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30 de outubro de 2016

Resenha: Simon vs. a Agenda Homo Sapiens (2015)

outubro 30, 2016 10 Comentários

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Sinopse: Simon tem dezesseis anos e é gay, mas ninguém sabe. Sair ou não do armário é um drama que ele prefere deixar para depois. Tudo muda quando Martin, o bobão da escola, descobre uma troca de e-mails entre Simon e um garoto misterioso que se identifica como Blue e que a cada dia faz o coração de Simon bater mais forte. Martin começa a chantageá-lo, e, se Simon não ceder, seu segredo cairá na boca de todos. Pior: sua relação com Blue poderá chegar ao fim, antes mesmo de começar.

Agora, o adolescente avesso a mudanças e apaixonado por biscoitos Oreo precisará encontrar uma forma de sair de sua zona de conforto e dar uma chance à felicidade ao lado do menino mais confuso e encantador que ele já conheceu.

Uma história que trata com naturalidade e bom humor de questões delicadas, explorando a difícil tarefa que é amadurecer e as mudanças e os dilemas pelos quais todos nós, adolescentes ou não, precisamos enfrentar para nos encontrarmos.

O ano está quase no fim e estou montando um estoque de livros para as férias. Essa semana chegaram cinco, entre eles o que eu estava mais ansioso para ler: Simon vs. a Agenda Homo Sapiens. Venho o namorando há um bom tempo e simplesmente o devorei, do dia em que chegou.

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A premissa parece clichê, mas o livro pode ser considerado tudo, menos clichê. Dilemas que a maioria enfrenta estão presentes na vida de Simon, um garoto comum e meio sem sal, mas o desenrolar é sempre uma surpresa. Me identifiquei muito com o gosto musical do Simon – a autora sempre menciona músicas que ele está ouvindo, a maioria folk e indie rock. Uma das coisas que mais me chamou atenção sobre sua personalidade é que ele não é do tipo que se vitimiza. Para um adolescente, ele se mostra muito bem resolvido com sua sexualidade, apesar de ninguém da sua família ou do seu círculo de amizade saber de fato.

O livro foi escrito pela Becky Albertalli, uma psicóloga americana especializada em tratar casos de crianças com não conformidade de gênero. Acredito que essa bagagem lhe permitiu explorar uma visão bastante sensível do universo LGBT. Os dilemas enfrentados por Simon são abordados com muita leveza e uma dose equilibrada de bom humor.

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Alguns aspectos do livro me incomodaram um pouco, por exemplo, a maneira um tanto abrupta com que Becky insere vários personagens na história. Simon é um garoto popular, anda com muita gente e transita por diferentes tribos. Os personagens de todas essas tribos são apresentados, quer tenham muita importância ou não na trama. Isso me incomodou porque há diálogos de várias pessoas onde as falas não são identificadas, então se você não tiver uma atenção redobrada, você se perde na leitura, pois não sabe quem está falando, quem acabou de entrar na conversa. Eu até curto esse traço nas narrativas, de não identificar falas de personagens com "fulano disse", "beltrano respondeu" – torna a narrativa em primeira pessoa mais imersiva –, mas se adequa melhor quando o diálogo se dá entre duas pessoas. Em diálogos de três ou mais, fica complicado para o leitor. Eu, particularmente, costumo me perder e tenho que reler trechos, o que causa um certo desconforto.

Outro aspecto que me incomodou é que a trama demora um pouco a engrenar, mas do meio pro fim você não quer parar de ler. A autora soube instigar muito bem a curiosidade do leitor.

Os últimos capítulos do livro são muito fofos. Eu me pegava dando uma risadinha ou suspirando em vários momentos, o que acabou fazendo com que eu me apaixonasse pela leitura, apesar dos pesares.

