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31 de agosto de 2016

Vinte e dois

agosto 31, 2016 33 Comentários

O mês de agosto está quase acabando e o meu aniversário está chegando (31/08, aos desavisados!). ❤ Sempre fico beeeem reflexivo quando chega esta época, pois começo a fazer uma balanço de tudo o que ocorreu nos últimos 365 dias.


Graças a Deus a minha vida deu uma andada (pra melhor, claro!) e eu pude organizar alguns pontos; outros continuam completamente bagunçados, mas, é aquela coisa: não vamos mexer no time que tá ganhando. Se está tudo bem agora, melhor deixar como está e amém.


Nos últimos meses eu passei por tanta coisa: namorei, fiquei solteiro, estudei pra caralho, andei MUITO de ônibus, vi seriados mais do que o normal, li muitos livros e quase não vi dinheiro na minha frente. #crise


Agora é hora de renovar as esperanças e continuar lutando pelo meu espaço na terra. Aliás, fiz uma listinha com 22 metas que quero alcançar ainda este ano (ou no próximo, claro!).


Será se rola? :)


adri




P.s.: sim, a minha lista ficou bem piriguete, toda rosa, bem barbie. ❤


21 de agosto de 2016

Dica de Filme: Beijei Uma Garota (2015)

agosto 21, 2016 7 Comentários




Sinopse: Homossexual convicto, Jérémie um dia acorda ao lado da bela e sedutora jovem sueca Adna, que conheceu em uma noite de bebedeira. A situação o coloca em pânico, já que está prestes a oficializar o casamento com Antoine, seu companheiro há 10 anos. Tentando entender a súbita atração que sente, Jérémie volta a procurá-la e vê a situação se complicar cada vez mais.



Mulheres, vocês dariam uma chance a um cara que se apaixonasse de verdade por vocês, mesmo sabendo que ele é gay ou bissexual? O filme francês "Beijei Uma Garota (Toute Première Fois)" gira em torno desse dilema. Lançado no começo de 2015, o filme conta a história de Jerémie, um publicitário de 34 anos, noivo de Antoine, mas que, em um belo dia, se vê apaixonado por uma mulher.


A comédia romântica mostra a aflição de Jéremie, que não consegue mais sentir atração sexual pelo seu noivo e vive arrumando pretextos para se encontrar com Adna, a garota por quem está apaixonado. Encontrei esse filme por acaso e acabei me interessando pelo fato de mostrar as coisas acontecendo de uma maneira invertida. É comum ouvir falar de caras que eram convictos da sua heterossexualidade, tinham relacionamentos com mulheres, mas em um belo dia se vêem apaixonado por homens. Aí o cara tem que lidar com várias conflitos internos, questões familiares, etc e tal. No filme, acontece justamente da forma contrária, inclusive em relação à família de Jéremie, cujos pais, irmã e cunhado sempre o conheceram como gay e sempre o admiraram pela coragem de ser quem realmente é. Ele nunca havia se envolvido com garotas, até então. Todos acharam super estranho quando ele os contou que havia terminado o noivado com o namorado de 10 anos, por quem a família tinha muito afeto e considerava como um segundo filho, para se envolver com uma garota que eles mal conheciam. Os pais ficaram putos com Jéremie!


Em alguns momentos, o filme trabalha a questão do Jéremie descobrindo a sua bissexualidade, abordando o sentimento que uma pessoa desperta em outra, independente de ela ser do sexo oposto ou não. O sentimento surgindo entre dois seres humanos e relacionado somente à maneira como um faz o outro se sentir, independente de gênero e/ou orientação sexual.


Confira o trailer abaixo:

[embed]https://youtu.be/pUF5PftxHKs[/embed]

15 de agosto de 2016

Encontros por acaso

agosto 15, 2016 36 Comentários

Sou o tipo de pessoa que, antes de sair de casa, tem de fazer uma novena, pedir proteção aos santos, rezar um pai nosso, colocar um terço no pescoço e se benzer: tudo isso porque os piores encontros por acaso (ou melhores, vai!) sempre acontecem comigo. E não estou exagerando. :(


Já relatei várias vezes a história de um carinha que eu encontrei no supermercado e nem lembrava que tínhamos ficado, certo? Se você não sabia, agora está ciente do quão constrangedor foi a situação. Mas daí a gente só ergue a cabeça dando aquele sorriso amarelo, sem graça.


