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31 de dezembro de 2016

Bem-vindo, 2017!

dezembro 31, 2016 30 Comentários


Opa! Estamos entrando em um novo ciclo, onde teremos 365 dias para conquistarmos mais algumas coisinhas, se desapegarmos de outras e continuarmos por aqui lutando por sobrevivência. Afinal, viver nada mais é do que travarmos uma luta constante por sonhos, vaidades, desejos e conforto.

Há aqueles que preferem acreditar que este novo ciclo nada mais é do que o término de um ano. E só. Porém, para a maioria das pessoas, a chegada de um novo tempo simboliza mais uma chance que o universo/Deus está dando a elas, para poderem organizar a bagunça a qual encontram-se suas vidas ou simplesmente realizarem sonhos.  ;)

Nesta época, lista são indispensáveis: algumas contém itens utópicos, já outras são mais "palpáveis"... tem também aquelas pessoas que sequer dão ao trabalho de criar metas.



A verdade é que não há erro algum em riscarmos num papel ou rascunhar na mente os objetivos para o próximo ano/ciclo. Não é errado, não é feio e, às vezes é necessário (alô, virginianos viciados em listas!).

Contudo, não basta querer Deus e o mundo! É necessário organizarmos tudo para corrermos atrás dos nossos planos; este é o momento ideal para bater os pés no tapete, jogar a areia fora e deixar tudo em seu devido lugar.

Aliás, quando a gente entra numa casa limpa, cheirosa e organizada a vontade de ir embora nem aparece. É bem verdade que em 2016 não tivemos tempo pra organizar tudo, mas, 2017 chegou para arrumarmos umas coisas aí!



Se não tá à fim de listas, tente pelo menos pensar em 5 metas para alcançar em 2017. As minhas são: 1) ser menos tímido; 2) crescer na área à qual trabalho; 3) conhecer alguma cidade grande; 4) trocar de celular e 5) fazer uma nova tattoo. (Os demais objetivos continuam sendo os de 2016, da lista aí acima!).

Ah!, não pense que é fracasso chegar ao fim do ano/ciclo sem ter conquistado algo da sua listinha. Dizem por aí que feio mesmo é nem correr atrás de algo nesse vida. ;)
E você? Quais são os seus desejos para este ano? Compartilhe nos comentários ou nas suas redes sociais. Às vezes dividir seus desejos com os outros pode ser interessante. Faça o teste! Ah, tenha um excelente ano. :)

Bem-vindo, 2017!

dezembro 31, 2016 30 Comentários


Opa! Estamos entrando em um novo ciclo, onde teremos 365 dias para conquistarmos mais algumas coisinhas, se desapegarmos de outras e continuarmos por aqui lutando por sobrevivência. Afinal, viver nada mais é do que travarmos uma luta constante por sonhos, vaidades, desejos e conforto.

Há aqueles que preferem acreditar que este novo ciclo nada mais é do que o término de um ano. E só. Porém, para a maioria das pessoas, a chegada de um novo tempo simboliza mais uma chance que o universo/Deus está dando a elas, para poderem organizar a bagunça a qual encontram-se suas vidas ou simplesmente realizarem sonhos.  ;)

Nesta época, lista são indispensáveis: algumas contém itens utópicos, já outras são mais "palpáveis"... tem também aquelas pessoas que sequer dão ao trabalho de criar metas.



A verdade é que não há erro algum em riscarmos num papel ou rascunhar na mente os objetivos para o próximo ano/ciclo. Não é errado, não é feio e, às vezes é necessário (alô, virginianos viciados em listas!).

Contudo, não basta querer Deus e o mundo! É necessário organizarmos tudo para corrermos atrás dos nossos planos; este é o momento ideal para bater os pés no tapete, jogar a areia fora e deixar tudo em seu devido lugar.

Aliás, quando a gente entra numa casa limpa, cheirosa e organizada a vontade de ir embora nem aparece. É bem verdade que em 2016 não tivemos tempo pra organizar tudo, mas, 2017 chegou para arrumarmos umas coisas aí!



Se não tá à fim de listas, tente pelo menos pensar em 5 metas para alcançar em 2017. As minhas são: 1) ser menos tímido; 2) crescer na área à qual trabalho; 3) conhecer alguma cidade grande; 4) trocar de celular e 5) fazer uma nova tattoo. (Os demais objetivos continuam sendo os de 2016, da lista aí acima!).

Ah!, não pense que é fracasso chegar ao fim do ano/ciclo sem ter conquistado algo da sua listinha. Dizem por aí que feio mesmo é nem correr atrás de algo nesse vida. ;)
E você? Quais são os seus desejos para este ano? Compartilhe nos comentários ou nas suas redes sociais. Às vezes dividir seus desejos com os outros pode ser interessante. Faça o teste! Ah, tenha um excelente ano. :)

24 de dezembro de 2016

Os melhores do ano (2016)

dezembro 24, 2016 40 Comentários
Menina, o ano novo tá quase ali batendo à porta. Não precisamos falar sobre as decepções e tretas de 2016, né? É tanta bagaceira que é melhor nem comentarmos... Mas, ó, a gente sempre está aprendendo. Com os erros, acertos, tropeços... Tudo serve como aprendizado. :)

Contudo, o post de hoje é meio que um resumão das melhores coisas que acompanhei em 2016, nos quesitos: seriado, música, livro e filmes. Todas as obras não são necessariamente deste ano, só pra constar. Sim, sou louca! :P



Vi tantas séries este ano... Conheci também outras incríveis, como “2 Broke Girls (2011)” e “Chewing Gum (2015)”. Mas o seriado que conquistou o meu coração foi “Degrassi: Next Class (2016)”. Essa série é bem colegial, bem barraco, tretas e tals. Achei a história interessante, porque envolve tantos temas atuais, como: feminismo, bullying, homofobia, racismo e por aí vai. Super completa e com atores desconhecidos que virei fã. ❤



Na categoria música, não poderia faltar os artistas que mais me ajudaram neste ano. De um lado tem o meu marido Shawn Mendes com o novo álbum "Illuminate (2016)", que tem letras incríveis e inspiradoras. Já do outro temos as divas Demi Lovato (“Confident”, 2015) e Lady Gaga (“Joanne’”, 2016). Aqui no blog tem resenha sobre cada um desses trabalhos incríveis. ❤



Não contei quantos livros li neste ano, só sei que foram mais de 20 e tenho uns 10 na lista de espera. Infelizmente li pouco por conta do trabalho e da faculdade. A tendência é diminuir por conta do TCC, que começo no próximo ano.