Aos românticos que curtem histórias com temática LGBT, super indico Simon. vs a Agenda Homo Sapiens 😊

28 de outubro de 2016

Hey, mas foi só uma ilusão perfeita mesmo? Gaga e seu novo "JOANNE"

outubro 28, 2016 20 Comentários

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A tarefa mais difícil de um artista talvez seja impor seu estilo ou dizer seus propósitos ao público. É algo necessário, não? Você divulga antes de lançar e, inevitavelmente, precisa dizer o que está fazendo. E convenhamos, não é sempre que dá certo uma mudança de estilo. O retorno financeiro ,infelizmente, conta e acaba travando qualquer possibilidade artística out of the box. Sem contar os haters gratuitos de vida vazia que rolam pela rede. Resultado? Prisão. Prisão criativa. Somado de uma pressão incrível de se superar sempre. Algo perigoso.


Lady Gaga simplesmente conseguiu reverter milagrosamente todo esse quadro de clausura pós-ARTPOP, lançando mão de uma carreira até então super mainstream/pop/jovem para se aventurar em outras áreas como o jazz ("Cheek to Cheek") e a atuação ("American Horror Story: Hotel"), que espetacularmente acabaram dando muito certo.lady-gaga-blog-header


"Joanne" surge no momento certo. Ele não é apenas mais um exercício de procura por novas influências. Ela não está saturada e sem saber pra onde ir. Não! Quem é fã de verdade vai reconhecer muito da fase "Red and Blue" antes da fama, momento em que ela já tocava em pequenos bares e pôde agora ter o mesmo gostinho na Dive Bar Tour em parceria com a cerveja americana Bud Light.


Seu quinto trabalho de estúdio (se considerarmos The Fame Monster apenas um EP de The Fame) "Joanne" tem o nome de sua tia, irmã de seu pai, que faleceu muito jovem e deixou uma carga dramática enorme em sua família. Gaga já contou em várias entrevistas a existência de um vínculo com ela mesmo não a tendo nunca conhecido. Joanne morreu por lúpus, uma doença degenerativa que também acomete a cantora. A segunda explicação: este é seu nome do meio. Então, pela lógica, a artista consegue expor seu "meio", sua essência, aquela sem ser rebelde e sem ser certinha. Apenas seu centro. Seu equilíbrio.


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Indiscutivelmente mais adulto e intimista, a nova era trouxe influências explícitas do country (talvez em sua maioria), funk (o norte-americano, não o brasileiro, em "Dancin' In Circles"), folk, um pouco rock ("Perfect Illusion" que assustou a muitos Little Monsters de início) e mesmo a pop ("Diamond Heart"). É uma tracklist acima de tudo hamoniosa e coerente quando ouvida sem interrupções. Suas canções direcionam o ouvinte mais nostálgico pra um tempo em que os ritmos eram outros. Eram mais marcantes, melodiosos. Já ouviu aquela expressão "não se fazem mais músicas como antigamente?". Pois é. Ela fez. (Ouça, por exemplo, Hey Girl -- com a participação de Florence Welch). Aqui não somos expostos a apenas efeitos sintéticos pra dançar na balada. Aqui há piano, há uma voz crua que soa como se cantasse ao seu lado, há uma vibe mais acústica ("Million Reasons"), há saxofone (qual personalidade jovem e mais conhecida da indústria musical de hoje tem a audácia de usar sax em suas composições? Qual foi a última vez que você ouviu isso?). Acima de tudo há um intenso sentimento na forma de contar todas essas histórias.


Impossível não embargar a voz ao ler com atenção a letra que dá nome ao CD. Nela, Gaga pede que Joanne pegue em sua mão e fique em vez de ir para o céu. "Cada pedacinho de meu coração machucado precisa mais de você do que os anjos". Acaba por contar que, no final das contas, ambas sabem que se fosse possível ficar, ela ficaria.


NASHVILLE, TN - OCTOBER 05: Songwriter Hillary Lindsey and Lady Gaga perform during the Bud Light X Lady Gaga Dive Bar Tour at The 5 Spot on October 5, 2016 in Nashville, Tennessee. (Photo by Rick Diamond/Getty Images for Bud Light)

E "Angel Down"? A canção que retoma a linha triste de suas antecessoras, como "Brown Eyes", "Speechless", "Yoü and I" e "Dope". Ela foi feita em homenagem a Trayvon Martin, um jovem negro de 17 anos assassinado por um policial.


