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29 de setembro de 2016

Campanha política: época de nostalgia

setembro 29, 2016 20 Comentários


Tem quem goste de política, mas também há aqueles que detestam esta época com todo o coração, em que “amizades” acabam por bobeiras e outras começam do nada. No meu caso, acho é divertida as tretas e memes que surgem na internet. :D


Se hoje levo campanha política como trabalho (sim, na agência onde trabalho temos alguns políticos como clientes!), antigamente não era bem assim. No passado, eu amava os comícios porque tinham cantores e grupos de danças se apresentando.


Não tenho a mínima noção de como funcionavam os comícios nas cidades grandes, mas aqui no interior... siá, era ruas fechadas, trio elétrico no meio da rua, candidato prometendo uma cidade perfeita e, após todas as mentiras, haviam os shows das bandas regionais.


Preciso mesmo dizer que dançava axé e forrozão até o chão, soando o rego? Amiga, aqui no Norte era mais ou menos nesse estilo: perninha pra cá, budinha pra lá... :P 


Mas o que mais me marcou na infância, durante as campanhas políticas da minha cidade, foi quando eu fiz parte de um grupo de dança (!). Sim, já fui bailarino profissional, chegando a me apresentar pra milhares de pessoas.


Até hoje não esqueço do jingle: “vote, vote, vote, vote no Flávio. 17 mil 999. Deputado federal, Flávio do Detran, 17 mil 999...”. [Nessa parte do número do candidato, eu tinha que empinar o popozão e descer até o chão. Agora imagina aí a cena de terror.]


Não, eu não tenho vídeos tampouco foto desse momento constrangedor. Porém, tenho certeza de que quando eu for no faustão, meus pais e amigos farão questão de lembrar desse momento, então, fica aqui a minha versão. ;)


(Não sei por qual motivo iria no Faustão, mas, né, vai que Deus me abençoa, fazendo com que eu lance meu livro por lá. Sonhar não custa nada. #aloukan)




P.S.: E colecionar santinho de candidato? Quem nunca saiu correndo atrás do carro de som pra pegar? Eu fazia coleção, minha gente! :D


24 de setembro de 2016

Que tal trocar seus livros pela internet? Conheça o LivraLivro.

setembro 24, 2016 11 Comentários
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A experiência de trocar um livro com alguém não precisa ficar restrita ao seu grupo de amigos ou ao clubinho de leitura. Hoje em dia existem sites especializados na troca de livros, que proporcionam às pessoas que se encontram em cantos diferentes do país trocarem aquele livro que, apesar de ter sido uma boa leitura, talvez esteja ocupando muito espaço na sua prateleira. Quem é leitor assíduo sempre precisa liberar espaço na estante para poder caber os novos livros que a gente sempre acaba encontrando em promoções por aí, não é mesmo? Esse livro que está ocupando espaço não precisa mais ficar aí empoeirando na sua estante, você pode cadastrá-lo em uma estante virtual, que funciona como uma vitrine para a troca de livros.

Um dos sites mais legais que conheço para fazer isso é o LivraLivra. Nele você cria uma conta, cadastra os seus livros pelo ISBN [se o ISBN do seu livro não for encontrado, o site também tem uma opção de cadastrar novo livro] e assim você vai criando uma estante virtual para troca. Sua estante fica visível para outros usuários, que, quando desejam obter um dos seus livro, solicitam a troca clicando em um botão e o site pede que você envie o livro para o endereço do usuário que o solicitou. Após postar o livro nos correios, você informa o código de rastreamento e, quando o livro chegar na residência de quem o solicitou, o site lhe dá 1 ponto, que você poderá usar para solicitar livros de outos usuários. É muito prático e simples de usar!


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Se interessou em conhecer o site? Visite o endereço www.livralivro.com.br e cadatre-se gratuitamente, ganhando 1 mês de plano premium grátis [presentinho meu para vocês, queridíssimos leitores]. E se quiser trocar livros comigo, visite a minha estante lá no site: http://www.livralivro.com.br/user/profile/5022

Todos os livros que coloquei na imagem que ilustra este post estão disponíveis para troca lá no meu perfil.

19 de setembro de 2016

Listografia: um remédio para a autoestima e uma lição sobre autoconhecimento

setembro 19, 2016 26 Comentários
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Livros interativos nunca estiveram tão em alta. Para quem não sabe do que se trata, são aqueles livros com propostas de atividades (preencher formulários, desenhar, fazer colagens e por aí vai). Entre os exemplares mais populares, estão Destrua Este Diário, Isto Não é Um Livro, Termine Este Livro, Uma Página de Cada Vez, entre outros.