E quando topamos com uma pessoa que acabamos de falar mal na rodinha de fofoca entre os amigos? Eu sempre, eu toda hora, eu todo dia na faculdade. Juro que tento me precaver nesse tipo de situação, mas a vida de vez em quando gosta de aprontar com a minha cara...



Encontrar ex-namorado é horrível também. A gente nunca sabe como reagir, o que falar... daí acabamos fazendo merda. Eu sou aquele tipo de pessoa que não fala nada, pelo simples fato de que: não tenho o que falar e nem curiosidade sobre o que a pessoa anda fazendo. #rude&agressiva :roll:


Mas sabe o que é o pior de tudo? É uma pessoa fingir que não te conhece, mesmo depois de você ter dito o nome dela, CPF, RG, endereço completo e por aí vai.


Aliás, na minha época do colegial rolava uma disputa oculta entre os amigos: a gente adorava passar pelas pessoas e cumprimenta-las, mesmo só sabendo o primeiro nome. A sensação de “popularidade” era boa, sabe?! Foda era o povo virar a cara pro outro lado e nos ignorar. :cry:




Enfim... encontros por acaso são bons, mas, no geral, são sempre bem constrangedores. Só não são ruins aqueles em que os migos topam com a gente pela rua e nos chamam pra beber mais tarde. #alcoólatra 


11 de agosto de 2016

Bate e volta à capital

agosto 11, 2016 26 Comentários

Viajar sem ficar contando as moedinhas; se hospedar no melhor quarto de um hotel; fazer a festa no shopping com o cartão de crédito sem limites; não depender de transporte público e ter um carrão importado. Sem dúvida alguma, ser ryco é uma das melhores coisas da vida.


De vez em quando eu me pego tentando ser ryco, mas, já aviso que por aqui é só decepção: gasto horrores e depois fico chorando por ter gasto tanto dinheiro com coisas “desnecessárias”. Se arrepender não é comigo, porque uma vez feito, tá feito!

A última vez em que eu me aventurei no mundo das riquezas foi no fim do mês passado, durante um bate-e-volta à capital daqui do Tocantins, Palmas. Vou tentar resumir as minhas peripécias ao lado de uma amiga... ;)




[caption id="attachment_2643" align="aligncenter" width="644"]praia da graciosa - palmas - tocantins foto: @queroalmoco[/caption]

Eis que eu e a minha amiga estávamos de recesso no trabalho e sem nada pra fazer aqui em Araguaína, num tédio horrível. A miga ligou me chamando pra ir à Palmas, no sábado pra voltar no domingo. Detalhe: tínhamos que voltar ao trabalho na segunda-feira.


Claro que aceitei.


Ao todo, foram mais de 1200 km percorridos e 12h de viagem no busão (isso ida e volta juntos). Chegamos em Palmas na madrugada de domingo, tendo tempo apenas pra deixar as coisas no hotel e dormir umas 2h. Depois disso, levantamos e fomos à procura de um banco. Acontece que não sabíamos onde ficava nada, e esquecemos que estávamos numa cidade grande. Tudo longe e tals.


Pagamos horrores em taxi e esquecemos também que lá não era como no interior, onde os taxistas estipulam o valor da corrida, sem deixar o valor rolar no taxímetro. :( Nos lascamos? Sim!




[caption id="attachment_2644" align="aligncenter" width="628"]adriel foto: @queroalmoco[/caption]

Resumo: fomos parar na praia às 10h, aproveitamos um solzinho maravilhoso ao lado de gente linda e ryca. À tarde, fomos bater pernas no shopping e colocar milhares de dívidas-parceladas no cartão. (Só um adendo: Lojas Renner é ótima pra catar brusinhas baratas. #ficaadica ;))


À noite chegou e só tivemos tempo de ir ao hotel arrumar as coisas, contar o que nos restou de dinheiro e chorar. (Só sobrou o dinheiro do busão e do lanche.)




Mas, quer saber de uma coisa? Valeu tudo à pena! Mal posso esperar pelo próximo bate e volta à alguma cidade brasileira! <3


8 de agosto de 2016

Mulher de fases!

agosto 08, 2016 34 Comentários

Não é novidade pra ninguém que eu não sou mulher, mas, olha!, a música dos Raimundos, “Mulher de fases”, é praticamente uma tradução sobre a minha pessoa. Ser humano mais indeciso/bipolar do que eu ainda tá pra nascer.