Percebe como ela te convida pra se sentar ali na frente e diz: "hey, essa é minha vida, minha bagagem, o que eu vi e me afetou, minhas histórias, meus pensamentos". Além disso, ela ainda tem o grande triunfo de poder questionar o motivo das pessoas botarem pra baixo umas às outras, de erguerem o dedo pra dizer como cada uma tem que viver sua vida ("Come To Mama"), ou até mesmo de afirmar: "aqui está a minha oração de pecadora e eu sou o que eu sou" (na country "Sinner's Prayer").


Sem dúvida, "Joanne" é um divisor de águas na carreira de Lady Gaga. É inerente que álbuns mais dançantes virão pela frente, já que isso também faz parte de sua personalidade, mas seu projeto atual foi o único até então capaz de estabelecer um portfólio mais consolidado de compositora e intérprete. É a partir de "Joanne" que as pessoas no futuro vão poder dizer "olha, foi alí que a gente teve certeza do que ela era mesmo capaz". Gaga já afirmou que foi esse o trabalho que a fez ter ânimo pra continuar. Bom... e só por isso nós já ficamos felizes e tiramos o chapéu (country e rosa, no caso).


27 de outubro de 2016

Vale à pena pagar hospedagem para o seu blog/site?

outubro 27, 2016 18 Comentários

Sabe aquele discurso de que blog/site iniciante não precisa ter domínio ou hospedagem próprios? Esqueça-o! Se você deseja dar uma aparência melhor ao seu espaço na web, comece investindo nele.



Respondendo logo à pergunta do título do post: sim, vale super à pena pagar por uma hospedagem. Muita gente pensa que é bobagem, mas, milhares de artigos, que você encontra facilmente na internet, sempre mostram os diversos benefícios de ter uma hospedagem para o site e um nome exclusivo só para você. Duvida? Vou te mostrar algumas das vantagens!


Liberdade


O Blogger é uma plataforma boa pra iniciantes, o Wordpress gratuito idem. Mas, sabe o que é se sentir livre, sem ninguém te incomodar? É assim que as pessoas que contratam uma hospedagem se sentem: livres.


Ao contratar um plano de hospedagem, você tem milhares de possibilidades para modificar o seu site/blog, deixando-o a sua cara, começando do painel de administrador até mesmo à página inicial (home).



Aumento em acessos


Pode parecer brincadeira, mas realmente a hospedagem de um blog te permite aumentar o tráfego de acesso. Isso é possível graça aos plugins que poderão ser instalados no site, que fazem com que os buscadores (Google, Yahoo, Bing e etc) deixem  as páginas com ótimos resultados e atraia mais internautas.


Domínio total sobre o blog


Já pensou em ter a url do seu blog personalizada (.com, .com.br, .net...) e conta de e-mails totalmente exclusivas, que levam o nome do seu blog (fulano@nomedoblog.com.br)? Além disso, quer também que sua páginas carreguem mais rápido?


Pois saiba que a hospedagem de um site, em um servidor privado, também pode lhe proporcionar tudo isso por um preço bem pequeno.



Em resumo, saiba que a hospedagem de um site vai te dar a autonomia de poder deixar o seu espaço do seu jeito, tirando toda a publicidade das plataformas gratuitas. Não se preocupe com o preço, isso é o de menos. Por apenas R$ 9,99 você encontra planos de hospedagem na internet.




Pra facilitar sua vida, aqui está um teste bem bacana (e rápido!), onde você simula qual o  melhor plano de hospedagem para o seu site/blog.


20 de outubro de 2016

Quero conhecer você! Me ajuda?

outubro 20, 2016 24 Comentários
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Ter um blog vai muito mais além de postarmos aquilo que nos interessa: é necessário também saber o que os nossos leitores curtem.


Por que estou escrevendo sobre isso? Simples! Por ser pessoal demais, o Não me venha com desculpas não tem um nicho específico (moda, beleza, dicas...). É notório isso quando vemos posts sobre fatos da minha vida misturados com dicas musicais e tals. #locasempre


Não, não. O blog não deixará de ser pessoal. Ele continuará seguindo aquelo ritmo do “meu querido diário virtual”. O intuito com a pesquisa de público é ter uma noção do que o povo curte aqui ou não. (Aliás, tô deixando um box “procêis” descerem a lenha em mim!)