Na lista dos melhores livros que li, tem duas obras de autores brasileiros: “Surpreendente (2015)” e “Confissões de uma garota excluída (2016)"o primeiro do Maurício Gomyde e o outro da Thalita Rebouças. Amei também “Tudo e todas as coisas (2016)”. Aliás, terá filme sobre essa última obra, em 2017.



Por fim, chegou a categoria dos filmes. Não é novidade pra ninguém que prefiro livros/ séries à filmes. Sei lá... Não curto histórias que acabam rápido, porque me apego facilmente.

Os meus filmes preferidos deste ano foram: “Como eu era antes de você (2016)”, “O clube dos incompreendidos (2014)” e “A garota dinamarquesa (2016)". Se não perceberam, todos os longas são de histórias cheias de drama. ❤
Enfim... Esses são os meus favoritos do ano. Se quiser deixar nos comentários o nome dos seus filmes, seriados, livros ou álbum preferidos neste ano, sinta-se à vontade. ;) 

4 de dezembro de 2016

Filmes de terror não são pra mim

dezembro 04, 2016 28 Comentários

O título do post é bem claro: não nasci pra assistir à filmes de terror ou que tenha muitos monstros, coisas diabólicas e por aí vai. Influência disso vem do meu signo (virgem = romances), logo, você já deve estar pensando que eu sou a louca do cinema que fica o filme inteiro tapando os olhos. E sim, você está certíssimo.



Ir ao cinema pra ver alguma produção envolvendo terror ou qualquer coisa misteriosa, que exija muito do meu cérebro (principalmente coragem), é uma tortura e algo raro. Praticamente nem saio de casa pra assistir à esses filmes.


Os meus amigos já não me chamam pra esse tipo de programa, porque sabem que eu furo na hora ou saio do cinema às pressas. Pra falar a verdade, já foram duas vezes em que eu saí do cinema às pressas, passando mal e com muito medo.


Só pra constar, não critico de forma alguma quem curte terror, pois sei que há gosto pra tudo. Da mesma forma que uma comédia romântica me faz bem, sei que os trocentos sustos que alguém leva, ao ver filmes com o capeta aparecendo, deve também fazer bem (não sei como e nem quero saber...).



O foda é que muita gente não me compreende e acaba achando que é frescura. Quem dera fosse. Eu sou medroso, sabe?! Andar de madrugada pela casa, no escuro, é uma tarefa um tanto quanto complicada. Abrir os olhos e ver a escuridão do quartão então...


Agora pensa comigo: como ficarei com a imagem de vários capetas na minha mente, sendo que tenho medo do escuro? Certeza de que passaria mal, além de dormir com um terço na mão, velas espalhadas pelo quarto e hinos gospeis tocando no celular. #exagerada


Então, não. Filmes de terror não foram feito pra mim, porque, por mais “simples” que possam parecer pra algumas pessoas, pra mim não é. Sou mais história real, com finalzinho fofos e casais sendo felizes. Claro que eu sou ciente da realidade da vida, mas... Enquanto puder ficar nos meus romances, assim será.




P.S.: a única produção com "monstros" que consigo ainda ver é "The Walking Dead". Peguei um amor pela série, sabe?! ;) 



 

30 de novembro de 2016

Como eu seria no Big Brother Brasil

novembro 30, 2016 12 Comentários


Tem quem ama, mas também há aqueles que odeiam o início do ano, pelo simples fato de que mais uma edição do Big Brother Brasil chega junto com novas subcelebridades, pra darmos likes e deslikes como se fosse no Tinder.

Não serei hipócrita em dizer que não assisto ao reality show, porque sou um daqueles telespectadores que, em dias de paredão, tomam calmantes e assistem ao programa com um terço na mão (não que eu tenha rezado um terço inteiro no paredão da Siri x Alemão).

Outro dia comentei lá no Twitter sobre a (im)possibilidade de eu participar do BBB. Pra minha surpresa, algumas miga-loucas responderam que assistiriam ao programa só por causa de mim. Sendo assim, passei uma madrugada inteira analisando o meu perfil, chegando a algumas conclusões sobre como euzinha seria na casa.



Provavelmente seria o primeiro eliminado, porque ficaria o dia inteiro na piscina, falando mal de todo mundo e curtindo preguiça... Ah, mas com certeza iria falar daquelas muié com fio dental enfiado na bunda e dos homens com volumes assustadores na cueca. Ou seja: barraco na certa.

Durante as festas iria aprontar muito, e nem precisaria beber cachaça, porque só o cheiro já me deixaria louca. Com certeza iria falar também sobre os meus crushes, a dificuldade de viver no interior e contar sobre a primeira vez em que andei de avião (Não andei ainda. A primeira seria indo para o BBB! #sonho)

Publicidade a todo instante

Vocês acham mesmo que eu iria pro BBB só pra rebolar minha bunda? Não mesmo!!! Quem tivesse assinatura do pay per view, certeza que me veria falando o tempo todo no link do meu blog, redes sociais e perfis das miga-blogueiras-desconhecidas. Mamãe me ensinou a ser esperta, então, melhor sair do reality com fama de Sônia Abrão (fofoqueira e marqueteira) do que pobre, desconhecida e lascada. #esperta



