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28 de fevereiro de 2016

Vida de pobre #01: mudança de casa

fevereiro 28, 2016 44 Comentários
Favela mexicana mara-linda da vida! <3 
Sim, estou me sentindo poderosa e começo esta semana a série de post “Vida de pobre”, porque percebi que muita gente que lê o blog também é pobre. E não: não é uma ofensa ser pobre. Se você pensar bem, é até legal/divertido, pois, no fim, rende as melhores histórias pra você ficar relembrando durante as reuniões de famílias. 

Falando nisso, deve ser bem legal as festinhas dos ricos, né? Eles lá comentando sobre as últimas viagens (internacionais) e compras caríssimas, enquanto a gente, projeto de pobreza extrema, fica compartilhando os barracos com vizinhos e tals. #amo 
Uma coisa que super me divirto nessa “Vida de pobre” é com o fato de sermos curiosos, principalmente com as mudanças de casas dos velhos/novos vizinhos. Eu, por exemplo, quando vejo que tem gente nova chegando ao bairro, já fico curiando pelas brechas do portão, tentando puxar a ficha completa dos novatos. 

O fato é que os pobres nunca fazem mudança durante o dia, já perceberam? Geralmente é a noite e sem fazer muito auê, que é pro povo não reparar nos móveis. Isso é uma besteira, porque vizinho de verdade sabe até a calcinha que o outro veste, ‘miga. Não adianta esconder! #aloukan
Foto ilustrativa, pelo amor de Jesus Criso. :D 
Felizmente todos da minha família têm casa própria, mas, recentemente fiz uma rápida mudança, quando voltei a morar com os meus pais. Não era muita coisa, mas, você só percebe que carrega muito entulho quando tem de jogar tudo dentro das caixas. Eu pegava algumas tralhas e olhava pra parede pensando: “sou um cachorro safado mesmo!”. Até o guardanapo que um antigo crush usou a pessoa aqui guardou. #safadona

Após jogar todos os objetos da mudança no caminhão, eu pensei que ia na cabine com o meu pai. Ledo engano. Fui no meio dos bagulhos, segurando a geladeira, fogão e máquina de lavar. Me senti uma galinha sendo transportada. #chateada

E quando eu cheguei ao bairro e fui descer do carro? Menina, praticamente todos os vizinhos estavam sentados na porta de casa. Passei tanta vergonha... Foi traumático, diria! 

Lição que eu tiro de tudo isso? Mudança de casa é sinônimo de bagunça, e a gente não tem como fugir dela.


E vocês? Já mudaram de casa e passaram vergonha? Quero relatório completo. :D

 Um beijo!

25 de fevereiro de 2016

Precisamos conversar sobre um assunto sério

fevereiro 25, 2016 35 Comentários
1,3 milhões: esse é o total de pessoas que se suicidam todos os anos no mundo inteiro. Só no Brasil, a cada 45 minutos uma pessoa tira a própria a vida. Quer mais um fato? Pois saiba que, geralmente, os casos de suicídio não são noticiados na imprensa, pois a mesma acredita que estaria invadindo o espaço alheio e até “incentivando” essa prática. Um absurdo. 

Em menos de uma semana, 2 jovens da minha cidade se suicidaram, deixando a população, familiares e amigos completamente chocados. O motivo? Simplesmente ninguém sabe. Há suspeita de que sofriam preconceito por serem homossexuais, mas, nada foi confirmado. Não foi necessário eles verem matéria na televisão/internet/rádio pra chegarem a este fim. A vontade, acredito eu, simplesmente existia ali na mente deles.

Infelizmente, a imprensa daqui de Araguaína foi omissa ao não divulgar o fato acima. Se fosse algum acidente com vítimas fatais, era capaz de mostrarem nitidamente até o resto dos cadáveres. Então eu pergunto: onde está a imparcialidade/ética que tanto dizem por aí? 

O suicídio é uma prática tão comum no nosso país, mas, a imprensa não noticia; não divulga algo tão importante. Não podemos simplesmente fechar os olhos, fingir que nada aconteceu e que outras pessoas também não poderão ter este mesmo fim. Vale ressaltar que eu não estou querendo que apenas informe o fato, mas também traga a opinião/dica de profissionais da área da saúde mental. 
O tema "suicídio" precisa ser debatido e divulgado, pois ninguém tira a própria vida porque simplesmente está cansado e quer uma folga. Pra pessoa chegar a este ponto, sua mente deve estar doente, ferida e necessitando de tratamento. Mas, não tem como chegar em alguém e dizer “quero me matar. O que eu faço?”, se esse tipo de assunto não é abordado no nosso dia a dia. 

Simplesmente ninguém debate sobre o suicídio, e sabe por quê? Por que não é noticiado e o que não é noticiado, a gente sabe que pro resto do mundo não existe. Não estou culpando a imprensa, mas... não é ela a responsável por orientar, informar e ajudar? 

Outra pergunta: por que os Estados Unidos fazem questão de mostrar casos de suicídios/serial killer? Claro que não é pra incentivar, mas pra chamar a atenção da sociedade e alertar aos pais/familiares/amigos de que as pessoas podem sim ficar doentes da mente. Afinal, ninguém se mata por querer. 

Enquanto a informação/orientação continua sendo segredada, milhões de pessoas estão por aí cogitando se matar, porque não viram na tv, internet ou rádio que tudo tem uma resolução, e que a morte não é o fim dos problemas.

Um beijo!

24 de fevereiro de 2016

Estilo de vida alternativo

fevereiro 24, 2016 49 Comentários
Quando fomos lançados ao planeta Terra, certamente todos os nossos caminhos já foram traçados. Sendo assim, não há muito com o que se preocupar. De qualquer forma, é inevitável a gente não se pegar pensando sobre o ritmo em que levamos tudo na vida, né? Eu, pelo menos, sempre estou pensando sobre esse lance.