Sendo assim, peço com toda a humildade do mundo pra vocês responderem o questionário abaixo. É rápido (coisa de 2 minutos!) e me ajudará bastante. ;)


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À todos que responderam, muito obrigado! You’re rock! :*


17 de outubro de 2016

A vida dos meus sonhos

outubro 17, 2016 24 Comentários
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Estava dentro do carro, andando pelas ruas de Los Angeles e curtindo mais um dia de ryqueza ao lado do meu namorado, que era um cantor mundialmente famoso. A gente estava conversando sobre como conquistaríamos mais admiradores para o nosso trabalho: ele na música e eu na internet, com o meu blog e demais redes sociais.


O Andy Grammer era um cara incrível, sabe?! Super dedicado ao trabalho e aos seus fãs. Mesmo com uma vida corrida e agenda de shows bem apertada, ele sempre fazia questão de me ver, mesmo que fosse durante poucas horas de um dia qualquer.


O começo


Conheci o Andy em São Francisco, quando estava gravando um comercial para a Coca-Cola. Como eu sou influente nas redes sociais, os marqueteiros da marca acharam que seria uma boa ideia me contrataram para a divulgação na internet.


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Nunca esqueço de como ele chegou em mim pela primeira vez. Eu estava no restaurante do hotel, gravando alguns snapchats sobre a campanha, quando ele chegou por trás da minha cadeira e falou aos meus seguidores que adorava os posts o meu blog e a minha espontaneidade.


Claro que fiquei espantada com tudo aquilo. Andy Grammer era tipo... O meu cantor preferido desde 2011, quando ouvi pela primeira vez “Fine By Me”. Mas, ok. Terminei de gravar os snaps, agendei o número dele na minha lista de contatos e ficou por isso mesmo.


Meses após esse encontro em Miami, encontrei o Andy novamente na Disney, quando eu estava indo dar uma entrevista à rádio. Acenei para ele e segui em frente com a minha assessora, a Ana, que logo me informou que ele queria conversar comigo, à noite.


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Encontro oficial

20h. Lá estava eu em um restaurante vip, tremendo as minhas pernas e bem ansiosa. Mesmo sendo experiente nesse lance de encontros, a gente nunca sabe quando a coisa pode dar errado, né? A ana, que sabe mais sobre  a minha vida do que ninguém, ficou me acalmando por mensagens no Viber, dizendo que eu sou esperta e me sairia bem.

Jantei com o Andy. Ele me falou sobre os seus planos e me pediu ajuda para divulgar seu novo álbum. No fim do encontro, ele ainda tentou me beijar, mas recusei. Não estava à fim, sabe?! Pensava que ele seria só mais um na minha lista...

Agora tô aqui ao lado do Andy Grammer. O meu Andy. O cara que me faz feliz todos os dias, até mesmo quando não está perto de mim. Depois de 6 meses de conversa pela internet, após o nosso primeiro encontro, resolvemos dar uma chance para nos conhecermos e hoje já fazem 3 anos que estamos juntos.
O mundo dos famosos é complicado, mas quando encontramos a pessoa certa, tudo fica bem, até mesmo quando lemos notícias sobre traição. Sobre traição, escrevo outro dia sobre isso. Agora vou ali almoçar com o Andy. ;)

*Texto totalmente fictício. Me desculpa, Andy, por usá-lo como meu namorado aqui. ❤

13 de outubro de 2016

O que o seriado “Sex and The City” tem em comum com o Feminismo? Tudo!

outubro 13, 2016 24 Comentários
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1999. Fim da última década do século XX. Eis que lá naquela época surgia o seriado “Sex and The City”, protagonizado por quatro mulheres-amigas que viviam uma vida descolada na pacata sociedade de Manhattan, em New York.


A mulher daquele período deveria comportar-se como uma lady, vivendo sob a sombra do marido e sendo beneficiadas por tal latitude, com compras nas lojas mais caras da cidade e muito ouro. Acontece que as quatro mulheres-amigas do seriado não queriam ser dominadas por homens ou por as regras que a sociedade empunhavam-nas.