Youtuber imaginário

Se fora da casa tenho preguiça de Youtuber, lá dentro eu me tornaria um. O plano é o seguinte: toda semana iria parar na frente de alguma câmera da casa do BBB e gravaria meus próprios vídeos pra um canal. O povo da minha assessoria teria só o trabalho de editar tudo e disponibilizar na internet. Resumo: iria pro reality “descansar” e investir no meu futuro. ;)
Pra não me alongar ainda mais, se um dia o Boninho (diretor do BBB) me convidasse, com certeza toparia. É claro que as probabilidades não passam de 0,1%, mas, deixa eu ir lá no Twitter enviar o link deste post pra ele. Vai que rola. :P

 

23 de novembro de 2016

Nostalgia: coisas que só os calouros fazem na faculdade

novembro 23, 2016 12 Comentários

Mal acredito que no ano que vem estarei terminando a faculdade de Direito. A vontade que tenho é de fazer festa em alguma avenida-principal da minha cidade, só pra mostrar a todos que, mesmo com tantas quedas, consegui concluir algo na vida. Sério. Foram dias de glória, luta, choro, MUITA preguiça e determinação. #eufuieutava



Mas, vem cá! Você já percebeu que com o passar do tempo a gente vai perdendo alguns hábitos que tínhamos na época de 'meros calouros'? Então... Segura agora na minha mão, remexe lentamente o popô e vamos lá recordar alguns fatos. :)


Xerox e mais xerox

Se você já fez/faz um curso superior, sabe muito bem o quanto as moedas são preciosas nos primeiros períodos. Menina, é uma enxurrada de xerox que tu vai se arrepender por ter deixado R$ 0,20 centavos de troco na cantina. #pobrezaextrema

Acontece que quando chega no fim do curso, você passa a tirar xerox apenas do urgente. Não é nem do essencial: somente da matéria que o professor deixará pesquisar durante a prova ou algum trabalho urgente. Só.



Horário de entrada? Que isso?

Calouros estão sempre antecipados, né? Seja com o material que o professor passou pra estudar ou até mesmo no horário de entrada. Na época em que entrei no curso de Direito, chegava na faculdade com (no mínimo) 20 minutos de antecedência. Claro que eu levava um chá de cadeira

Ainda bem que o ser humano muda. Com os milhares de minutos de espera, a gente aprende que melhor do que se antecipar, é atrasar. Só não vale chegar no horário em que o profs. está fazendo a chamada. Aí é azar.

Look do dia aqui não

Os homens nem tanto, já as mulheres... Tenho certeza de que as calouras passam um bom tempo se arrumando antes de irem à aula. É como se estivessem participando de um desfile, sabe?! Chapinha, vestido novo, unhas feitas... Todas dyvas!

Já no fim do curso, é olheira pra cá, estresse pra lá... Botinhas no estilo RBD? Nopes, rasteirinhas são as escolhas preferidas!
No fim, estudar em uma das melhores coisas da vida, seja no primário, ensino médio ou na faculdade. O importante mesmo é sempre estarmos aprendendo algo: nova língua, novos conhecimentos, entendo a dimensão do mundo e, principalmente, como cada ser humano funciona. :)

 

18 de novembro de 2016

Resenha: "Animais fantásticos e onde habitam" (Sem spoilers)

novembro 18, 2016 20 Comentários

O primeiro sentimento que surge no coração dos fãs de qualquer saga, ao saber que a franquia se estenderá em novos filmes, é: medo. Quando anunciaram o novo "Star Wars’" ou "O Hobbit", o que muitos sentiram, além da euforia com a notícia, era o medo do fracasso e que os novos filmes pudessem “estragar” as boas memórias vividas no passado.



Com "Animais Fantásticos e Onde Habitam" não foi diferente. A geração de adultos de hoje cresceu lendo, vendo ou ouvindo referências ao mundo mágico de J.K. Rowling, através do bruxinho mais amado do planeta: Harry Potter (atrás de Merlin – e das barbas dele, é claro). A franquia Harry Potter, durante seus dez anos de duração nos cinemas, trouxe recordes absurdos como quando alcançou a maior bilheteria de todos os tempos em 2011 e também quando tornou a sua autora, J.K. Rowling, a primeira pessoa bilionária escrevendo livros. Toda essa pressão transformou as expectativas de sucesso para os novos filmes da franquia monstruosos pois, muita coisa poderia dar errado e nem mesmo os fãs mais ferrenhos poderiam salvar.


Ainda não sabemos se "Animais Fantásticos" será um sucesso de bilheteria, pois é muito cedo para nos impressionarmos com números ou para termos medo deles. Mas, uma coisa podemos afirmar: a magia está de volta!



O filme traz todos os pequenos detalhes que faziam falta na vida dos fãs da saga: o relógio, que ao invés de marcar as horas nos diz se há perigo próximo ou não (#saudadesToca), os elfos domésticos, os duendes, os movimentos e as batalhas com varinhas e, claro, referências à Hogwarts e Albus Dumbledore.


A trama de "Animais Fantásticos e Onde Habitam" acontece setenta anos antes do filme e livro "Harry Potter e a Pedra Filosofal". Newt Scamander, o nosso protagonista, está visitando Nova York pela primeira vez afim de buscar e catalogar animais mágicos para compor o seu livro, que no futuro tornaria-se livro didático em Hogwarts. A atuação de Eddie Redmayne é impecável, você realmente acredita na timidez e pureza que ele emana, e a relação dele com Tina, Queenie e Jacob é muito bem construída ao longo da trama.



Estávamos acostumados com crianças, magias e enredos limitados pelo o que a idade deles permitia, porém, em "Animais Fantásticos e onde habitam" vemos uma relação mais difícil de moldar, a amizade entre adultos... Até mesmo os feitiços são diferentes e mais complexos, alguns a gente nem sequer ouviu falar, o que dá para a roteirista (amém, J.K.) vários ganchos para criar e moldar os novos filmes.

