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30 de novembro de 2016

Como eu seria no Big Brother Brasil

novembro 30, 2016 12 Comentários


Tem quem ama, mas também há aqueles que odeiam o início do ano, pelo simples fato de que mais uma edição do Big Brother Brasil chega junto com novas subcelebridades, pra darmos likes e deslikes como se fosse no Tinder.

Não serei hipócrita em dizer que não assisto ao reality show, porque sou um daqueles telespectadores que, em dias de paredão, tomam calmantes e assistem ao programa com um terço na mão (não que eu tenha rezado um terço inteiro no paredão da Siri x Alemão).

Outro dia comentei lá no Twitter sobre a (im)possibilidade de eu participar do BBB. Pra minha surpresa, algumas miga-loucas responderam que assistiriam ao programa só por causa de mim. Sendo assim, passei uma madrugada inteira analisando o meu perfil, chegando a algumas conclusões sobre como euzinha seria na casa.



Provavelmente seria o primeiro eliminado, porque ficaria o dia inteiro na piscina, falando mal de todo mundo e curtindo preguiça... Ah, mas com certeza iria falar daquelas muié com fio dental enfiado na bunda e dos homens com volumes assustadores na cueca. Ou seja: barraco na certa.

Durante as festas iria aprontar muito, e nem precisaria beber cachaça, porque só o cheiro já me deixaria louca. Com certeza iria falar também sobre os meus crushes, a dificuldade de viver no interior e contar sobre a primeira vez em que andei de avião (Não andei ainda. A primeira seria indo para o BBB! #sonho)

Publicidade a todo instante

Vocês acham mesmo que eu iria pro BBB só pra rebolar minha bunda? Não mesmo!!! Quem tivesse assinatura do pay per view, certeza que me veria falando o tempo todo no link do meu blog, redes sociais e perfis das miga-blogueiras-desconhecidas. Mamãe me ensinou a ser esperta, então, melhor sair do reality com fama de Sônia Abrão (fofoqueira e marqueteira) do que pobre, desconhecida e lascada. #esperta



Youtuber imaginário

Se fora da casa tenho preguiça de Youtuber, lá dentro eu me tornaria um. O plano é o seguinte: toda semana iria parar na frente de alguma câmera da casa do BBB e gravaria meus próprios vídeos pra um canal. O povo da minha assessoria teria só o trabalho de editar tudo e disponibilizar na internet. Resumo: iria pro reality “descansar” e investir no meu futuro. ;)
Pra não me alongar ainda mais, se um dia o Boninho (diretor do BBB) me convidasse, com certeza toparia. É claro que as probabilidades não passam de 0,1%, mas, deixa eu ir lá no Twitter enviar o link deste post pra ele. Vai que rola. :P

 

23 de novembro de 2016

Nostalgia: coisas que só os calouros fazem na faculdade

novembro 23, 2016 12 Comentários

Mal acredito que no ano que vem estarei terminando a faculdade de Direito. A vontade que tenho é de fazer festa em alguma avenida-principal da minha cidade, só pra mostrar a todos que, mesmo com tantas quedas, consegui concluir algo na vida. Sério. Foram dias de glória, luta, choro, MUITA preguiça e determinação. #eufuieutava



Mas, vem cá! Você já percebeu que com o passar do tempo a gente vai perdendo alguns hábitos que tínhamos na época de 'meros calouros'? Então... Segura agora na minha mão, remexe lentamente o popô e vamos lá recordar alguns fatos. :)


Xerox e mais xerox

Se você já fez/faz um curso superior, sabe muito bem o quanto as moedas são preciosas nos primeiros períodos. Menina, é uma enxurrada de xerox que tu vai se arrepender por ter deixado R$ 0,20 centavos de troco na cantina. #pobrezaextrema

Acontece que quando chega no fim do curso, você passa a tirar xerox apenas do urgente. Não é nem do essencial: somente da matéria que o professor deixará pesquisar durante a prova ou algum trabalho urgente. Só.



Horário de entrada? Que isso?

Calouros estão sempre antecipados, né? Seja com o material que o professor passou pra estudar ou até mesmo no horário de entrada. Na época em que entrei no curso de Direito, chegava na faculdade com (no mínimo) 20 minutos de antecedência. Claro que eu levava um chá de cadeira

Ainda bem que o ser humano muda. Com os milhares de minutos de espera, a gente aprende que melhor do que se antecipar, é atrasar. Só não vale chegar no horário em que o profs. está fazendo a chamada. Aí é azar.

Look do dia aqui não

Os homens nem tanto, já as mulheres... Tenho certeza de que as calouras passam um bom tempo se arrumando antes de irem à aula. É como se estivessem participando de um desfile, sabe?! Chapinha, vestido novo, unhas feitas... Todas dyvas!

