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29 de junho de 2016

Resenha: Independence Day - O ressurgimento

junho 29, 2016 30 Comentários
Independence day

Confesso que não sou muito fã de filmes de ficção científica, mas, quando eles têm um enredo bacana juntamente com uma ótima produção, é impossível não assisti-los e ficar ansioso na cadeira do cinema. Com "Independence Day - O ressurgimento" foi assim: não parava de me revirar na poltrona.


Aqui no Brasil, o filme estreou no último dia 23 de junho, sendo considerado até o momento como o longa que mais arrecadou no mês, faturando cerca de R$ 9,6 milhões. Vale lembrar que  a produção é uma sequência de "Independente Day", lançado ainda em 1996 e exibido por diversas vezes na Rede Globo.


No segundo longa, a história se passa 20 anos após o primeiro, num mundo onde a humanidade se uniu para combater futuras ameaças extraterrestres. No primeiro filme, os humanos se apropriaram da tecnologia do exército alienígena para criar sistemas apropriados para se defender de novos ataques, que sim: acontece na presente produção.


"Independence Day - O ressurgimento" é uma produção que trata de uma guerra entre humanos e alienígenas, que disputam o planeta Terra. O melhor de tudo é que o filme deixa o telespectador bem centrado e ansioso. Por mais que a gente tenha a noção sobre o fim da disputa, as lutas são sempre tensas e nos envolvem demais emocionante. Por ser em 3D, o filme nos leva pra dentro da história e é impossível ficar com sono.


Principais personagens


No filme, o David Levinson (Jeff Goldblum) é o diretor da agência de defesa espacial humana. O grupo trabalha sem fronteiras, já que todos os países do planeta se uniram contra a ameaça alienígena. Ward é o  a presidente Lanford, com uma personalidade agressiva. Já o ator Jessie Usher será Dylan Hiller, o filho de Steven Hiller, personagem de Will Smith no primeiro filme. Dylan terá crescido à sombra do pai, um herói que salvou a Terra. Por último, Liam Hemsworth vive Jake Morrison, um órfão e ex-piloto que cometeu um erro e, por isso, acaba trabalhando na Lua.


Vale ressaltar aqui a excelente atuação de Liam Hemsworth. Sem dúvida alguma, ele fez o personagem mais corajoso, brincalhão e lindo, claro. #putasempre


Confira o trailer do filme


27 de junho de 2016

Por onde andei... #01

junho 27, 2016 32 Comentários

por onde andei


Passei uns bons dias longe da internet, atualizando raramente a minhas redes sociais e bla bla bla. Sabe quando você não tem vontade alguma de ligar o computador ou até mesmo conectar a internet no celular? Foi mais ou menos por aí.


Pra completar: estou sem internet em casa. Pra minha surpresa, não fiquei louco por causa disso. Na verdade, estou relaxando bastante e aproveitando pra colocar a leitura dos meus livros em dia. Abaixo, fiz um resuminho do que andei aprontando fora da internet. :)


Passeio no Parque


Parque CimbaAcho que o universo inteiro sabe que eu amo o Parque Cimba, aqui em Araguaína. Ele é novo e reúne todos os dias milhares de pessoas, mesmo quando não é fim de semana. Lá é tão bom pra gente estirar um lençol no chão e ficar refletindo sobre a vida... Adorei ficar por lá conversando com uma amiga muito especial. (Preciso também falar que vi vários boys e dei aquela “limpa nas vistas”? Hahaha!)