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Não sei se é uma onda passageira ou se veio para ficar, mas livros interativos são bem legais. Me tornei consumidor deste segmento literário este ano e já estou no meu quinto livro interativo. Comprei no último final de semana o "Listografia", que eu já vinha arrastando um desejo de comprar desde o começo do ano e não resisti ao encontrá-lo por apenas R$ 9,90 em uma livraria da minha cidade.

A proposta do "Listografia", lançado no Brasil pela editora Intrínseca, é que se escreva uma autobiografia baseada em listas de tudo o que você puder imaginar. A publicação propõe que você liste desde coisas simples, como filmes, bandas e restaurantes, até coisas mais pretensiosas, como os lugares mais estranhos onde você já fez sexo, coisas sobre você que a maioria das pessoas não sabe, seus amantes do passado e até os seus machucados e doenças inesquecíveis.

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O que mais estou gostando em preencher este livro é que ele nos dá uma lição sobre autoconhecimento e ajuda a resgatar autoestima. Enquanto escrevemos, nos lembramos de coisas que nunca deveríamos ter nos esquecido sobre nós mesmos, como quando o livro pede para listarmos nossas maiores realizações. Engraçado que nessa parte eu pedi ajuda para a minha mãe, a fim de lembrar realizações da minha infância e adolescência, e ela me fez lembrar de coisas que eu nem fazia mais ideia e de que haviam sido importantes para mim e para ela, enquanto mãe.
"Acredito que todos deveriam ter sua autobiografia, mesmo que seja para ser lida só pelos entes queridos e em sua forma mais simples: em listas", revela Lisa Nola, a criadora do livro.

Super recomendo o "Listografia", viu? Algumas lojas virtuais o descrevem como, "acima de tudo, uma reflexão leve e sensível sobre os nossos interesses, nossa memória e nossos sonhos, e as páginas preenchidas podem servir de lembrança para os momentos de nostalgia ou revelar características intrigantes e inusitadas do seu dono." E eu concordo.

12 de setembro de 2016

5 coisas que não te contaram sobre a vida adulta

setembro 12, 2016 10 Comentários
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A vida de adulto é linda, maravilhosa, badalada e chic - isso na visão de uma criança, porque quando crescemos, passar a ser: sofrimento, correria, falta de dinheiro e todo dia é uma luta diferente contra o mundo. Tô certo? Claro que sim!


Não sei com você, mas por aqui tudo sempre foi difícil. Transporte, boa alimentação, saúde, educação escolar de qualidade... ter tudo isso foi bem complicado, porque meus pais nunca foram cheios de grana.  Na verdade, até hoje a luta por uma boa vida continua. #VemMegaSena


Pensando nisso, elaborei rapidamente um “manual” com alguns fatos que ninguém nos contou sobre como é a vida de adulto.


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1 – Nada é de graça: Na infância a gente ganha roupa, calçado, brinquedos e até mesmo os materiais escolares, mas já na fase adulta o lema passa a ser: só terá se trabalhar. Geralmente entendemos esse fato na adolescência, lá pelos 16 anos, quando vemos que nem sempre teremos tudo o que tanto almejamos.

2 – Papai e mamãe nem sempre estão disponíveis: Tão bom quando ganhávamos carona pra irmos à escola, né? Acontece que quando chega a fase do ensino médio/faculdade, isso acaba e você tem de passar a usar ônibus ou penar no sol quente, à pé. E sabe o porquê disso? Quando a gente fica adulto (ou mais grandinhos), o pai e mãe acabam nos deixando andar com as próprias pernas (literalmente!), e isso pode ser beeeem sofrido.

3 – Livros são caros: Pra quem gosta de ler, a fase adulta é pior ainda, porque é justamente aí que começamos a nos assustar com os valores dos livros. Você lembra quando fazia a festa nas livrarias? Coisa boa, né?! Uma pena que quando alcançamos a maioridade isso muda, já que temos de juntar moedinhas pra sair pelo menos com uns dois exemplares.

4 – Ver um carteiro na porta de casa nem sempre é bom: É fato que a vida adulta também nos traz responsabilidades, certo?! Junto com todo esse aglomerado de coisas, vem também as dívidas, boletos bancários, bem como a conta do cartão de crédito. Sendo assim, a caixa de correio não é bom local pra andarmos fuçando quando não estamos esperando encomenda.

5 – Ser um adulto é uma droga: Calma lá! Sim, realmente ser adulto é uma droga, mas... QUEM DISSE QUE TODAS AS DROGAS SÃO RUINS? Cachaça tá aí pra provar que é uma das melhores coisas da vida, e sim: quando você é adulto isso é liberado.