Outra coisa que chama bastante atenção é a divergência de estilos de vida. Enquanto há aqueles preocupados com tudo (meu caso), existem também pessoas que só querem compartilhar um pouco da sua arte. Justamente sobre esse assunto, uma fotógrafa daqui de Araguaína resolveu fazer um ensaio sobre o estilo de uma gente bastante julgada/excluída pela sociedade: os hippies/folks.
A imagem acima, bem como o ensaio fotográfico disponível lá no Facebook, foi clicada pela fotógrafa Letícia Souza, bastante conhecida aqui em Araguaína. De acordo com a profissional, ela sempre teve curiosidade em saber como era a rotina dessas pessoas consideradas “diferentes” por a maioria da sociedade. “Sempre tive interesse em saber o porquê e o que levaram elas a viverem daquela forma [mudando de cidade o tempo inteiro, meio que nômades]. No fundo, eu sentia que era por questões de liberdade, de vivenciar o simples da vida”, afirmou.
Na maioria dos casos, os hippies saem pelo mundão justamente pra aproveitarem um pouco o que a vida tem a oferecer. Afinal, tudo passa tão rápido e, sinceramente, viver na mesmice é um saco. Acho que, diferente do que muitos pensam, eles não têm nada de loucos, e sim espertos.

¨O nosso objetivo é fazer com que, em meio a esse caos e stress do trânsito, possamos conseguir tirar um sorriso, levar algo positivo para as pessoas... Levar paz”: essas foram as palavras ditas por os hippies daqui da cidade à fotógrafa. <3
No fim, nosso destino é o mesmo e o que conta de verdade são as experiências que tivemos ao longo da nossa permanência por aqui. Queria eu ter coragem pra sair fazendo um mochilão pelo mundo... 

Pra quem se interessou pelo ensaio e o relato completo da fotógrafa, corre lá no Facebook da Letícia. Ah! Parece que vai ter um mini-documentário sobre os hippies também.

 Um beijo! 

23 de fevereiro de 2016

Padres poderiam casar...

fevereiro 23, 2016 46 Comentários
Você deve estar se perguntando porque raios eu estou escrevendo sobre religião aqui no blog, já que como todo mundo sabe, esse é um assunto indiscutível. Mas, o que eu iria fazer após saber que os padres podem casar?

Na verdade verdadeira, o povo lá do Vaticano não liberou os padres pra casar nos tempos atuais, mas, depois de uma rápida pesquisa, descobri que, no passando, os sacerdotes podiam sim ter uma família com filhos e tudo o mais. 

Contundo, na metade do século passado, um papa decidiu que o sacerdotes não poderiam casar e pronto. O motivo pra tudo isso é o mais revoltante: questões financeiras. Um padre não casando faria com que sua herança ficasse pra “igreja”. Um absurdo, né? 

E por que eu fui pesquisar sobre esse assunto? Simples: Padre Fábio de Melo anda me conquistando a cada dia nas redes sociais. Depois que ele entrou no Snapchat então... a paixão tem só aumentado. Não é desejo carnal, sua louca! É apenas uma admiração.
POR QUE TINHA QUE SER PADRE???
Quem acompanha o Padre Fabinho (olha a intimidade!) nas redes sociais já deve ter percebido que ele vem quebrando tabus: “tirando” aquela máscara de que um religioso tem de ser sério o tempo inteiro; não pode fazer piadas com as tretas da vida e nem reclamar sobre nada. Felizmente, Melo vem divertido a gente na internet, mas, quando a coisa é séria, lá está ele prestando o seu papel e espalhando mensagem de motivação/esperança/amor. Então, eu te pergunto: tem como não amar uma pessoa assim?

Eu sou católico não praticante (já fui muito ativo, mas hoje prefiro fazer minhas orações em casa mesmo). Há muito tempo eu não concordo com tudo o que igreja  (romana, protestante...) prega. Geralmente, as mensagens não são mais de amar ao próximo, respeito... Sempre é incentivando o ódio gratuito, julgamento, preconceito, discriminação.

Enfim... Acho muito bacana a iniciativa do Padre Fábio de Melo em tirar toda essa máscara de que sacerdotes tem de ser perfeito, assim como Jesus foi na terra. Inclusive, se o Fabinho quiser que eu seja “coroinha” dele, tô aqui sempre disponível. #oferecida

 Um beijo!

22 de fevereiro de 2016

Quem disse que mudar é difícil?

fevereiro 22, 2016 46 Comentários
Não sei como estão as coisas aí contigo, mas por aqui, aos poucos, tudo vai se encaixando e se ajeitando. Ainda bem, porque depois de tantos tombos e tropeços, acho que uma hora nosso corpo cansa e aprende qual o caminho certo a seguir.

Já cansei de dizer que por aqui nada foi fácil... Sempre fui o campeão em meter os pés pelas mãos e sair completamente quebrado, no meio de tanta bagunça. Mas chega uma hora em que cansa, né? Sempre vai chegar o momento em que as vendas serão tiradas dos nossos olhos e a realidade vai estar lá: bem nítida, esperando só a nossa atitude para mudar o que já não está tão legal. 

À propósito, dizem que mudar é difícil, requer organização e bla bla bla. Meu amigo, mudar é uma das coisas mais simples é requer apenas uma coisa: atitude. Não é necessário dinheiro, apoio, simpatia, lua certa ou qualquer outra mandinga. Claro que isso 'ajuda', mas, pra se renovar só depende de você e mais ninguém.

Durante as fases da minha vida, eu fui percebendo que eu poderia ter tudo o que queria, e isso só dependeria de mim. Foi assim que fiz pra conseguir morar sozinho por um tempo e adquirir alguns bens materiais.
Pra conseguir determinadas coisas, bastou eu abrir os olhos e ver que, quando a gente confia em si mesmo, tudo fica mais fácil e palpável, até mesmo aquela viagem dos seus sonhos pra outro país. Sabe empréstimo, poupança, guardar dinheiro...? Isso existe justamente pra quem não nasceu virado com a bunda pro mundo da lua. Sério. 