Não vamos nos ater às polêmicas envolvendo a escalação de Johnny Depp para os próximos filmes (aliás, ele faz uma pequena aparição neste), todas as controvérsias e ameaças de boicote ao filme não estragam o enredo. "Animais Fantásticos e Onde Habitam" cumpre bem o papel a que veio e saímos da sala do cinema com um gosto de quero mais.
Você nunca assistiu a Harry Potter e acha que este filme não é para você? Está errado! "Animais Fantásticos" não deixa pontos cegos e nem te enche de informações que você não consegue entender, tudo o que novos e antigos fãs precisam saber está presente.

14 de novembro de 2016

O que Harry Potter significa para mim?

novembro 14, 2016 14 Comentários


Quando eu digo que a saga Harry Potter mudou minha vida, muitos pensam que eu falo restritamente do bruxinho principal da história, mas, o que eu sinto vai muito além dele. O universo de Harry Potter é repleto de magia, amor, ensinamentos e conforto.

Quando você é uma simples criança, daquelas que tem medo de tudo e não se encaixam em padrões, automaticamente você tenta encontrar conforto nos livros, as horas roubadas na biblioteca são as melhores. Lá, você conhece jovens que como você, sofrem por não serem iguais à maioria ou não serem amados tanto quanto desejam. Em Harry Potter, acompanhamos a história de um menino que vive em um armário embaixo da escada, com uma cicatriz em forma de raio na testa e magricelo. Ele não é amado pelos tios, é maltratado pelo primo e tudo o que ele tem é de segunda mão.



Harry me fez ver que a vida que eu tinha e eu achava ser dolorosa demais, não era exatamente tão dolorosa assim. Eu tinha uma casa, uma mãe amorosa... rígida, mas amorosa e embora eu não tivesse amigos fora dali, eu tinha um conforto dentro do lar e nem isso, ele tinha. Harry então, é surpreendido no seu aniversário de 11 anos com a notícia de que ele é um bruxo, que seus pais verdadeiros não morreram em um acidente de carro e na verdade eles sacrificaram suas vidas para salvá-lo. Harry fora amado de uma forma tão profunda e verdadeira que a palavra “eu te amo” não foi necessária para comprovar.

A saga me ensinou que o amor não está em palavras, aquelas que muitos tentam desesperadamente ouvir mas sim, no abraço apertado e no sacrifício. Harry então vai para uma escola, uma escola especial, uma escola de magia e bruxaria e lá ele aprende a canalizar a magia que existe dentro dele. Ele aprende feitiços, faz amigos e entende que pode ser feliz sem precisar fingir ser alguém especial, ele só precisa ser ele mesmo. O-menino-que-sobreviveu também encontra a dor, o desafio e o medo, ele vê o assassino de seus pais que a todo custo tenta mata-lo também. Ele se vê tentado pelo mal, se vê enfraquecido pelo desespero, mas não desiste.



Harry entende o verdadeiro valor da amizade e do quão importante ele é na vida de quem o rodeia. Nem tudo também gira em torno do pequeno bruxo, vemos personagens cheios de carisma e cicatrizes que mesmo depois de tanto sofrimento conseguem sorrir, conseguem ser bondosos e você se apega à eles. Eu, particularmente, gostaria de conhecer o Dumbledore, mais do que ao Harry... Pois, ele se doou tanto e pouco teve amor que eu gostaria de perguntar à ele: “Como você conseguiu amar tanto?”. Nos livros você aprende que aparência não define caráter, que inteligência não te faz insensível, que a verdade sempre vem à tona e tudo o que amamos, volta... Talvez, não da forma que desejamos.

Bravura, lealdade, alegria, diversão, união, amor e doação. O mundo mágico de J.K Rowling te conquista não pelos efeitos especiais ou feitiços e fórmulas de poções, mas sim pelo toque humano e real que encontramos todos os dias, no nosso dia a dia. Somos tão mágicos quanto os que possuem varinha, vassouras e vestes especiais de bruxo pois, cada um de nós pode transformar a vida de quem está próximo em trevas ou em luz.
E, mesmo se você nunca leu Harry Potter saiba que Hogwarts sempre estará lá para recebê-lo, basta você querer.

7 de novembro de 2016

Quando a gente deseja ser mais do que amigo

novembro 07, 2016 24 Comentários


É meio que impossível a gente não se apaixonar na vida, né? É impossível também não sentirmos uma atraçãozinha por um amigo ou aquela pessoa mais “chegada” a nós. Pode confessar sem medo, vai!


Comigo, essas paixões surgiam por carinhas héteros, que davam corda às minhas brincadeiras, porém, logo me viravam as costas quando percebiam o meu interesse. E que bom que eles desapareciam, né? Seria horrível continuar convivendo ao lado deles (e também nem era amizade verdadeira...).


Após muitas quedas, aprendi a deixar os héteros de lado e conheci mais gente do mundo gay. Só que até agora me pergunto o motivo de tal atitude, porque tudo piorou. Basta eu ver alguma beesha louca interessante que lá estou eu ouvindo músicas deprê e pensando nelas. Talvez esse lance de se apaixonar seja doença...


Mais vamos lá ao que importa! ;)


casal


O boy da vez se chamará Júnior (porque eu não sou louca de divulgar o nome real pra ser processada). Digamos que Jr. é um amor de pessoa, sempre compreensivo, atencioso e prestativo. Ele seria aquele tipo de pessoa ideal pra gente entrar na igreja com o vestido mais lindo do mundo.

Acontece que Jr. não me enxerga como outra coisa além de amigo. Pra ele, Adriel não passa daquele carinha engraçado, polêmico e louco da internet (e não, não moramos em cidades diferentes!). É complicada a situação porque a anta aqui já deveria ter entendido tudo isso, mas vá lá falar pro coração essas verdades... ele não entende!

Não estou sofrendo de amores, tampouco deixando de viver por isso. Se a situação tivesse acontecido há um ano, era capaz de eu estar deixando tudo de lado só pra sofrer por esse lance. Mas eu mudei. Graças a Deus.