No fim, ser adulto ou criança tem os seus pró e contras. O certo é focar nos prós e ir tentando se adaptar aos contras, porque, infelizmente, não temos como voltar no passado e vivermos tudo novamente.
Minha dica? Viva cada momento, fase ou segundo da sua vida intensamente, sem medo das consequências. Vai por mim, vale à pena! ;)

7 de setembro de 2016

Dica de Livro: Não Quero Um Amor Meia-Boca (2016)

setembro 07, 2016 12 Comentários
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Se você é uma mulher romântica, certamente irá gostar deste, que é o segundo livro do jornalista, escritor e blogueiro Ricardo Coiro. Ele é conhecido por suas colunas em sites como Casal Sem Vergonha [foi aqui que o conheci], Superela, Entenda Os Homens, entre outros. "Não Quero Um Amor Meia-Boca" reune crônicas sobre relacionamentos amorosos, inspirados na longa relação do escritor com sua atual namorada. A obra, que saiu este ano pela editora Schoba, reune publicações das colunas dos sites onde o Ricardo escreve e também textos inéditos.

Muito bem escrito, o livro é um prato cheio para as românticas, mas pode ser perigoso para aquelas que costumam idealizar demais, por ser de conteúdo romântico ao extremo. Nesse caso, acredito que pode acabar deprimindo um pouco quem está na bad. É que as crônicas ilustram como deveriam ser os relacionamentos amorosos na prática para dar certo, e o autor, em suas declarações para a namorada, se revela um verdadeiro príncipe encantado, desses que todos nós sonhamos em nossas vidas. Não há como não sentir uma pontinha de inveja da namorada dele.

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Confira abaixo um trechinho extraído de uma crônica:
Hoje, por experiência própria, afirmo: quase nunca acontece como nos filmes! Percebi que para deixarmos o amor surgir, em muitos casos, precisamos dar tempo e chances para que o outro nos mostre o quanto está disposto a se adaptar e a revelar as nossas imperfeições. Saca? E não existe coisa mais bonita do que perceber que, para ficar perto de nós, o outro aprendeu a aceitar e, até, a admirar as nossas imperfeições e tortuosidades.

O livro não fala de relacionamentos perfeitos. Fala sobre relacionamentos que dão certo porque o casal se empenha junto em encontrar a dinâmica perfeita para os dois. Não existe uma fórmula que se aplique aos relacionamentos perfeitos e sabemos disso, porque cada pessoa é diferente. Portanto, cada casal será diferente e precisa se empenhar junto para fazer as coisas darem certo.

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O livro é dividido em blocos de crônicas agrupadas por tema. Ao início de cada bloco, há uma página com um pensamento extraído da conta @TiposDeNatty no Instagram. Outro fato interessante é que o título da crônica que abre o livro é o mesma da que o encerra. São escritas sob olhares diferentes: a primeira relata o início de um relacionamento, com todas as expectativas e idealizações; a segunda relata o término de um relacionamento, com todas as frustrações e uma dura despedida. É como se as crônicas que estão entre estas duas, a do início e a do fim, relatassem tudo sobre o que acontece em um relacionamento, em todos os aspectos.

Vale a pena ler "Não Quero Um Amor Meia-Boca". Apesar de ser um livro claramente direcionado ao público feminino e heterossexual, acredito que possa ser apreciado e entendido de maneira universal, por pessoas de todos os sexos e orientações sexuais.

5 de setembro de 2016

Dica de Filme: Como Ser Solteira (2016)

setembro 05, 2016 18 Comentários



Sinopse: Existe um jeito certo e um jeito errado de ser solteiro, além disso... existe Alice. E Robin. Lucy. Meg. Tom. David. A cidade de Nova York está cheia de corações solitários que buscam o par ideal, seja ele uma conexão de amor, uma ficada, ou alguma coisa no meio disso. E em algum lugar entre essas mensagens provocantes e saídas de uma noite só, o que todos esses solitários têm em comum é a necessidade de aprender a ser solteiro em um mundo cheio de constantes evoluções sobre a definição do amor. Badalar na cidade que nunca dorme nunca foi tão divertido.

Estava precisando de uma comédia no último final de semana e decidi ver esse filme. Cheguei a dar play, mas em uns dez minutos desisti. Ontem à tarde resolvi dar uma segunda chance e, pasmem, o filme que eu havia desistido nos primeiros dez minutos acabou me arrancando uma boas gargalhadas e me fazendo refletir sobre algumas questões. Tinha tudo para ser mais uma comédia clichê sobre ser solteiro, mas no fundo acabei achando bem interessante.