Recentemente também aprendi a me aventurar menos no mundo dos relacionamentos. Como muitos já sabem, tenho azar pro amor e, por isso, resolvi dar um tempo esperando por a hora certa. Se eu sei qual é esse momento? Nopes! Mas acredito que o universo sempre sabe nos avisar. Em sonhos, histórias de filmes/novelas, sinal de fumaça... 

Até existe uma pessoa que mostra interesse em mim, mas... sabe quando você está bem consigo mesmo, sem aquele fogo incessante? Ando assim. De boa. Com a vida. Com o mundo. Comigo mesmo. Então, não. Não acho que chegou a hora de me lançar novamente ao mundo do amor. E olha que se fosse o Adriel de alguns meses atrás, provavelmente estaria aqui escrevendo textos depressivos pra quem nem vale à pena. 

E isso: mudei. Mudei não por causa dos caras que já passaram por mim, mas por mim mesmo. Porque eu sei que precisava tomar as rédeas da minha vida. Hoje estou mais confiante, disposto, calmo e com foco. 

E você? Já tentou mudar algo hoje na sua vida? Juro que vale à pena. 

 Um beijo!

Lembranças da minha infância

fevereiro 22, 2016 55 Comentários
Acredito que nessa vida não tem como a gente viver o presente/futuro se sem importar de fato com o passado. Ele simplesmente faz parte da nossa existência e não temos como apagá-lo, a não ser que saibamos fazer uma bela hipnose consigo mesmo. Filosofias à parte, só quero dizer que eu amo conversar sobre o meu passado/infância. 

Como já disse, não tive uma infância cheia de riquezas, mas me diverti demais, porque se tem uma coisa que pobre sabe fazer, é se divertir com o pouco quem tem. Na época da minha mãe, um litro de óleo virava carrinho, acredita? #tenso 

Outro dia estava na casa da minha avó quando o povo estava falando sobre a minha primeira (e única) vez que dancei quadrilha. Menina, eu ficava dançando igual àqueles espantalhos que o povo faz na roça. Eu pisava no chão (pra levantar poeira) como se estivesse matando barata.

E o meu primeiro beijo? Juro que achei a coisa mais nojenta do mundo, inclusive contei pra minha prima todos os detalhes assim que cheguei em casa. Pra piorar, a pessoa já foi enfiando a língua na minha boca com tudo, no mínimo achando que eu era expert. Só fui me acostumar com aquele lance depois da quarta tentativa. Sério. Foi tenso e nojento. 

Acabei de lembrar da minha época de dançarino da  Banda Calypso. Eu era um ótimo dançarino, deixando minhas primas no chinelo. Dançava tanto, batia cabelo como uma retardada... E nem venha com desculpas dizendo que era a Patrícia de Rouge, porque eu era aquela louca e apaixonado por o Matheus de Broz. 
Eu também tinha medo das lendas urbanas que passavam no Domingo Legal. Na verdade, até hoje eu evito ver vídeos, porque fico com aquelas histórias na cabeça. Quando eu tinha uns 8 anos de idade, eu evitava ir ao banheiro da escola com medo da “big loira”, porque os meninos davam descarga 3 vezes e depois chutavam o troninho, chamando por ela. Pensa num escândalo. Eu ia parar na sala da diretora chorando. Juro.

Como você perceber, vida de pobre envolve muito barraco e eu era/sou o rei disso. Qualquer dia vou gravar é vídeo contando mais tretas da minha vida, porque né... juro que são as piores do mundo. 

Se você quer saber sobre mais barracos sobre a minha vida, corre lá no meu Snapchat porque todo dia tô por lá passando vergonha. O meu user é: adrielcristian. 

 Um beijo!

19 de fevereiro de 2016

Quem aí quer ser um deus?

fevereiro 19, 2016 8 Comentários
Independente da sua religião, todos já aprendemos ou ouvimos falar sobre deuses de diversas culturas, sejam romanos, egípcios, gregos, maias, hindus, nórdicos, chineses ou.. ufa... cansei. Enfim, todas as culturas têm ou já tiveram seus deuses. Na atualidade também temos o nosso “Deus” mas, como ele é 'verdadeiro' não o temos nesse jogo (mimimi de que não se pode brincar com coisa séria). E que jogo é esse? Meus caros, eu vos apresento: Smite.
Smite, é um MOBA (sigla para Multiplayer Online Battle Arena) com visão em terceira pessoa, traduzindo, Campo de Batalha Online onde jogadores se enfrentam em times de até cinco contra cinco. Para quem conhece jogos do gênero como: League of Legends, Dota e Warcraft, a temática e controles do game não são tão difíceis, mas para os que estão iniciando agora todo esse universo pode parecer bem complicado. No entanto, depois de um tempo... Você se acostuma.

Continuando, no Smite você é um deus... Exatamente! Você escolhe o deus que você mais se identifica e parte para a batalha contra outros deuses, que no caso também são outros players do outro lado da tela. Primeiramente, para rodar Smite, você precisará de: Um computador com configuração mediana, boa memória, placa de vídeo razoável (HD Graphics 4400 pra cima se seu pc ou notebook for onboard) e claro, internet.
Há vários modos de jogo (AQUI no site oficial, você pode ver cada um detalhadamente), o que torna bem difícil ficar entediado durante suas horas de gameplay. O que conta em Smite é sua capacidade de lutar com estratégia e reflexos rápidos, pois cada deus tem habilidades que só funcionam se forem bem utilizadas com os itens certos e nos momentos certos. Não adianta de nada pensar que Zeus é mais forte que Thor por ser da mitologia grega, enquanto o outro deus do trovão é nórdico. Aqui os deuses possuem poderes únicos com variadas finalidades para os diversos modos de jogo.