Já no fim do curso, é olheira pra cá, estresse pra lá... Botinhas no estilo RBD? Nopes, rasteirinhas são as escolhas preferidas!
No fim, estudar em uma das melhores coisas da vida, seja no primário, ensino médio ou na faculdade. O importante mesmo é sempre estarmos aprendendo algo: nova língua, novos conhecimentos, entendo a dimensão do mundo e, principalmente, como cada ser humano funciona. :)

 

18 de novembro de 2016

Resenha: "Animais fantásticos e onde habitam" (Sem spoilers)

novembro 18, 2016 20 Comentários

O primeiro sentimento que surge no coração dos fãs de qualquer saga, ao saber que a franquia se estenderá em novos filmes, é: medo. Quando anunciaram o novo "Star Wars’" ou "O Hobbit", o que muitos sentiram, além da euforia com a notícia, era o medo do fracasso e que os novos filmes pudessem “estragar” as boas memórias vividas no passado.



Com "Animais Fantásticos e Onde Habitam" não foi diferente. A geração de adultos de hoje cresceu lendo, vendo ou ouvindo referências ao mundo mágico de J.K. Rowling, através do bruxinho mais amado do planeta: Harry Potter (atrás de Merlin – e das barbas dele, é claro). A franquia Harry Potter, durante seus dez anos de duração nos cinemas, trouxe recordes absurdos como quando alcançou a maior bilheteria de todos os tempos em 2011 e também quando tornou a sua autora, J.K. Rowling, a primeira pessoa bilionária escrevendo livros. Toda essa pressão transformou as expectativas de sucesso para os novos filmes da franquia monstruosos pois, muita coisa poderia dar errado e nem mesmo os fãs mais ferrenhos poderiam salvar.


Ainda não sabemos se "Animais Fantásticos" será um sucesso de bilheteria, pois é muito cedo para nos impressionarmos com números ou para termos medo deles. Mas, uma coisa podemos afirmar: a magia está de volta!



O filme traz todos os pequenos detalhes que faziam falta na vida dos fãs da saga: o relógio, que ao invés de marcar as horas nos diz se há perigo próximo ou não (#saudadesToca), os elfos domésticos, os duendes, os movimentos e as batalhas com varinhas e, claro, referências à Hogwarts e Albus Dumbledore.


A trama de "Animais Fantásticos e Onde Habitam" acontece setenta anos antes do filme e livro "Harry Potter e a Pedra Filosofal". Newt Scamander, o nosso protagonista, está visitando Nova York pela primeira vez afim de buscar e catalogar animais mágicos para compor o seu livro, que no futuro tornaria-se livro didático em Hogwarts. A atuação de Eddie Redmayne é impecável, você realmente acredita na timidez e pureza que ele emana, e a relação dele com Tina, Queenie e Jacob é muito bem construída ao longo da trama.



Estávamos acostumados com crianças, magias e enredos limitados pelo o que a idade deles permitia, porém, em "Animais Fantásticos e onde habitam" vemos uma relação mais difícil de moldar, a amizade entre adultos... Até mesmo os feitiços são diferentes e mais complexos, alguns a gente nem sequer ouviu falar, o que dá para a roteirista (amém, J.K.) vários ganchos para criar e moldar os novos filmes.

Não vamos nos ater às polêmicas envolvendo a escalação de Johnny Depp para os próximos filmes (aliás, ele faz uma pequena aparição neste), todas as controvérsias e ameaças de boicote ao filme não estragam o enredo. "Animais Fantásticos e Onde Habitam" cumpre bem o papel a que veio e saímos da sala do cinema com um gosto de quero mais.
Você nunca assistiu a Harry Potter e acha que este filme não é para você? Está errado! "Animais Fantásticos" não deixa pontos cegos e nem te enche de informações que você não consegue entender, tudo o que novos e antigos fãs precisam saber está presente.

14 de novembro de 2016

O que Harry Potter significa para mim?

novembro 14, 2016 14 Comentários


Quando eu digo que a saga Harry Potter mudou minha vida, muitos pensam que eu falo restritamente do bruxinho principal da história, mas, o que eu sinto vai muito além dele. O universo de Harry Potter é repleto de magia, amor, ensinamentos e conforto.

Quando você é uma simples criança, daquelas que tem medo de tudo e não se encaixam em padrões, automaticamente você tenta encontrar conforto nos livros, as horas roubadas na biblioteca são as melhores. Lá, você conhece jovens que como você, sofrem por não serem iguais à maioria ou não serem amados tanto quanto desejam. Em Harry Potter, acompanhamos a história de um menino que vive em um armário embaixo da escada, com uma cicatriz em forma de raio na testa e magricelo. Ele não é amado pelos tios, é maltratado pelo primo e tudo o que ele tem é de segunda mão.