Como Ser Uma Solteira é protagonizado por Dakota Johnson (de "Cinquenta Tons de Cinza") e Rebel Wilson (a Amy Gorda de "A Escolha Perfeita") e estreou em fevereiro nos cinemas, mas eu nunca havia ouvido falar até o último final de semana. A história gira em torno de quatro mulheres solteiras, inicialmente sem nenhuma ligação, mas que ao longo do filme se entrelaçam em suas histórias. O mais bacana é que cada uma delas representa um tipo diferente de solteira, e os caras com quem elas se envolvem também ganham destaque e representam outros tipos de solteiros do nicho masculino.

A história inicia com Alice, personagem da Dakota, decidindo dar um tempo no relacionamento de anos com Josh, para poder fazer coisas que ela nunca teve liberdade, porque nunca se viu sozinha, sem um namorado. Ela se muda para Nova York e vai morar com a irmã mais velha Meg, uma médica bem sucedida, viciada no trabalho e sem tempo para relacionamentos que, do dia para a noite, decide engravidar sozinha, por inseminação, escolhendo o pai do seu filho em um banco de esperma na internet. Em Nova York, Alice vai trabalhar com Robin, a personagem da Rebel Wilson, uma típica solteira que só quer saber de farra, sexo e bebedeira. Elas trabalham como secretárias em uma firma de advocacia. Há ainda uma quarta solteira chamada Lucy, uma programadora que mora sozinha em seu apartamento que fica em cima do bar de Tom. Ela está determinada a encontrar o homem ideal pela internet, mas é muito exigente com os critérios. Seu Wi-Fi é uma merda, então todos os dias ela desce para o bar e fica com o seu computador aberto no balcão, trabalhando e usando o Wi-Fi grátis. Esporadicamente, ela também marca encontros com caras da internet no bar de Tom.

Uma das grandes surpresas do filme, logo no começo, acontece quando Alice se vê solteira de verdade. Ela só queria dar um tempo com o namorado, mas ele acaba conhecendo outra garota, se apaixona e fica noivo. E ela, por sua vez, a ver navios e sem ter ideia de como é levar a vida de solteira. É aí que entram as outras garotas – e alguns garotos.

Os homens solteiros retratados no filme também são interessantes. Tom, o dono do bar, é um típico pegador, que já ficou com Robin e com Alice, mas acabou se apaixonando por Lucy, a programadora, que não está nem aí para ele – na verdade, Tom está bem longe dos critérios dela. Também surgem David, um jovem viúvo com uma filha criança, cuja esposa faleceu há apenas dois anos. Ele acaba se envolvendo com Alice. E tem também o Ken, um cara que tem queda por mulheres maduras e acaba se envolvendo com Meg, a complicada médica que se acha que é independente o bastante, não precisa de um homem e está grávida de um doador de esperma anônimo que ela achou na internet.



Confesso que, ao ler o título do filme, achei que fosse mais uma comédia besteirol sobre pessoas farreando e fazendo sexo. Não deixa de ser, mas o foco não fica só nisso. Todos são retratados como seres humanos complicados. Robin, a fanfarrona, é uma riquinha que refugia a sua solidão na balada, no sexo sem compromisso e na bebedeira. Alice é uma garota que não sabe como curtir a solteirice porque sempre que encontra um cara, tenta se moldar a ele e, consequentemente, o cara acaba não a vendo como ela realmente é. Meg é bem sucedida profissionalmente, independente e madura, mas foi magoada demais no passado e tem dificuldade de acreditar nas boas intenções de homens com ela. E Lucy, por fim, é uma mulher que procura um homem com todas as qualidades que ela almeja e sem os defeitos que ela despreza – ou seja, não procura um homem real. Idealiza demais.

Ao longo do filme, tanto as protagonistas quanto os homens com quem elas se envolvem vão amadurecendo. É interessante observar o desenrolar da história de todos. Apesar de ter várias histórias como plano de fundo, o filme não fica com aquela sensação de bagunça.

Algumas piadinhas idiotas da Robin me incomodaram, bem pouco. Mas é aquela coisa, toda comédia com a Rebel Wilson quer retratá-la da mesma forma. É como se o mesmo personagem só mudasse o nome, mas não é algo que chegue estragar o filme.
A trilha sonora também merece atenção. Muitas músicas lindas tocam, como "Welcome To New York" da Taylor Swift, quando a Alice está chegando em Nova York, "Love Myself" da Hailee Seinfeld, "SuperLove" da Charli XCX, "Mine" da Phoebe Ryan [acho essa música tão cute], entre outras bem legais.

Confira o trailer:

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