Cada deus de Smite teve a sua história pesquisada a fundo afim de ter seu personagem criado, você pode esperar uma verdadeira aula de cultura mitológica ao pesquisar sobre seu herói favorito. Cada habilidade que você evolui durante sua batalha mostra o quão poderosos todos eles são, tornando cada vitória ou derrota sua, uma prova de que não há deus melhor ou pior, mas sim, jogador que não soube equipar seu herói.

O jogo é gratuito, um pouco pesado para baixar mas... Vale muito a pena, deixarei um trailer do jogo logo abaixo para vocês assistirem. Quem quiser jogar comigo, é só deixar um comentário, ok? Adicionarei todos! Beijos e até o próximo sábado.
  

Xoxo, Nana

18 de fevereiro de 2016

Preconceito animal: sim, existe!

fevereiro 18, 2016 44 Comentários
Você também é uma dessas pessoas que, sempre quando veem fotos de animais fofinhos, ficam suspirando e querendo fazer da sua casa um zoológico, só pra abrigar várias espécies de bicho em casa? Se nem passa pela sua cabeça essa ideia, saiba que você não é muito certo da mente. Sério.

Desde que me conheço por gente, eu sempre amei animais. Talvez porque na casa da minha avó havia jabuti, coelhos, galinhas, cachorro, gato e outra porrada das animais. Então, o meu contato com a natureza/animais sempre foi muito grande.

Contudo, não consigo entender quem tem coragem de dizer que não gosta de gato preto (porque dá azar), cachorro vira-lata (porque é feio) e outros animais (porque são nojentos). Aqui eu não me refiro a criar, afinal, cada um é livre pra decidir ter em casa ou não. Na verdade, o que eu não aceito (de forma alguma!) é ouvir comentários preconceituosos sobre os animais.

Poxa! Um gatinho preto pode ser tão fofo quanto um de raça. Da mesma forma funciona com os cachorros. Eu tenho uma pinscher (raça boa!), mas sei que ela me ama da mesma forma que o meu falecido cachorrinho vira-lata, o Duque. O amor do animal não se mede por raça, porte, tampouco cor. Simples assim.

Resolvi falar sobre o preconceito animal porque recentemente adotei um gatinho: preto e vira-lata. Fiz isso porque o Mustafa morreu há muito tempo, e eu sentia saudade de ter outro bichano em casa. Após pegar o gatinho, recebi alguns comentários de pessoas falando que eu teria azar e bla bla bla. Como seria prejuízo cuidar de algo inofensivo, que só me faz companhia e me traz alegria? Fala sério!

Sinceramente, não me arrependo em ter adotado o Dyvo (sim, esse é o nome do meu gatinho). Ele dorme sempre na minha cama, me faz companhia na quando estou escrevendo no computador e tá sempre no pé (eu desconfio de que ele pensa que sou a mamãe dele). Ou seja: enquanto os meus amigos continuam correndo atrás de macho e na busca incessante de receber amor de alguém, eu estou aqui com um gatinho preto e vira-lata que faz tudo por mim, até mesmo enfrentar a minha cachorrinha, a Ryca. Existe prova de amor melhor e mais sincera do que essa?

Chega de preconceito com os animais. Se você não gosta, beleza. Só não abra a boca pra falar asneira, porque o mundo já tá tão cheio disso.

E vocês? Já presenciaram alguém com preconceito animal? Me contem tudo!


 Um beijo!

Saindo do tédio

fevereiro 18, 2016 0 Comentários
Sabe quando tu acorda cansado mentalmente, com vontade apenas de ficar na cama fazendo vários nadas? Eu tenho vários desses momentos por conta da bipolaridade, mas, ao invés de curtir aquela bad, tento espairecer fazendo algumas atividades “relaxantes”. Não tem nada mais chato do que ficar com um péssimo humor, quando você não tem motivo algum. 

É claro que a gente não é obrigado a ficar sorrindo o tempo inteiro pro mundo, escondendo as nossas dores e anseios. Mas, pensa comigo: é saudável ficar com raiva do mundo sem motivos, descontando nas pessoas as suas frustrações? Claro que não! 

Abaixo, confira algumas dicas testadas e aprovadas por mim pra se livrar do tédio-mau-humor-bad: 

Caminhar
Mesmo se tu não for amante de uma boa caminhada, saiba que dar um rápido passeio pela a sua cidade ou algum parque vai melhorar consideravelmente seu humor. Tudo isso porque, ao fazermos exercício, liberaremos endorfina no cérebro, deixando aquela sensação de bem-estar. Juro que funciona e talvez seja por isso que amo malhar/pegar peso. 

Ouvir músicas
Diga daí o que tu sente quando começa a cantar na frente do espelho pensando que é a Lady Gaga. Eu sempre faço meus mini-shows quando estou com raiva e só paro quando o cansaço me vence. E o legal é que o tédio/mau-humor vai embora e você ainda perde umas calorias. Mas, ó, só vale se for músicas agitadas. Nada de colocar Lana Del Rey, porque aí, menina, é só pegar a faca e cortar os pulsos. 

Escrever
É sempre bom manter por perto um caderninho pra você anotar algumas reflexões. Eu sempre deixo um no criado da minha cama. Quando tô com raiva de algo, pego-o e começo a escrever o que estou sentindo. Olha, super funciona de o sentimento ruim ir embora. Sou um daqueles que acredita que quando a gente lança o nossos problemas ao mundo, eles simplesmente somem da nossa frente. 

