu uma vontade incontrolável de conversar com Cássio e explicar o que se passava na minha mente. Durante as sessões com a minha terapeuta, ela dizia para eu não guardar mágoas e pensamentos ruins. O certo era me esvaziar sempre.

Peguei a chave do carro dos meus pais e fui para o estacionamento. Esqueci bolsa, carteira e celular. Quando fui perceber, já estava dentro do veículo. Eu só queria falar pro Cássio que ele era o grande amor da minha vida e que eu queria casar com ele. Eu só o queria ter para sempre na minha vida, pois já não conseguia ficar longe dele. Diariamente eu contava as horas para estar com ele.

Quando cheguei ao quarteirão da casa do Cássio, avistei um carro parado em frente à sua casa. Não reconheci a placa, mas imaginei que deveria ser de alguma amiga da irmã dele.

Estacionei logo atrás do carro desconhecido e fui andando rapidamente rumo ao interfone da casa do Cássio. Quando cheguei próximo ao veículo que eu não conhecia a placa, vi uma movimentação estranha dentro. Os vidros eram pretos, mas deu para perceber que haviam dois homens se beijando.

Uma mão se mexeu dentro do veículo. O relógio era inconfundível. Aquele era o relógio que eu havia dado para o Cássio no nosso último aniversário de namoro. Fiquei sem chão, literalmente. Saí correndo para dentro do carro dos meus pais. Me faltou ar, me faltou força, me faltou luz.

Liguei o carro, coloquei na marcha-ré e depois engatei para primeira. Acelerei o máximo que pude e bati com tudo na traseira do veículo desconhecido. A pancada foi muito forte, o suficiente para acionar os icebergs do meu carro.



Após a batida, saí do carro e fui em disparada ao veículo até então desconhecido. Respirei por 2 segundos, acho, e abri a porta ao qual estava Cássio. Ele tinha um corte no rosto. Nada muito grave. Puxei ele para fora e disse tudo o que estava preso por muito tempo dentro de mim.

- Seu filho da puta! Você poderia simplesmente ter me largado, evitando me enganar por 4 anos. Você não vale nada, Cássio! NADA! Eu te amava até alguns segundos atrás; agora eu te odeio. TE ODEIO! Some da minha vida e nunca mais apareça. Fique tranquilo! Guardarei seu segredinho...


 

3 de setembro de 2018

A gente muda, sim!

setembro 03, 2018 1 Comentários
Mudança é algo natural na vida do ser humano; diariamente ele passa por várias, da troca de clima até a oscilação do humor. Não entendo o motivo de ter medo de sair da zona de conforto e, enfim, enfrentar o desconhecido. Onde ficam os aprendizados de quando era criança? As palavras de incentivos que os nossos pais davam, enquanto torciam pra andarmos na bicicleta, sem cair!?

Mudar é bom, principalmente quando decidimos ser/ter algo novo, exclusivo. Mudar de casa, corte de cabelo, trocar de carro ou até mesmo de curso na faculdade. A mudança tem de partir da gente e com intuito único de nos trazer comodidade e alegria. Nada forçado é legal!

Quando bater vontade de morar numa casa maior/menor, vá em frente! Quando quiser testar um novo visual, não deixe de pedir a opinião de um amigo próximo e confiável - mas saiba que a decisão final é sua. Se quiser comprar um carro mais moderno, consulte suas finanças e não tenha medo de pedir um crédito maior no banco. O seu curso na faculdade é chato? Olha, ninguém está apontando uma arma para sua cabeça e te obrigando a frequentar as aulas.


Não tenha medo!


Mude sempre que puder! Por mais que amanhã você se sinta mal com alguma atitude tomada hoje, siga os seus passos e instintos. Ninguém sabe o que é melhor - e mais urgente -  pra você do que você mesmo. (Clichê? Sim, mas o que seria da vida sem os clichês?!)

O mundo tá girando diariamente, fato. O que isso significa? Todo dia ele te proporciona milhares de possibilidades. Então, não tenha medo de experimentar suas vontades. Há alguns desejos que são um pouco complicados, pois não dependem apenas da sua força vontade, e sim de condições financeiras. Mas, e aquele curso de pintura gratuito que a prefeitura da sua cidade oferece? Ok que sessões de terapias são caras, mas... Por que não um curso sobre algo que você nunca pensou em estudar e que, de quebra, é de graça? Quem quer consegue, que não quer inventa muitas desculpas!

A verdade é que o ser humano está acostumado a viver estagnado, sem coragem e interesse em progredir. Enquanto isso, as pessoas de bem com a vida já descobriram o benefício da mudança e, diariamente, estão renovando seus sonhos e conquistando coisas incríveis.

E você: até quando vai sonhar e manter esse medo de mudar (pra melhor!)?