Pra atualizar vocês da situação, eu e Jr. estamos assim: sei do sentimento que tenho por ele; ele também sabe do meu por ele (não é possível que as milhares de músicas que mandei não o tenha feito cair na real). Porém, não vou ceder e nem falar que estou curtindo-o. Duvido muito que ele também falará alguma coisa.
No fim, o lance não dará em nada (nem beijinhos!), mas, né, estamos aqui é pra amar, apaixonar, quebrar a cara e depois ir pros bar beber. Ou tô fazendo tudo errado?

30 de outubro de 2016

Resenha: Simon vs. a Agenda Homo Sapiens (2015)

outubro 30, 2016 10 Comentários

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Sinopse: Simon tem dezesseis anos e é gay, mas ninguém sabe. Sair ou não do armário é um drama que ele prefere deixar para depois. Tudo muda quando Martin, o bobão da escola, descobre uma troca de e-mails entre Simon e um garoto misterioso que se identifica como Blue e que a cada dia faz o coração de Simon bater mais forte. Martin começa a chantageá-lo, e, se Simon não ceder, seu segredo cairá na boca de todos. Pior: sua relação com Blue poderá chegar ao fim, antes mesmo de começar.

Agora, o adolescente avesso a mudanças e apaixonado por biscoitos Oreo precisará encontrar uma forma de sair de sua zona de conforto e dar uma chance à felicidade ao lado do menino mais confuso e encantador que ele já conheceu.

Uma história que trata com naturalidade e bom humor de questões delicadas, explorando a difícil tarefa que é amadurecer e as mudanças e os dilemas pelos quais todos nós, adolescentes ou não, precisamos enfrentar para nos encontrarmos.

O ano está quase no fim e estou montando um estoque de livros para as férias. Essa semana chegaram cinco, entre eles o que eu estava mais ansioso para ler: Simon vs. a Agenda Homo Sapiens. Venho o namorando há um bom tempo e simplesmente o devorei, do dia em que chegou.

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A premissa parece clichê, mas o livro pode ser considerado tudo, menos clichê. Dilemas que a maioria enfrenta estão presentes na vida de Simon, um garoto comum e meio sem sal, mas o desenrolar é sempre uma surpresa. Me identifiquei muito com o gosto musical do Simon – a autora sempre menciona músicas que ele está ouvindo, a maioria folk e indie rock. Uma das coisas que mais me chamou atenção sobre sua personalidade é que ele não é do tipo que se vitimiza. Para um adolescente, ele se mostra muito bem resolvido com sua sexualidade, apesar de ninguém da sua família ou do seu círculo de amizade saber de fato.

O livro foi escrito pela Becky Albertalli, uma psicóloga americana especializada em tratar casos de crianças com não conformidade de gênero. Acredito que essa bagagem lhe permitiu explorar uma visão bastante sensível do universo LGBT. Os dilemas enfrentados por Simon são abordados com muita leveza e uma dose equilibrada de bom humor.

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Alguns aspectos do livro me incomodaram um pouco, por exemplo, a maneira um tanto abrupta com que Becky insere vários personagens na história. Simon é um garoto popular, anda com muita gente e transita por diferentes tribos. Os personagens de todas essas tribos são apresentados, quer tenham muita importância ou não na trama. Isso me incomodou porque há diálogos de várias pessoas onde as falas não são identificadas, então se você não tiver uma atenção redobrada, você se perde na leitura, pois não sabe quem está falando, quem acabou de entrar na conversa. Eu até curto esse traço nas narrativas, de não identificar falas de personagens com "fulano disse", "beltrano respondeu" – torna a narrativa em primeira pessoa mais imersiva –, mas se adequa melhor quando o diálogo se dá entre duas pessoas. Em diálogos de três ou mais, fica complicado para o leitor. Eu, particularmente, costumo me perder e tenho que reler trechos, o que causa um certo desconforto.

Outro aspecto que me incomodou é que a trama demora um pouco a engrenar, mas do meio pro fim você não quer parar de ler. A autora soube instigar muito bem a curiosidade do leitor.

Os últimos capítulos do livro são muito fofos. Eu me pegava dando uma risadinha ou suspirando em vários momentos, o que acabou fazendo com que eu me apaixonasse pela leitura, apesar dos pesares.

Aos românticos que curtem histórias com temática LGBT, super indico Simon. vs a Agenda Homo Sapiens 😊

28 de outubro de 2016

Hey, mas foi só uma ilusão perfeita mesmo? Gaga e seu novo "JOANNE"

outubro 28, 2016 20 Comentários

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A tarefa mais difícil de um artista talvez seja impor seu estilo ou dizer seus propósitos ao público. É algo necessário, não? Você divulga antes de lançar e, inevitavelmente, precisa dizer o que está fazendo. E convenhamos, não é sempre que dá certo uma mudança de estilo. O retorno financeiro ,infelizmente, conta e acaba travando qualquer possibilidade artística out of the box. Sem contar os haters gratuitos de vida vazia que rolam pela rede. Resultado? Prisão. Prisão criativa. Somado de uma pressão incrível de se superar sempre. Algo perigoso.


Lady Gaga simplesmente conseguiu reverter milagrosamente todo esse quadro de clausura pós-ARTPOP, lançando mão de uma carreira até então super mainstream/pop/jovem para se aventurar em outras áreas como o jazz ("Cheek to Cheek") e a atuação ("American Horror Story: Hotel"), que espetacularmente acabaram dando muito certo.lady-gaga-blog-header


"Joanne" surge no momento certo. Ele não é apenas mais um exercício de procura por novas influências. Ela não está saturada e sem saber pra onde ir. Não! Quem é fã de verdade vai reconhecer muito da fase "Red and Blue" antes da fama, momento em que ela já tocava em pequenos bares e pôde agora ter o mesmo gostinho na Dive Bar Tour em parceria com a cerveja americana Bud Light.