Conversar com um amigo
Já perdi a conta de quantas vezes saí da minha casa triste, mas voltei super feliz ao conversar com algum amigo. Funciona assim: se sentiu triste? Liga pra um amigo e marca de tomar sorvete numa praça e fofocar sobre a vida alheia. Isso é libertador e você ainda descobre os bafões sobre a menina que anda pegando o seu crush de toda a vida. 

Enfim, essas são as pequenas atividades que eu faço pra me livrar da fossa. Uma coisa que eu não aconselho é abrir o Instagram, Facebook ou Snapchat nesses momentos, porque daí tu vai ver todo mundo feliz e continuar se achando a pior pessoa do mundo. 

Vai por mim, o tédio tem salvação. Só depende de ti. 

 Um beijo!

17 de fevereiro de 2016

Ostentação: até quando?

fevereiro 17, 2016 73 Comentários
Bobo é quem pensa que a tal da ostentação surgiu nos dias de hoje, após você ver alguém esbanjar na sua cara a riqueza e o poder que têm. Se a gente parar pra pensar, a ostentação/exibicionismo existe há muito tempo, ainda naquela época da escravidão, quando as sinhás ficavam disputando quem tinha a melhor vestimenta. 

Eu nunca ostentei devido ao fato de ser pobre e não ter como sambar na cara da sociedade. Mesmo se pudesse, acho que não seria uma Val Marchiori da vida ou a louca da Narcisa Tamborindeguy, daquele reality show “Mulheres Ricas”. Não vejo necessidade em sair por aí gritando que “eu sou ryca” [sendo que é notório este fato, néam? #aloukan]. 

Infelizmente, com o passar do tempo tudo mudou e o mundo modernizou. Não se ostenta apenas com roupas, mas também com carro, celular, casa, viagens e o que aparecer pela frente.
Convivo diariamente com um grupo de pessoas ostentadoras, que passam grande parte do tempo querendo mostrar na internet suas “riquezas”: tem o menino da faculdade que tem um iphone 5s e 6 plus, que faz questão de colocar os aparelhos sob a mesa junto com a chave do HB20; o ex-patrão do mundo da imprensa que me deve R$ 70 há 2 anos, mas não sai das baladinhas da cidade e uma colega que vive no salão de beleza, mas até hoje não rebocou as paredes da sua casa. #prioridades.

A lista de ostentação que vejo por aqui, no meu mundo real, é imensa. Graças a Deus eu tenho os meus pés firmes e a certeza de que a gente não precisa mostrar pro mundo (todas) as nossas conquistas. Melhor mesmo é fazer como os meus parentes rycos: foram à Paris e nem uma foto postaram nas redes sociais, pois, como eles dizem, o objetivo principal da viagem era conhecer o local, não ficar atualizando as redes sociais, já que eles têm o ano inteiro pra isso. #exemplodeostentação

Se você é uma dessas pessoas ostentadoras, desculpa. Não quero e nem tenho o direito de criticar o seu modo de vida, apenas não entendo a necessidade de ficar nas redes sociais (oi, Snapchat?) compartilhando cada segundo do seu dia, como se fosse a Beyoncé ou algo do tipo.

Menos, gente. Vamos baixar a bola e agir com mais humildade, porque né... 

 Um beijo!

15 de fevereiro de 2016

Sempre torço pela felicidade alheia!

fevereiro 15, 2016 54 Comentários
Não conheço todas as pessoas desse mundo, mas, olha, provavelmente eu torceria pela felicidade até mesmo de quem jogasse uma pedra em mim. Não é querendo ser Deus nem nada do tipo, longe disso. Apenas gosto de propagar o amor e alegria por onde ando. Chega a ser coisa de louco, e você deveria saber que eu não sou normal. #adiferentona 

Outra coisa que costumo fazer com frequência é acompanhar os namoros dos amigos, famosos e desconhecidos. Sim, é bem capaz de alguém me pegar no Instagram vendo fotos de casais do outro lado do planeta, e suspirando com as legendas de amor-eterno. 

E quando acaba o relacionamento? Mulher! Tô até hoje tentando lidar com o término do Joe Jonas com a Demi Lovato, da Miley Cyrus com o Liam Hemsworth e, trazendo pra nossa realidade, do Latino com a Kelly Key. Tem também aquele casalzinho super popular da faculdade que recentemente acabaram com o namoro, me deixando sem chão e sem opção de stalk. 

Sobre esse último casal, deixa eu explicar uma coisa: na minha faculdade há poucos casais; os que existem são aqueles que chamam a atenção de todo mundo, porque são tão fofos e perfeitos que nem rola, da minha parte, uma ciúme/inveja, apenas felicidade por ver que o amor realmente existe.

Infelizmente, fiquei sabendo que o meu casal preferido (da faculdade) já não é mais casal. Ainda na dúvida, corri pro Instagram pra ver se eles haviam excluídos as milhares de fotos juntos. Sim, não havia mais fotos de casal, apenas imagens de sorrisos falsos com legendas do tipo: “Vou seguir em frente e estou bem. Desculpa, mas... sabe aquele gelo que tu me deu? Tô tomando água com  ele, porque redbull engorda [eu acho].

E não: não curto nem um pouco esse lance das pessoas apagarem as fotos/vídeos após o término do relacionamento. Será mesmo que apagar aquilo vai diminuir a dor ou fazer tu esquecer da pessoa? Acho que não resolve, não.

A dor só passa depois que você encontra outra alguém que te complete novamente. Não tô dizendo que tu tem de correr pro colo de outro macho, assim que acabar o namoro. Não é isso. Tem de “curtir” bem a fossa pra depois voltar à pista com tudo, isso se não houver uma volta com o dito cujo.

Então, não. Apagar as fotos não resolve. Faz é deixar os seus “fãs” tristes. Tipo eu que já não tenho mais fotinhas do meu casal preferido pra olhar e voltar a acreditar no amor.

Ou seja: no momento estou desiludido com a vida. 

Um beijo!