Inauguração de um bar

The Pub AraguaínaDia 21 de junho inaugurou aqui na minha cidade o The Pub Araguaínaum bar chic, com uma pegada gringa e muita bebida internacional. Muita gente pensou que eu fui como celebridade, mas, infelizmente, continuo no anonimato. #aloukan Só apareci na inauguração porque fui acompanhar uma amiga. Ah!, a experiência de andar em lugar da elite valeu à pena, tô até me sentindo mais chiczinho. :P

Pra quem for daqui de Araguaína, o The Pub fica ali na Galeria Neblina, ao lado do Strike Boliche, Empório Maria e Arena Training. ;)

Evento geek

DSC01754Nos dias 25 e 26 de junho rolou aqui em Araguaína mais uma edição do Anime Sun: um evento totalmente dedicado ao povo geek da cidade. De culto/geek eu não tenho nada, mas fui convidado a ir e fui. Se eu adorei? Sim, e muito!

Acho que toda/qualquer experiência cultural que aparecer no nosso caminho é válida, e lá no Anime Sun eu pude me aproximar ainda mais do mundo oriental. <3
E vocês? O que fazem quando não estão à fim de ficar na internet? Já quero dicas! 

20 de junho de 2016

O meu primeiro beijo (gay)

junho 20, 2016 38 Comentários

Siá, eu não sei contigo, mas, comigo, as primeiras vezes na vida sempre foram complicadas e, por mais preparado que estivesse, o universo sempre zoou com a minha cara. Juro que eu tento entender o porquê disso.


As minhas primeiras vezes foram todas engraçadas e eu resolvi compartilhar uma delas aqui, que foi o meu primeiro beijo gay. Então vamos lá...


beijo gay 2


Eu nunca fui um beijoqueiro, nunca saí pegando trocentas pessoas na balada, porque: 1- sou bobão e 2- sou pra casar. Logo, imagine aí uma pessoa que não teve muita experiência amorosa na vida. E sim: testei beijo hétero na infância e  adolescência, mas não rolou. Sabe quando você não sente prazer ? É mais ou menos por aí.


Na época em que rolou o meu primeiro beijo gay, eu era mais bobo do que hoje e tinha experiência zero nesse "mundinho colorido". Na verdade, estava de papinho com o primeiro-cara-gay-que-conversei-na-vida. No dia em que marcamos pra sairmos, já sentia dentro de mim que ia rolar o beijo. O meu primeiro beijo gay.


E rolou. Contudo, a primeira tentativa foi horrível. O cara era muito experiente e eu... melhor nem comentar o meu (péssimo) desempenho. Eu era como a Anastácia de “50 tons de cinza”: imaturo, inexperiente e bobão.beijo gay


O primeiro beijo gay, propriamente dito, foi horrível e eu não curti nada. Porém, Deus é justo e sempre ajuda seus filhos. Nesse mesmo dia em que beijei o cara, ele percebeu que a pessoa aqui não mandava bem na coisa, então, como qualquer pessoa normal, fomos pro bar.


Um copo, dois copos, três copos... Depois que perdemos a conta da quantidade de bebida/copos que bebemos, fomos pro carro. Lá sim aconteceu o meu segundo (ou ainda seria primeiro? #aloukan) beijo gay. E foi lindo. Houve conexão e, mesmo alterado, me lembro de cada detalhe.




Hoje eu e o carinha não nos falamos mais por motivos de: incompatibilidade. Éramos/somos muito diferentes, ou seja, o relacionamento não iria vingar de nenhuma forma. Mas, olha, só tenho a agradecê-lo por me ensinar a como ser puta de verdade. :D #putasempre 


13 de junho de 2016

Invocação do Mal 2: minhas impressões sobre o filme

junho 13, 2016 23 Comentários

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Meu namorado, um moço romântico, me levou ao cinema para ver "Invocação do Mal 2" no Dia dos Namorados. O mais legal? A sala estava LO-TA-DA de casais vendo um filme de terror juntos, o que é bacana, pois quebra um pouco do estigma de que o Dia dos Namorados tem de ser comemorado com jantares, pique-niques ou até mesmo um cineminha, mas pra ver filminho meloso.