Seu quinto trabalho de estúdio (se considerarmos The Fame Monster apenas um EP de The Fame) "Joanne" tem o nome de sua tia, irmã de seu pai, que faleceu muito jovem e deixou uma carga dramática enorme em sua família. Gaga já contou em várias entrevistas a existência de um vínculo com ela mesmo não a tendo nunca conhecido. Joanne morreu por lúpus, uma doença degenerativa que também acomete a cantora. A segunda explicação: este é seu nome do meio. Então, pela lógica, a artista consegue expor seu "meio", sua essência, aquela sem ser rebelde e sem ser certinha. Apenas seu centro. Seu equilíbrio.


dive-bar-tour


Indiscutivelmente mais adulto e intimista, a nova era trouxe influências explícitas do country (talvez em sua maioria), funk (o norte-americano, não o brasileiro, em "Dancin' In Circles"), folk, um pouco rock ("Perfect Illusion" que assustou a muitos Little Monsters de início) e mesmo a pop ("Diamond Heart"). É uma tracklist acima de tudo hamoniosa e coerente quando ouvida sem interrupções. Suas canções direcionam o ouvinte mais nostálgico pra um tempo em que os ritmos eram outros. Eram mais marcantes, melodiosos. Já ouviu aquela expressão "não se fazem mais músicas como antigamente?". Pois é. Ela fez. (Ouça, por exemplo, Hey Girl -- com a participação de Florence Welch). Aqui não somos expostos a apenas efeitos sintéticos pra dançar na balada. Aqui há piano, há uma voz crua que soa como se cantasse ao seu lado, há uma vibe mais acústica ("Million Reasons"), há saxofone (qual personalidade jovem e mais conhecida da indústria musical de hoje tem a audácia de usar sax em suas composições? Qual foi a última vez que você ouviu isso?). Acima de tudo há um intenso sentimento na forma de contar todas essas histórias.


Impossível não embargar a voz ao ler com atenção a letra que dá nome ao CD. Nela, Gaga pede que Joanne pegue em sua mão e fique em vez de ir para o céu. "Cada pedacinho de meu coração machucado precisa mais de você do que os anjos". Acaba por contar que, no final das contas, ambas sabem que se fosse possível ficar, ela ficaria.


NASHVILLE, TN - OCTOBER 05: Songwriter Hillary Lindsey and Lady Gaga perform during the Bud Light X Lady Gaga Dive Bar Tour at The 5 Spot on October 5, 2016 in Nashville, Tennessee. (Photo by Rick Diamond/Getty Images for Bud Light)

E "Angel Down"? A canção que retoma a linha triste de suas antecessoras, como "Brown Eyes", "Speechless", "Yoü and I" e "Dope". Ela foi feita em homenagem a Trayvon Martin, um jovem negro de 17 anos assassinado por um policial.


Percebe como ela te convida pra se sentar ali na frente e diz: "hey, essa é minha vida, minha bagagem, o que eu vi e me afetou, minhas histórias, meus pensamentos". Além disso, ela ainda tem o grande triunfo de poder questionar o motivo das pessoas botarem pra baixo umas às outras, de erguerem o dedo pra dizer como cada uma tem que viver sua vida ("Come To Mama"), ou até mesmo de afirmar: "aqui está a minha oração de pecadora e eu sou o que eu sou" (na country "Sinner's Prayer").


Sem dúvida, "Joanne" é um divisor de águas na carreira de Lady Gaga. É inerente que álbuns mais dançantes virão pela frente, já que isso também faz parte de sua personalidade, mas seu projeto atual foi o único até então capaz de estabelecer um portfólio mais consolidado de compositora e intérprete. É a partir de "Joanne" que as pessoas no futuro vão poder dizer "olha, foi alí que a gente teve certeza do que ela era mesmo capaz". Gaga já afirmou que foi esse o trabalho que a fez ter ânimo pra continuar. Bom... e só por isso nós já ficamos felizes e tiramos o chapéu (country e rosa, no caso).


27 de outubro de 2016

Vale à pena pagar hospedagem para o seu blog/site?

outubro 27, 2016 18 Comentários

Sabe aquele discurso de que blog/site iniciante não precisa ter domínio ou hospedagem próprios? Esqueça-o! Se você deseja dar uma aparência melhor ao seu espaço na web, comece investindo nele.



Respondendo logo à pergunta do título do post: sim, vale super à pena pagar por uma hospedagem. Muita gente pensa que é bobagem, mas, milhares de artigos, que você encontra facilmente na internet, sempre mostram os diversos benefícios de ter uma hospedagem para o site e um nome exclusivo só para você. Duvida? Vou te mostrar algumas das vantagens!


Liberdade


O Blogger é uma plataforma boa pra iniciantes, o Wordpress gratuito idem. Mas, sabe o que é se sentir livre, sem ninguém te incomodar? É assim que as pessoas que contratam uma hospedagem se sentem: livres.


Ao contratar um plano de hospedagem, você tem milhares de possibilidades para modificar o seu site/blog, deixando-o a sua cara, começando do painel de administrador até mesmo à página inicial (home).



Aumento em acessos


Pode parecer brincadeira, mas realmente a hospedagem de um blog te permite aumentar o tráfego de acesso. Isso é possível graça aos plugins que poderão ser instalados no site, que fazem com que os buscadores (Google, Yahoo, Bing e etc) deixem  as páginas com ótimos resultados e atraia mais internautas.


Domínio total sobre o blog


Já pensou em ter a url do seu blog personalizada (.com, .com.br, .net...) e conta de e-mails totalmente exclusivas, que levam o nome do seu blog (fulano@nomedoblog.com.br)? Além disso, quer também que sua páginas carreguem mais rápido?


Pois saiba que a hospedagem de um site, em um servidor privado, também pode lhe proporcionar tudo isso por um preço bem pequeno.