Harry me fez ver que a vida que eu tinha e eu achava ser dolorosa demais, não era exatamente tão dolorosa assim. Eu tinha uma casa, uma mãe amorosa... rígida, mas amorosa e embora eu não tivesse amigos fora dali, eu tinha um conforto dentro do lar e nem isso, ele tinha. Harry então, é surpreendido no seu aniversário de 11 anos com a notícia de que ele é um bruxo, que seus pais verdadeiros não morreram em um acidente de carro e na verdade eles sacrificaram suas vidas para salvá-lo. Harry fora amado de uma forma tão profunda e verdadeira que a palavra “eu te amo” não foi necessária para comprovar.

A saga me ensinou que o amor não está em palavras, aquelas que muitos tentam desesperadamente ouvir mas sim, no abraço apertado e no sacrifício. Harry então vai para uma escola, uma escola especial, uma escola de magia e bruxaria e lá ele aprende a canalizar a magia que existe dentro dele. Ele aprende feitiços, faz amigos e entende que pode ser feliz sem precisar fingir ser alguém especial, ele só precisa ser ele mesmo. O-menino-que-sobreviveu também encontra a dor, o desafio e o medo, ele vê o assassino de seus pais que a todo custo tenta mata-lo também. Ele se vê tentado pelo mal, se vê enfraquecido pelo desespero, mas não desiste.



Harry entende o verdadeiro valor da amizade e do quão importante ele é na vida de quem o rodeia. Nem tudo também gira em torno do pequeno bruxo, vemos personagens cheios de carisma e cicatrizes que mesmo depois de tanto sofrimento conseguem sorrir, conseguem ser bondosos e você se apega à eles. Eu, particularmente, gostaria de conhecer o Dumbledore, mais do que ao Harry... Pois, ele se doou tanto e pouco teve amor que eu gostaria de perguntar à ele: “Como você conseguiu amar tanto?”. Nos livros você aprende que aparência não define caráter, que inteligência não te faz insensível, que a verdade sempre vem à tona e tudo o que amamos, volta... Talvez, não da forma que desejamos.

Bravura, lealdade, alegria, diversão, união, amor e doação. O mundo mágico de J.K Rowling te conquista não pelos efeitos especiais ou feitiços e fórmulas de poções, mas sim pelo toque humano e real que encontramos todos os dias, no nosso dia a dia. Somos tão mágicos quanto os que possuem varinha, vassouras e vestes especiais de bruxo pois, cada um de nós pode transformar a vida de quem está próximo em trevas ou em luz.
E, mesmo se você nunca leu Harry Potter saiba que Hogwarts sempre estará lá para recebê-lo, basta você querer.

7 de novembro de 2016

Quando a gente deseja ser mais do que amigo

novembro 07, 2016 24 Comentários


É meio que impossível a gente não se apaixonar na vida, né? É impossível também não sentirmos uma atraçãozinha por um amigo ou aquela pessoa mais “chegada” a nós. Pode confessar sem medo, vai!


Comigo, essas paixões surgiam por carinhas héteros, que davam corda às minhas brincadeiras, porém, logo me viravam as costas quando percebiam o meu interesse. E que bom que eles desapareciam, né? Seria horrível continuar convivendo ao lado deles (e também nem era amizade verdadeira...).


Após muitas quedas, aprendi a deixar os héteros de lado e conheci mais gente do mundo gay. Só que até agora me pergunto o motivo de tal atitude, porque tudo piorou. Basta eu ver alguma beesha louca interessante que lá estou eu ouvindo músicas deprê e pensando nelas. Talvez esse lance de se apaixonar seja doença...


Mais vamos lá ao que importa! ;)


casal


O boy da vez se chamará Júnior (porque eu não sou louca de divulgar o nome real pra ser processada). Digamos que Jr. é um amor de pessoa, sempre compreensivo, atencioso e prestativo. Ele seria aquele tipo de pessoa ideal pra gente entrar na igreja com o vestido mais lindo do mundo.

Acontece que Jr. não me enxerga como outra coisa além de amigo. Pra ele, Adriel não passa daquele carinha engraçado, polêmico e louco da internet (e não, não moramos em cidades diferentes!). É complicada a situação porque a anta aqui já deveria ter entendido tudo isso, mas vá lá falar pro coração essas verdades... ele não entende!

Não estou sofrendo de amores, tampouco deixando de viver por isso. Se a situação tivesse acontecido há um ano, era capaz de eu estar deixando tudo de lado só pra sofrer por esse lance. Mas eu mudei. Graças a Deus.

Pra atualizar vocês da situação, eu e Jr. estamos assim: sei do sentimento que tenho por ele; ele também sabe do meu por ele (não é possível que as milhares de músicas que mandei não o tenha feito cair na real). Porém, não vou ceder e nem falar que estou curtindo-o. Duvido muito que ele também falará alguma coisa.
No fim, o lance não dará em nada (nem beijinhos!), mas, né, estamos aqui é pra amar, apaixonar, quebrar a cara e depois ir pros bar beber. Ou tô fazendo tudo errado?