Resenha: A matéria dos sonhos

fevereiro 15, 2016 36 Comentários




Autora: Valéria Martins
Editora: Jaguatirica
Ano: 2014
Páginas: 290
Gênero: Romance
Sinopse: Jovem rica e mimada, Mariana sofre uma imensa decepção amorosa às vésperas do casamento e cai em depressão. Seu irmão aventureiro a incentiva a empreender uma viagem a Chapada Diamantina, na Bahia, a fim de espairecer e encontrar um novo rumo. Lá ela se depara com paisagens belíssimas, conhece um modo de vida bem diferente do que estava acostumava, envolve-se com o guia turístico Alex e desfruta a verdadeira amizade com Claudia, menina maluquinha a quem o destino a uniu para sempre. A matéria dos sonhos é um romance sobre busca, amor, amizade e encontro.
O livro “A matéria dos sonhos” conta a história de Mariana, uma advogada que acabou de levar um pé no traseiro do seu noivo, que assim como ela, faz parte da high society no Rio de Janeiro.  

É difícil prever a reação de qualquer pessoa após o cancelamento de um casamento, né? Com o caso de Mariana não foi assim. Desde o início o leitor já pode esperar por uma volta por cima por parte dela, mas, ninguém contava com a presença de Alex, um guia da Chapada Diamantina, na Bahia. Ele aparece na metade da história e muda completamente o rumo de tudo. 

Em determinados momentos, o leitor é capaz de torcer por o romance de Alex e Mariana, mas, como ambos são de mundos diferentes (ela de família rica/ambiciosa e ele conformado com a vidinha pacata no interior), nada vai muito longe, pois o amor parece que não existiu. No máximo uma paixão rápida e passageira.  

Entre o relacionamento rápido de Alex e Mariana, aparece Claudia: uma cineasta completamente engraçada e determinada. Aqui vai os meus parabéns à escritora por ter caprichado bastante na personagem secundária, dando muito ênfase em sua vida. Sem dúvida alguma, as histórias de vida de Claudia são bem mais interessantes do que as de Mariana. 

Em outras palavras: a temática do livro trata justamente sobre a possibilidade da gente se reinventar, mesmo diante de todos os problemas que surgem no nosso caminho.
"É preciso encarar com alegria e entusiasmo os desafios da vida, e ultrapassar cada obstáculo sabendo que haverá outro, e depois desse mais outro, e que estamos aqui pra isso." (pág. 95) 

12 de fevereiro de 2016

Não seja vencido pela Friendzone!

fevereiro 12, 2016 31 Comentários
Olá, leitores do blog! Tudo bem com vocês?

Hoje, quero fazer uma viagem ao passado com todos vocês, lá nos tempos do surgimento da internet, dos aplicativos de mensagens instantâneas e dos primeiros virais mundiais. Quem aí nasceu na época de 90 ainda teve o gostinho de aproveitar o MSN Messenger, eu mesma fui uma das viciadas que não conseguia viver sem mandar emoticons, alertas chamando a atenção e indiretas no subnick.
Nessa época do MSN, ICQ, Windows XP (Inovação e tanto para quem começou com o Windows 98) foi que surgiu o primeiro amor da maioria dos que hoje tem 20 e tantos anos ou mais nas costas. Pois é, quem nunca não é mesmo? E é pra esse período que voltamos quando jogamos “Emily Is Away”, um jogo indie criado pelo desenvolvedor Kyle Seeley e que está disponível para PC, MAC, e Linux através do site do próprio criador do jogo  ou na Steam que é basicamente um Spotify e Netflix dos jogos da vida.

Steam: A plataforma permite que você compre jogos por um preço mais barato e ainda aproveita jogos gratuitos com toda a segurança.

No jogo você cria seu nome de usuário e escolhe seu ícone, quando a janela de conversa abre, a primeira a falar contigo é a Emily (Emerly35) e apesar de ser preciso que você digite a conversa, nada do que disser vai aparecer na tela, a intenção é apenas te fazer sentir mais proximidade com o diálogo que se seguirá através dos anos. O jogo começa em 2002 e de cara você percebe que o seu personagem é apaixonado pela Emily, mas... Sabe o que é a friendzone? Pois é, o seu intuito é vencê-la, fazer as escolhas certas e quem sabe conquistar Emily. No primeiro episódio, você combina de se encontrar ou não com ela em uma festa na casa de um tal de Travis, Ela inclusive desabafa com você sobre um garoto que não para de perturbá-la no AOL Instant Messenger (que é o visual que o game te apresenta).
Suas escolhas desenvolverão o game e é aí que a graça e a emoção tomam conta do gameplay. Você vai sentir o sofrimento dele em relação à Emily, a forma que ele digita a mensagem e depois apaga antes de substituir por qualquer coisa nada a ver, mostra o quanto a insegurança tomou conta dele através dos anos. Emily é a sua paixão mas, ele não consegue confessar... Então, depende de você jogador, tentar mudar o curso do amor não confessado dele. 

O único contra que o encontrei no jogo é que ele não tem tradução e nem legendas em português então, se você não souber o mínimo de inglês, não vai conseguir entender o que se passa. Ah, e mais uma coisa, no meu canal do Youtube, caso queira assistir ao gameplay de Emily Is Away, só clicar no vídeo abaixo. Não esqueçam de comentar e se inscrever no meu canal, caso queiram ver mais vídeos, ok? Espero que tenham gostado do post. 



Xoxo, Nana

Sobre ser um blogueiro desconhecido...

fevereiro 12, 2016 56 Comentários
Até hoje eu lembro do final de semana em que criei o Não me venha com desculpas. Estava em casa, sozinho e no tédio, quando resolvi criar um cantinho pra compartilhar um pouco sobre a minha vida, ainda no ano de 2011. Naquela época, eu queria escrever algumas redações/artigo de opinião pra me preparar pro vestibular. No fim, a blogosfera acabou sendo o meu meio de refúgio e desabafo. 