Em resumo, saiba que a hospedagem de um site vai te dar a autonomia de poder deixar o seu espaço do seu jeito, tirando toda a publicidade das plataformas gratuitas. Não se preocupe com o preço, isso é o de menos. Por apenas R$ 9,99 você encontra planos de hospedagem na internet.




Pra facilitar sua vida, aqui está um teste bem bacana (e rápido!), onde você simula qual o  melhor plano de hospedagem para o seu site/blog.


20 de outubro de 2016

Quero conhecer você! Me ajuda?

outubro 20, 2016 24 Comentários
nao-me-me-venha-com-desculpas

Ter um blog vai muito mais além de postarmos aquilo que nos interessa: é necessário também saber o que os nossos leitores curtem.


Por que estou escrevendo sobre isso? Simples! Por ser pessoal demais, o Não me venha com desculpas não tem um nicho específico (moda, beleza, dicas...). É notório isso quando vemos posts sobre fatos da minha vida misturados com dicas musicais e tals. #locasempre


Não, não. O blog não deixará de ser pessoal. Ele continuará seguindo aquelo ritmo do “meu querido diário virtual”. O intuito com a pesquisa de público é ter uma noção do que o povo curte aqui ou não. (Aliás, tô deixando um box “procêis” descerem a lenha em mim!)


Sendo assim, peço com toda a humildade do mundo pra vocês responderem o questionário abaixo. É rápido (coisa de 2 minutos!) e me ajudará bastante. ;)


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À todos que responderam, muito obrigado! You’re rock! :*


17 de outubro de 2016

A vida dos meus sonhos

outubro 17, 2016 24 Comentários
los-angeles

Estava dentro do carro, andando pelas ruas de Los Angeles e curtindo mais um dia de ryqueza ao lado do meu namorado, que era um cantor mundialmente famoso. A gente estava conversando sobre como conquistaríamos mais admiradores para o nosso trabalho: ele na música e eu na internet, com o meu blog e demais redes sociais.


O Andy Grammer era um cara incrível, sabe?! Super dedicado ao trabalho e aos seus fãs. Mesmo com uma vida corrida e agenda de shows bem apertada, ele sempre fazia questão de me ver, mesmo que fosse durante poucas horas de um dia qualquer.


O começo


Conheci o Andy em São Francisco, quando estava gravando um comercial para a Coca-Cola. Como eu sou influente nas redes sociais, os marqueteiros da marca acharam que seria uma boa ideia me contrataram para a divulgação na internet.


restaurante-sao-francisco


Nunca esqueço de como ele chegou em mim pela primeira vez. Eu estava no restaurante do hotel, gravando alguns snapchats sobre a campanha, quando ele chegou por trás da minha cadeira e falou aos meus seguidores que adorava os posts o meu blog e a minha espontaneidade.


Claro que fiquei espantada com tudo aquilo. Andy Grammer era tipo... O meu cantor preferido desde 2011, quando ouvi pela primeira vez “Fine By Me”. Mas, ok. Terminei de gravar os snaps, agendei o número dele na minha lista de contatos e ficou por isso mesmo.


Meses após esse encontro em Miami, encontrei o Andy novamente na Disney, quando eu estava indo dar uma entrevista à rádio. Acenei para ele e segui em frente com a minha assessora, a Ana, que logo me informou que ele queria conversar comigo, à noite.


disney


Encontro oficial

20h. Lá estava eu em um restaurante vip, tremendo as minhas pernas e bem ansiosa. Mesmo sendo experiente nesse lance de encontros, a gente nunca sabe quando a coisa pode dar errado, né? A ana, que sabe mais sobre  a minha vida do que ninguém, ficou me acalmando por mensagens no Viber, dizendo que eu sou esperta e me sairia bem.

Jantei com o Andy. Ele me falou sobre os seus planos e me pediu ajuda para divulgar seu novo álbum. No fim do encontro, ele ainda tentou me beijar, mas recusei. Não estava à fim, sabe?! Pensava que ele seria só mais um na minha lista...

Agora tô aqui ao lado do Andy Grammer. O meu Andy. O cara que me faz feliz todos os dias, até mesmo quando não está perto de mim. Depois de 6 meses de conversa pela internet, após o nosso primeiro encontro, resolvemos dar uma chance para nos conhecermos e hoje já fazem 3 anos que estamos juntos.
O mundo dos famosos é complicado, mas quando encontramos a pessoa certa, tudo fica bem, até mesmo quando lemos notícias sobre traição. Sobre traição, escrevo outro dia sobre isso. Agora vou ali almoçar com o Andy. ;)

*Texto totalmente fictício. Me desculpa, Andy, por usá-lo como meu namorado aqui. ❤

13 de outubro de 2016

O que o seriado “Sex and The City” tem em comum com o Feminismo? Tudo!

outubro 13, 2016 24 Comentários
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1999. Fim da última década do século XX. Eis que lá naquela época surgia o seriado “Sex and The City”, protagonizado por quatro mulheres-amigas que viviam uma vida descolada na pacata sociedade de Manhattan, em New York.


A mulher daquele período deveria comportar-se como uma lady, vivendo sob a sombra do marido e sendo beneficiadas por tal latitude, com compras nas lojas mais caras da cidade e muito ouro. Acontece que as quatro mulheres-amigas do seriado não queriam ser dominadas por homens ou por as regras que a sociedade empunhavam-nas.


sex-and-the-city-seriado


Aqui vai uma rápida apresentação sobre cada personagem: Miranda é uma advogada bem sucedida, Carrie é jornalista, Charlotte é empresária de uma galeria de artes e, por fim, Miranda é publicitária e a mais “safada” do grupo.


Com uma narrativa leve, de modo geral, “Sex and The City” trata sobre as barreiras que as mulheres enfrentam quando falam sobre seus relacionamentos (e, claro, o sexo!). Por diversas vezes as personagens questionam ao telespectador os motivos de não poderem falar, abertamente, sobre o sexo anal/oral, farras até altas horas da noite e até mesmo o medo de terem os homens por perto, dominando-as.