Sou aquele tipinho detestável de pessoa que vive por fases: uma hora eu quero muito algo, noutrora desanimo e foda-se o universo; quero apenas curtir a minha preguiça. Eu sei, eu sei. Isso é horrível e muito chato.


Em relação aos namoros, também sou assim: às vezes quero muito alguém, mas tem vezes em que tô tão de boa com universo que sexo, beijos e bla bla bla se tornam desnecessários na minha vida. E eu me assusto com isso.


Me assusto com essa minha vivência por fases, porque pode chegar uma hora em que eu fique preso a uma delas e deixe completamente de lado certas coisas, como querer um relacionamento sério. Nos últimos meses, por exemplo, ando totalmente sem saco pra qualquer carinha que aparecer na minha frente.



As cantadas são bobas. As pessoas não mostram nenhum diferencial, além de querem só sexo. Das duas, uma: ou amadureci ou me tornei um chatão. Deus queria que seja a primeira opção, porque né...


Eu sei que você dirá que tudo isso é porque não encontrei a pessoa certa... Mas, quem disse que eu me preocupo com isso?! As quedas que eu levei nos últimos anos, por causa de homem, me fizeram mais forte e menos dependente da atenção/carinho de alguém.


Se eu quero sair, saio nem que seja sozinho. Se eu quero dançar, arrasto minha bunda no chão sem medo dos julgamentos. Se eu quero beber até cair, trabalho o mês inteiro justamente pra poder financiar minhas farrinhas. Mas também tem horas em que nada disso é interessante, porque sou mulher de fases e louca.




Minha dica? Se você é assim como eu, não tenha medo de viver os momentos. Foda-se o passado, o amanhã é incerto demais, então... viva o hoje e dane-se o futuro. ;)


1 de agosto de 2016

Bares e restaurantes chics: por que tão caros?

agosto 01, 2016 32 Comentários


Desde quando me conheço por gente, sempre gostei de comer. Pra você ter noção, nasci com 52 cm e pesando quase 5 kg. Ou seja: sou uma pessoa esfomeada, além de #gordasafada. :P


Também gosto de comer fora, e não: não me refiro a pegar a comida e comer na àrea. Quando digo isso, minha mãe fala pra eu pegar o prato e ir pro lado de "fora" de casa. Gosto mesmo é de conhecer novos restaurantes, bares e gordices em geral. Porém, tenho um grande problema: sou pobre. :(


Só pra constar: o pobre geralmente é feliz com qualquer comida-barata, que tenha um gosto legal e tals. Já alguns ricos, eles são muito abusados e quanto mais caros e chics forem os pratos, melhor pra eles. #ostentação


Eis que nos últimos meses eu estou me aventurando nesse mundo da ryqueza, por conta do trabalho. Pra quem não sabe, sou social media numa agência de publicidade, onde cuido da imagem de algumas empresas na internet. Então, se você ver fotinhas minhas em lugares chics, saiba que estou apenas trabalhando/divulgando o local. #espertasempre 



Contudo, não concordo muito com os preços das comidas/bebidas nos lugares chics. Okay que, geralmente, a estrutura do lugar é boa, a música ambiente idem. Mas, sério que devemos pagar um absurdo por algo que encontramos baratinho no supermercado?


Minha revolta se deu porque estava em um bar chic ~tentando~ me divertir com os amigos, mas levei um susto quando vi uma certa bebida por R$ 13. No supermercado, compro ela por R$ 4, e olha que o mercado deve colocar alguns impostos embutidos nesse valor.


Graças a Deus eu não sou burro e nem rapariga pra jogar fora os meus centavos, que foram conquistados com muito esforço. Então, empresário, tentem ganhar dinheiro de outra forma, e não cobrando um absurdo por algo barato. O brasileiro pode ser bobo, mas não burro.




Prefiro mil vezes andar em bares/restaurantes "breguinhas", com comida/bebida legal do que pagar um absurdo por o mesmo. Tem a questão do atendimento também, né? Geralmente nos lugares chics o povo te olha dos pés à cabeça, te julgando e tentando saber quantos zeros você tem na conta. Lamentável.