Para início de conversa, não cheguei a ver o primeiro filme "Invocação do Mal (2013)", porque não é muito a minha praia. Não sou do tipo medroso e tal, apenas não curto muito esse estilo de terror/suspense, sabe? Prefiro algo mais psicológico, algo que prende e assusta não pelas cenas com demônios ou pessoas possuídas revirando os olhos, mas pela própria trama, em si [a exemplo, adoro "O Exorcismo de Emily Rose (2005)"].


Há quem diga que este segundo filme não superou o primeiro, mas não posso me pronunciar quanto a isso. O que posso dizer é que, para a minha primeira experiência com um filme de terror/suspense numa sala de cinema, foi algo divertido. Minha expectativa era por um filme que me deixasse de cabelo em pé, mas o terror/suspense de "Invocação do Mal 2" não foi bem algo que me fez perder o sono, nem mesmo por ter sido baseado em uma história real e, por falar nisso, uma das coisas mais legais, principalmente para quem curte histórias de possessão e poltergeist baseada em fatos reais, é que, ao final do filme, antes de subirem os créditos, são mostradas fotos dos personagens reais da história, áudios de gravações da menina que protagoniza o filme falando possuída, imagens da casa onde aconteceu tudo e de pertences dos personagens. Tudo isso nos leva a atestar que o filme foi bem detalhista em representar no cinema uma história real, muito fiel em cenografia e figurino.


Um ponto negativo e que, a meu ver, acaba fazendo com que o filme perca credibilidade, principalmente entre os amantes de um terror/suspense mais psicológico e realista, é que o filme é bem fantasioso ao mostrar os demônios. Em um determinado momento, um demônio encarna em forma de um bonequinho de um brinquedo, tem outro momento em que o cachorro se levanta e se transforma num demônio. Definitivamente não é isso que se espera de um filme de possessão baseado em fatos reais, mas certamente acaba agradando as pessoas que estão em busca apenas de entretenimento.


De modo geral, vale a pena ir ver o filme, se não for pela obra em si, que seja pelas diversas reações que os expectadores têm nas salas de cinema. Isso acaba sendo muito divertido e contagiando a gente, sabe? Os gritos, sustos, comentários.


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7 de junho de 2016

Nostalgia: álbuns que eu ouvia no ensino médio

junho 07, 2016 29 Comentários


Ontem me bateu uma bad, então me veio à cabeça uma música chamada "Disconnected", da Lindsay Lohan, que eu costumava ouvir há uns 11 anos atrás, quando saí do ensino médio, lá em Tocantinópolis (TO), e vim fazer faculdade aqui em Araguaína (TO). O bichinho da nostalgia me picou e eu peguei um montão de CDs [CD mesmo, eu ainda ouço os CDs] que eu costumava ouvir nessa época, no discman que me acompanhou do ensino médio até meados da faculdade e, pasmem, só com isso comecei a me sentir melhor. Às vezes, eu me impressiono com o poder que a música tem de mudar o nosso humor, o nosso estado de espírito, quando a deixamos agir.


Pois bem. Vou lhes mostrar alguns dos meus álbuns preferidos como terapia:

Let Go (2002) / Under My Skin (2004) – Avril Lavigne

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Amo o trabalho da Avril! Acho ela fantástica, mas boa parte do público mais jovem só teve a oportunidade de conhecer a fase mais pop dela, de "Girlfriend (2007)" até então. Só os mais velhinhos, como eu, tiveram a oportunidade de ver a Avril surgir e até ser rotulada como "a nova Alanis Morissette", lá em meados de 2002, e já levar Grammy's para casa com seu álbum de estréia. Lembro de ter comentado isso com um amigo e ele riu horrores: "Tô imaginando a Alanis cantando 'Hello Kitty'", ele comentou e depois até eu ri junto.


Os álbuns "Let Go" e "Under My Skin" definem bem quem a Avril é e porque hoje ela não é mais comparada a ninguém. Pelo contrário, durante um tempo, a Avril ditou tendência no cenário Pop/Rock: cantoras que surgiam, como Kelly Clarkson e FeFe Dobson, eram orientadas por suas gravadoras a fazer um som mais Avril Lavigne.