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Aqui vai uma rápida apresentação sobre cada personagem: Miranda é uma advogada bem sucedida, Carrie é jornalista, Charlotte é empresária de uma galeria de artes e, por fim, Miranda é publicitária e a mais “safada” do grupo.


Com uma narrativa leve, de modo geral, “Sex and The City” trata sobre as barreiras que as mulheres enfrentam quando falam sobre seus relacionamentos (e, claro, o sexo!). Por diversas vezes as personagens questionam ao telespectador os motivos de não poderem falar, abertamente, sobre o sexo anal/oral, farras até altas horas da noite e até mesmo o medo de terem os homens por perto, dominando-as.


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Sabe-se bem, que nos dias de hoje, se a mulher falar sobre os temas citados anteriormente, a sociedade irá julgá-la como vulgar. E é aí que a luta pelo feminismo surge em “Sex and The City”.


O termo não aparece diretamente no seriado (até mesmo porque não existia na época), mas as personagens batem de frente com todos, até mesmo as mulheres, que julgavam-nas.  Ou seja: a atitude das mulheres-amigas é praticamente a mesma das feministas de hoje, que lutam por igualdade e, acima de tudo, respeito.




Para quem gosta das lutas sociais, fica aí a dica de um ótimo seriado! ;) 


10 de outubro de 2016

Quedas da vida

outubro 10, 2016 28 Comentários

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Era uma vez um menino que vivia a vida enlouquecidamente, sem se importar com a opinião alheia. Por diversas vezes ele caiu no chão, se machucou e chorou no fim da noite. Os motivos eram diversos.


Várias paixões também passaram por sua vida, sendo cada uma importante para o seu crescimento pessoal e mental. No fim, todos esses relacionamentos o ajudaram a estar preparado para os próximos.


O menino adorava mergulhar de cabeça em tudo o que se propusera a fazer. Quando não alcançava suas metas, não ficava cabisbaixo. Longe disso, ele reunia mais forças e ia tocando a vida para frente. “Adiante e avante”: esse era seu lema de vida.


Ah!, mas esse menino sofreu na adolescência. Na escola era alvo de chacotas, zoações sem limites e julgamentos desnecessários. Ele tinha tudo para se tornar mais uma pessoa depressiva, contudo, com muita força de vontade e determinação, conseguiu conquistar mais pessoas para o seu time. O time da verdade e do amor.


Naquela época do ensino médio, ele adorava ficar escondido no meio dos livros, na biblioteca. Ninguém nunca sabia dizer qual o seu nome, pois isso não era importante, tampouco ele vinha de uma família conhecida.


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De 40 pessoas numa sala de aula, no máximo umas 5 gostava de verdade daquele menino. Tamanha rejeição se dera pelo fato de: ele não era bonito, não era de uma família rica, tampouco extrovertido como os outros alunos.


Na verdade, ele sempre fora aquele tipo de menino na dele, vivendo sob uma imensa timidez. Porém...


O tempo passou e, por diversas vezes, o mundo girou. Algumas pessoas caíram, outras permaneceram no mesmo lugar, já outras... essas se levantaram e começaram a ficar de pé.


Esse menino é uma das pessoas que passou a não ter medo das quedas da vida, pois, aos poucos percebeu que sempre levantava mais forte e com uma sede inexplicável de mudar alguns fatos da sua realidade.




Hoje ele encara a vida com mais confiança em si e coragem. E ainda tem gente que diz que as quedas são ruins.



 

6 de outubro de 2016

Shawn Mendes tá com álbum novo! [Download aqui]

outubro 06, 2016 21 Comentários
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Cá estou eu pra falar novamente sobre o meu maridinho Shawn Mendes. É que o cantor acabou de lançar o seu segundo álbum em estúdio e, novamente, quebrou recordes, nosso coração e tá fazendo aquele sucessão lá fora. #adoro  ❤


Intitulado como “Illuminate”, o novo trabalho do Shawn vem com 15 músicas. O nome do álbum é esse porque, de acordo com o cantor, a música pode ajudar as pessoas a enfrentar momentos ‘escuros’, pode iluminar suas vidas e fazer diferença no mundo. Tão filósofo o meu marido, néam?