Minha intenção até hoje não é ganhar na internet fama, seguidores e bla bla bla. Nunca fui desesperado por isso. Como eu já disse em todas as minhas redes sociais, meu blog é feio com amor e por amor. Porém, fico tão chateado quando vejo a luta desenfreada dos blogueiros por popularidade, parcerias... 

Não serei hipócrita em dizer que nunca procurei uma editora pra tentar “ganhar” livros de “graças” (na verdade, é uma troca de serviços: livro gratuito x resenha/post/banner). Já participei sim das seleções, mas nunca fui selecionado. Talvez porque o meu blog não tem um foco específico. É apenas um diário virtual e só.

Falando em nicho dos blogs, eu acho super legal quem consegue focar só em moda, livros, filmes/seriados... Sinceramente, eu não consigo. Sinto uma necessidade absurda em escrever sobre mim e o que me rodeia, então, dificilmente as editoras irão anunciar seus livros em espaços assim. Um pena, né?! Eu me sentiria tão bem em escrever resenha usando um pouco do meu bom humor, sem ser aquela coisa meio “resumo do livro + adorei, gente!”.  Mas, né, vamos continuar por aqui desembolsando dinheiro pra ler, afinal, a leitura é uma das melhores coisas dessa vida. 

Eu também nunca procurei loja parceria, tanto é que não tem banners aqui no blog. Sei lá... Eu só quero mesmo compartilhar as minhas histórias e fazer com que os meus (poucos) leitores se identifiquem com as tretas, vendo que  que nem sempre certas coisas significam o fim do mundo, por isso eu tento sempre encontrar o lado bom em tudo. 

Enfim... Um texto sem pé e cabeça só pra dizer que eu sou tão grato com quem tira um tempinho pra me mandar mensagem no Facebook, Twitter e aqui no blog elogiando os meus textos. Vocês não sabem o quanto isso me faz bem. 

Isso não é um discurso de celebridade, pois o contador de visitas do meu blog sempre me acorda quando penso que tô famosa, pronta pra entrar na casa do BBB e espalhar o meus brilho brilhoso.


 Um beijo!

11 de fevereiro de 2016

Paixão por professor: quem nunca?

fevereiro 11, 2016 57 Comentários
Se tem uma coisa que não sei lidar, são com relacionamentos. Acabo misturando tudo e, como o esperando, me fodendo. Amizades, por exemplo, ou elas duram pra sempre ou acabo achando que a pessoa tá me querendo e vamos ficar juntos por toda a vida (no fim, a amizade acaba após eu não saber administrar os meus sentimentos.).

A minha vida estudantil também foi/é bem conturbada, mas, graças a Deus eu nunca pirei e nem saí por aí confessando amor por professor. Ainda. Deus queira que esse dia nunca chegue. Amém. 
O fato é que já me apaixonei por os meus professores. E não foram poucos: mais de 7 (contando com os da faculdade). Mas isso só aconteceu quando eu cheguei no ensino médio, porque os meus professores do primário e fundamental foram todas mulheres. Infelizmente. 

O primeiro professor por quem tive paixão foi um de matemática: naquela época eu contava as horas pra chegar a aula dele, tirava ótimas notas, me esforçava pra caramba e era um dos melhores alunos na matéria. Os populares até me procuravam pra tirar dúvidas. Me sentia CDF, sabe?! 

Não sei se o professor de matemática desconfiava de mim, mas sempre ficava até o fim da aula pra tirar “dúvidas” com ele. Mas, minha paixão acabou quando minhas amigas disseram que ele tinha bafo. Eu 'tava tão apaixonado que nem havia prestado atenção nesse detalhe. Quando fui prestar atenção de verdade, quase me amaldiçoei por gostar do profs. Pra piorar, a filha dele estudou comigo um ano depois e, ó, parece que o mal é de família. A menina também tinha um bafo dos infernos. 

A segunda paixão foi por um professor de geografia. Ele era recém-formado e estava substituindo uma professora. Ele era/é muito lindo, fazia as meninas (e as beeshas, tipo eu) pirarem no corredor da escola. Me dediquei também à disciplina, tirava notas boas e decorei, por causa dele, todas as capitais do Brasil. Contudo, a paixão acabou quando fiquei sabendo que ele tinha ficado com uma menina da sala. Um loirona dos olhos verdes. Me senti traída e terminei mentalmente o relacionamento. #soudessas
Outra paixão que eu tive foi por um professor de Educação Física. Nossa! Ele é a coisa mais linda do mundo e acho que ainda sou apaixonado, pois sempre quando encontro-o nas filas do banco, fico com o coração acelerado. A paixão meio que volta. Talvez isso aconteça porque ele tem uns 35 anos, é solteiro (pelo o que sei). Ainda há uma esperança. 

Preciso comentar sobre as paixões da faculdade? Eu tive várias, mas a maioria dos professores são casados (com alianças gigantescas no dedo. Tem uns que usam nos dois dedos só pra confirmar, sabe?!) Daí só rola aquela paixão mais leve, sem interesse, sem piração. Apenas admiração e respeito mesmo. Mas as paixões estão lá e existem. 

Não sei quando vou parar de me apaixonar por professores, o que sei é que eu os amo e sou grato por compartilharem tanto conhecimento, não sendo apenas um rostinho/corpinho bonito.

Mas, agora me contem sobre você: também já se pegou louca da pedra por um professor? 

 Um beijo!

10 de fevereiro de 2016

Pedidos de namoro recusados

fevereiro 10, 2016 47 Comentários
Que eu não tenho sorte no amor, isso não é novidade. O que ninguém sabe é que eu também sou um desastre na hora de pedir alguém em namoro. Já pode imaginar por aí os tiros/queda que eu levei, porque foi tudo horrível. 