Canções como "Losing Grip", "Take Me Away" e "Together" me desmontam!

Britney (2001) – Britney Spears

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Há quem considere "In The Zone" ou "Blackout" como os melhores álbuns da muda princesa do pop. Eu, particularmente, considero "In The Zone" o melhor, mas o que mais me ganha no aspecto nostálgico é "Britney", o terceiro álbum lançado por ela, no final de 2001 [questão de concurso público: a maioria dos álbuns da Britney, com poucas exceções, foram lançados em Novembro ou Dezembro, acredito que por ser próximo do seu aniversário, 02/12]. Eu era tão louco por uma música desse álbum que, ainda no ensino fundamental, usava um trecho da bridge como epígrafe nos meus trabalhos da escola. Pode isso, produção? Os professores deviam rir horrores nas correções [ou nem ligavam #whatever ].


Fallen (2003) – Evanescence

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Na minha fase gótico suave, não podia faltar rock com uma vibe mais pauleira, né bebê? "Fallen", o álbum de estréia comercial do Evanescente [comercial porque eles já tinham uma sólida carreira no cenário underground, com vários álbuns e EPs independentes], é como uma Bíblia do rock melódico para mim. Esse álbum é a masterpiece do Evanescence, aquela coisa que dificilmente conseguirão superar! Canções como "Going Under", "Bring Me To Life" e "My Immortal" dispensam comentários, né?


Lembro muito desse álbum sendo tocado durante o recreio, na rádio da minha escola. Podia faltar o lanche na cantina, mas o Evanescence na programação era indispensável! Haha

Most Wanted (2005) – Hilary Duff

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Sou muito, muito, muito fã da Hilary! Quase não ouço mais esse álbum, mas tenho um carinho especial por ele, pois foi o que me apresentou ao trabalho dela como cantora. Músicas como "Wake Up", "The Getaway" e "Beat of My Heart" sempre me trazem boas lembranças.


Speak (2004) / A Little More Personal (2005) – Lindsay Lohan

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Poucos sabem, mas a atriz Lindsay Lohan teve uma breve carreira musical, antes dos seus surtos. Há quem diga que ela só se aventurou na música por pressão de empresários, para competir com a sua rival Hilary Duff. Na época, as duas eram as queridinhas da Disney e, em 2003, Hilary teve seu álbum de estréia entre os mais vendidos nos EUA. Como a LiLo não podia ficar para trás, no ano seguinte, lançou o seu primeiro álbum, mas em sua breve carreira musical não obteve nem de longe o mesmo êxito que a rival, que está até hoje fazendo música.



Hilary e Lindsay foram tipo as Selena Gomez, Demi Lovato ou Miley Cyrus da minha geração, sabe? Fato é que Lindsay realmente não possuía tantas habilidades vocais, algo que ela deixava bem nítido nos pouquíssimos lives que fez na época, mas os seus únicos dois álbuns lançados oficialmente não deixam nada devendo a qualquer cantora pop comercial, pelo menos na qualidade de produção [houve um terceiro álbum, chamado "Spirit In The Dark", que chegou a ser gravado e envolveu produtores de renome, como o Timbaland, mas não foi lançado oficialmente, apenas teve algumas músicas vazadas algum tempo depois e um único single oficial, chamado "Bossa"... Aí a LiLo surtou, começou a usar drogas, beber, fazer plásticas, ficar doidona, o álbum foi cancelado, a gravadora demitiu e ela acabou com a carreira, tanto no cinema quanto na música].


Detalhe: nenhum dos álbuns da LiLo foram lançados no Brasil, mas eu gosto tanto deles que fiz minhas economias e comprei pelo eBay.


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PS – Me contem o que vocês ouviam [ou ouvem] nos comentários. 😊