Ah!, o Shawn disse que este é um álbum diferente do que ele vinha fazendo no anterior. “É mais maduro principalmente por causa das letras das músicas, que falam sobre mim, sobre meu relacionamento com amigos, família e garotas do passado, e também sobre assuntos que afetam a vida de todo mundo”, disse ele em entrevista pra Capricho.


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Melhor música


É uma tarefa um tanto quanto difícil escolher a/as melhor(es) músicas, tanto é que, no Twitter, Shawn perguntou qual era a música preferidas dos fãs e... virou uma bagunça nas respostas, pois todo mundo respondeu com um faixa diferente.


Eu gostei de todas, sabe?! Nenhuma me deixou com sono ou com vontade de pular, mas as que deixaram meu coração ainda mais apaixonado por Shawn foram: “Treat You Better”, “No Promisses”, “Lights On”, “Honest”, “Patience” e “Bad Reputation”.


Agora vamos pra melhor parte! Sei que todo mundo tá quebrado financeiramente, e o maridinho Shawn nem ficará com raiva se eu disponibilizar o álbum pra download. Então, segue abaixo o link pra vocês baixarem o cd.baixe-aqui




Lembrando que é crime compartilhar esse material pra fins financeiros/lucrativos, hein?! ;) Bom proveito e, DE NADA! ❤


3 de outubro de 2016

Teste: você namora ou já namorou com alguém narcisista? Ou você é narcisista?

outubro 03, 2016 18 Comentários

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Acabei de voltar de uma livraria aqui da minha cidade e me deparei com um título que me chamou atenção, mas acabei não comprando – pelo menos não ainda –, apenas memorizei para buscar resenhas na internet. Ele Se Acha o Centro do Universo foi escrito pela psicóloga americana Wendy Behary e lançado em 2011 pela Editora Best Seller aqui no Brasil. A autora, que é diretora de um Centro de Terapia Cognitiva em New Jersey, afirma que o "narcisismo é um dos maiores desafios da psicoterapia". E se você já teve algum tipo de experiência com um(a) narcisista, provavelmente concorda com o que ela diz. Relacionar-se com um indivíduo narcisista é uma tortura, uma experiência frustrante e que, se você não tiver uma boa estrutura emocional, pode mexer muito com a sua autoestima.

Segundo Wendy, narcisistas não acham que têm problemas. Para ele, quem tem problemas são os outros. Também costuma ser difícil deixar um narcisista. Em muitos casos, eles são belos, sedutores, interessantes e bem-sucedidos. Wendy diz ainda que mesmo a pessoa mais linda, segura e independente pode sofrer ao se relacionar com um narcisista – se não souber deixá-lo (ou modificá-lo, o que nem sempre é fácil) a tempo.

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Mas e aí, você desconfia que o seu companheiro(a) pode ser narcisista? Ou você pode ser um narcisista? Como ter certeza disso?

O livro oferece esse teste:
A PESSOA DIFÍCIL EM SUA VIDA É UM NARCISISTA?

Leia os itens listados a seguir e marque todos os que se aplicam à pessoa. Mas só marque se tal traço ocorrer com frequência.

1. Egocêntrico – age como se o mundo girasse a seu redor.

2. Autoritário – dita e quebra regras.

3. Intimidador – diminui você e a humilha.

4. Exigente – de qualquer coisa que ele ou ela deseja.

5. Desconfiado – suspeita de suas razões quando você está sendo simpática.

6. Perfeccionista – tem padrões rigidamente elevados: ou é do jeito dele ou nada.

7. Esnobe – acredita que é superior a você e aos outros; sente-se entediado com facilidade.

8. Obcecado por aprovação – anseia por elogios e reconhecimentos constantes.

9. Antipático – não tem interesse em entender a experiência interna alheia, ou é incapaz de fazê-lo.

10. Sem remorsos – não consegue se desculpar genuinamente.

11. Compulsivo – dedica-se excessivamente a detalhes e minúncias.

12. Viciado – não consegue abrir mão de antigos hábitos; usa-os para se acalmar

13. Emocionalmente distante – evita os sentimentos.

Se você marcou pelo menos 10 dos 13 traços, a pessoa se enquadra nos padrões estabelecidos para o narcisismo flagrantemente desadaptativo, a forma mais comum e difícil.