Antes de ter a certeza de que eu era #beshaloka, fiz dois pedidos de namoro, ainda na minha adolescência, à duas meninas. Eu não sei que merda passava na minha cabeça, porque eu nem sabia beijar e não queria que o primeiro fosse com meninas. Mas, né, os amiguinhos estavam lá de namorinho e eu não queria ficar pra trás. 
O que eu fiz? Peguei papel e caneta e escrevi um bilhetinho: “Fulana, tenho chances contigo? Sim ou não”? Uma menina colocou um “Jamais!”; já a outra respondeu “Sim, claro!”. Com essa que respondeu positivamente, namoramos durante uma semana e nunca nos beijamos, porque eu percebi que ela gostava apenas dos bombons que eu a presenteava. Então, terminei o nosso namoro. O meu primeiro e único namoro hétero. Hoje essas duas meninas já se casaram e têm filhos. Acho que nem os estudos terminaram. Fizeram péssimas escolhas ao me deixarem de lado. #tomasafada 

Quebrei a cara novamente em 2013, assim que entrei na faculdade. Calouros são todos loucos, né? Naquela época eu já tinha certeza que era gay, então, foi mais fácil definir quais seriam os caras que eu “perseguiria”. 

Acabei usando a tática “infalível” de adicionar a pessoa nas redes sociais e puxar papo. Tipo: passávamos a madrugada inteira conversando, mas na faculdade, a gente nem se olhava. Eis que após muito tempo de conversa, pedi pra minha amiga entregar um bilhetinho pro cara. Esse bilhete continha duas páginas, onde eu falava que gostava  do menino por trocentos motivos, mas que entenderia se ele não quisesse nada.
A resposta veio através do Facebook com um singelo: “não, só amizade mesmo!”. Além disso, as amigas desse menino ficavam olhando pra mim o tempo inteiro e rindo da minha cara. No mínimo ele deve ter contado, né? Não arrependo disso, porque aprendi que nem todo mundo é digno de ganhar meus bilhetinhos. #pegaessakengudo 

Já o meu terceiro pedido de namoro aconteceu recentemente. Estava conhecendo um guri e ele vivia me chamando de “meu namorado”, quando conversávamos. Pra arrumar isso, pedi ele em namoro cara-a-cara (aprendi a lição dos bilhetinhos!) e o crush aceitou. O namoro durou 3 FUCKING dias. Ele veio com a desculpa de que não estava pronto pra um relacionamento sério e bla bla bla. Terminei de vez e o excluí de todas as minhas redes sociais, depois que peguei o espertinho de papo com outros homens enquanto estava comigo.

Como você pode perceber, sou uma decepção nessa vida "amorística" . Mas, tudo bem! Ainda sonho com o momento em que aparecerá alguém fazendo uma serenata na janela do meu quarto. Eu devo merecer depois desse tanto de toco.

E vocês? Me contem aí se já passaram por algo do tipo! Vou adorar saber. 

 Um beijo!

8 de fevereiro de 2016

Tretas de Carnaval

fevereiro 08, 2016 51 Comentários
Eu não sou muito de ir à festa, baladinhas e coisas do tipo. Isso tem uma explicação: aqui é tudo absurdamente caro. Eu sei, eu sei. Na sua cidade as programações do tipo também não são baratas,  na verdade, hoje em dia a gente não encontra mais nada com um preço justo. 

Levando em conta o fato do preço das farrinhas, eu também nunca fui de pular carnaval, entrar no meio da muvuca e sair dançando igual aos bonecos de posto. Confesso que tenho vontade de baixar a Lady Gaga no meio daquele tanto de gente, mas, né, como aqui a cidade é pequena, provavelmente espalharia pela cidade um vídeo da minha pessoa sendo #aloukan. Melhor se precaver pra não passar esse vexame em público.

Mas, sim. Eu já fui ao Carnaval da minha cidade e nessas duas vezes foi tudo muito louco e engraçado. Este ano eu queria muito ir, mas, por falta de verba pública, não teremos festinhas. Vamos ficar só vendo “na tela da tevê, no meio desse povo... a gente vai ser na Grobo!”. 

A minha primeira vez no Carnaval foi em 2012. Resolvi ir junto com a minha prima, que tinha esquema marcado com um cara e me deixou sozinho no meio da multidão. Aproveitei aquele tempo pra conhecer as barraquinhas até chegar numa de batidas/cachaça. Menina, tinha todo tipo de bebida naquele lugar e eu, como boa pessoa, nunca havia bebido nada além de vinho. 

Sim, comprei uma batida de morango. O negócio parecia mais iogurte do que bebida. Parti pro segundo copo, terceiro, quando chegou no quarto copo, não sabia mais que era e só queria encontrar minha prima pra mostrar a barranca que vendia danone desfarçado de bebida. Tava bem loucão, sabe? Andava por entre as pessoas dançando, sorrindo pra quem eu nem conhecia. No fim, curti a festa sozinho graças às biritas.

Na segunda vez em que fui ao Carnaval, “curti” sozinho. Na verdade, estava de plantão e tinha de ficar entrevistando autoridades públicas, tirando fotos e só observando o povo curtir a  festa. (Também olhei pros homens maravilhosos, que estavam fantasiados. Confesso que queria que eles me notassem, mas, quem vai olhar com outros olhos pra alguém que estava todo social numa festa de Carnaval?)

Após todas essas muitas poucas experiências carnavalescas, cheguei à conclusão de que eu nasci pro Carnaval sim, mas só aqueles em que a birita for liberada, pois, aí sim ficarei louca e descerei até o chão com a latinha na mão. Mas, ó, Deus... Deixa que isso aconteça não. Tenho uma família aqui que com certeza me deserdaria. 

E vocês? Quais foram as loucuras que já aprontaram no Carnaval? 

 Um beijo!