Acho narcisismo um lance sério e cada vez mais comum na nossa geração. A selfie se popularizou com rapidez e a indústria tecnológica teve que se adaptar a essa tendência ao narcisismo cada vez mais comum, colocando câmeras frontais nos celulares, criando aplicativos para a exposição da vida das pessoas, como o Snapchat e afins.


Surgem na velocidade da luz celebridades que se tornaram famosas simplesmente por exporem suas rotinas explicitamente na internet, ostentando bens materiais e vidas superficiais. É tão comum que o termo "nadismo" surgiu em referência a esses indivíduos. "Nadismo" passou a ser algo que você também pode fazer. Nossa sociedade está cada vez menos preocupada com narcisismo e individualismo, porque se tornaram comuns demais para serem debatidos.

Crianças estão criando perfis em redes sociais e se exponde cada vez mais cedo, muitas vezes com o consentimento dos pais e sem a supervisão deles.

Quero comprar o livro da Wendy. Fiquei curioso para entender mais sobre o assunto, pois acredito que todos nós somos narcisistas, de alguma forma, em determinada situações. É importante se conhecer e saber até que ponto nós e as pessoas que nos rodeiam estão sabendo lidar com isso de forma saudável.

 

4 vezes em que a mulher negra foi destaque na mídia brasileira

outubro 03, 2016 28 Comentários
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O Brasil, nos últimos anos, está passando por uma verdadeira transformação cultural, onde os valores estão sendo mudados e muitas pessoas deixando de serem segregadas por boa parte da sociedade. Sabe de quem é a “culpa” de tudo isso? Dá mídia!


Aos poucos, a mídia está dando mais espaço ao negro, principalmente àquelas mulheres que, no passado, eram consideradas como mulatas do cabelo de “Bombril”. Um preconceito que há tempos era velado pelo povo.


Por enquanto, foquemos no lado bom de tudo isso e confiramos a lista abaixo, de negras brasileiras que defendem sua raça e, acima de tudo, o estilo próprio!


Taís  Araújo



Em novembro de 2015, a atriz Taís Araújo foi alvo de vários comentários racistas em suas redes sociais. Milhares de internautas chamaram-na de “macaca ridícula”, “cabelo de miojo”, entre outras frases.


Com uma elegância invejável, Taís começou uma campanha na internet, dizendo que teme só o preconceito contra os seus filhos, mas que já é acostumada com a reação de uma minoria, que não entende que cada ser humano é livre para fazer as suas escolhas. #sambou


Karol Conka



Músicas com tema de empoderamento e um estilo totalmente alternativo/descolado: essa é Karol Conka.


Há mais de 4 anos na estrada, a cantora vem se destacando bastante no cenário musical. Karol também defende o discurso de que a mulher tem que se jogar em tudo na vida, inclusive lutar contra o preconceito com os negros, pois cor não define caráter.


Maju Coutinho



Apresentadora das previsões do tempo no “Jornal Nacional”, Maju conquistou, em pouco tempo, milhares de fãs por conta do seu estilo e carisma. Infelizmente, pessoas preconceituosas disparam diversos comentários pesados na internet.


Em seu direito de resposta, a jornalista foi categórica ao dizer que é feliz, não se ofendeu com os comentários, pois palavras negativas não têm espaço na sua vida.


Miss Brasil 2016

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No último sábado, 01, a Band transmitiu, ao vivo, mais uma edição da escolha da Miss Brasil. Para a nossa surpresa, um recorde foi quebrado: pela primeira vez no concurso tivemos 6 candidatas negras, dos estados da Bahia, Espírito Santo, Maranhão, Paraná, Rondônia e São Paulo.

A vencedora do concurso foi a Raissa Santana, do estado do Paraná. Só para constar: há 30 anos o Brasil não tinha uma modelo negra representando o país.




Como você pode perceber, aos poucos, mesmo que muito devagar, a mulher vem conquistando mais espaço e confirmando aquilo que todos já sabem: sexo ou cor não influenciam em nada. Quando a pessoa é talentosa e corajosa, tudo é possível!