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Sabe-se bem, que nos dias de hoje, se a mulher falar sobre os temas citados anteriormente, a sociedade irá julgá-la como vulgar. E é aí que a luta pelo feminismo surge em “Sex and The City”.


O termo não aparece diretamente no seriado (até mesmo porque não existia na época), mas as personagens batem de frente com todos, até mesmo as mulheres, que julgavam-nas.  Ou seja: a atitude das mulheres-amigas é praticamente a mesma das feministas de hoje, que lutam por igualdade e, acima de tudo, respeito.




Para quem gosta das lutas sociais, fica aí a dica de um ótimo seriado! ;) 


10 de outubro de 2016

Quedas da vida

outubro 10, 2016 28 Comentários

quedas-da-vida


Era uma vez um menino que vivia a vida enlouquecidamente, sem se importar com a opinião alheia. Por diversas vezes ele caiu no chão, se machucou e chorou no fim da noite. Os motivos eram diversos.


Várias paixões também passaram por sua vida, sendo cada uma importante para o seu crescimento pessoal e mental. No fim, todos esses relacionamentos o ajudaram a estar preparado para os próximos.


O menino adorava mergulhar de cabeça em tudo o que se propusera a fazer. Quando não alcançava suas metas, não ficava cabisbaixo. Longe disso, ele reunia mais forças e ia tocando a vida para frente. “Adiante e avante”: esse era seu lema de vida.


Ah!, mas esse menino sofreu na adolescência. Na escola era alvo de chacotas, zoações sem limites e julgamentos desnecessários. Ele tinha tudo para se tornar mais uma pessoa depressiva, contudo, com muita força de vontade e determinação, conseguiu conquistar mais pessoas para o seu time. O time da verdade e do amor.


Naquela época do ensino médio, ele adorava ficar escondido no meio dos livros, na biblioteca. Ninguém nunca sabia dizer qual o seu nome, pois isso não era importante, tampouco ele vinha de uma família conhecida.


bullying


De 40 pessoas numa sala de aula, no máximo umas 5 gostava de verdade daquele menino. Tamanha rejeição se dera pelo fato de: ele não era bonito, não era de uma família rica, tampouco extrovertido como os outros alunos.


Na verdade, ele sempre fora aquele tipo de menino na dele, vivendo sob uma imensa timidez. Porém...


O tempo passou e, por diversas vezes, o mundo girou. Algumas pessoas caíram, outras permaneceram no mesmo lugar, já outras... essas se levantaram e começaram a ficar de pé.


Esse menino é uma das pessoas que passou a não ter medo das quedas da vida, pois, aos poucos percebeu que sempre levantava mais forte e com uma sede inexplicável de mudar alguns fatos da sua realidade.




Hoje ele encara a vida com mais confiança em si e coragem. E ainda tem gente que diz que as quedas são ruins.



 

6 de outubro de 2016

Shawn Mendes tá com álbum novo! [Download aqui]

outubro 06, 2016 21 Comentários
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Cá estou eu pra falar novamente sobre o meu maridinho Shawn Mendes. É que o cantor acabou de lançar o seu segundo álbum em estúdio e, novamente, quebrou recordes, nosso coração e tá fazendo aquele sucessão lá fora. #adoro  ❤


Intitulado como “Illuminate”, o novo trabalho do Shawn vem com 15 músicas. O nome do álbum é esse porque, de acordo com o cantor, a música pode ajudar as pessoas a enfrentar momentos ‘escuros’, pode iluminar suas vidas e fazer diferença no mundo. Tão filósofo o meu marido, néam?


Ah!, o Shawn disse que este é um álbum diferente do que ele vinha fazendo no anterior. “É mais maduro principalmente por causa das letras das músicas, que falam sobre mim, sobre meu relacionamento com amigos, família e garotas do passado, e também sobre assuntos que afetam a vida de todo mundo”, disse ele em entrevista pra Capricho.


shawn-mendes


Melhor música


É uma tarefa um tanto quanto difícil escolher a/as melhor(es) músicas, tanto é que, no Twitter, Shawn perguntou qual era a música preferidas dos fãs e... virou uma bagunça nas respostas, pois todo mundo respondeu com um faixa diferente.


Eu gostei de todas, sabe?! Nenhuma me deixou com sono ou com vontade de pular, mas as que deixaram meu coração ainda mais apaixonado por Shawn foram: “Treat You Better”, “No Promisses”, “Lights On”, “Honest”, “Patience” e “Bad Reputation”.


Agora vamos pra melhor parte! Sei que todo mundo tá quebrado financeiramente, e o maridinho Shawn nem ficará com raiva se eu disponibilizar o álbum pra download. Então, segue abaixo o link pra vocês baixarem o cd.baixe-aqui




Lembrando que é crime compartilhar esse material pra fins financeiros/lucrativos, hein?! ;) Bom proveito e, DE NADA! ❤


3 de outubro de 2016

Teste: você namora ou já namorou com alguém narcisista? Ou você é narcisista?

outubro 03, 2016 18 Comentários

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Acabei de voltar de uma livraria aqui da minha cidade e me deparei com um título que me chamou atenção, mas acabei não comprando – pelo menos não ainda –, apenas memorizei para buscar resenhas na internet. Ele Se Acha o Centro do Universo foi escrito pela psicóloga americana Wendy Behary e lançado em 2011 pela Editora Best Seller aqui no Brasil. A autora, que é diretora de um Centro de Terapia Cognitiva em New Jersey, afirma que o "narcisismo é um dos maiores desafios da psicoterapia". E se você já teve algum tipo de experiência com um(a) narcisista, provavelmente concorda com o que ela diz. Relacionar-se com um indivíduo narcisista é uma tortura, uma experiência frustrante e que, se você não tiver uma boa estrutura emocional, pode mexer muito com a sua autoestima.

Segundo Wendy, narcisistas não acham que têm problemas. Para ele, quem tem problemas são os outros. Também costuma ser difícil deixar um narcisista. Em muitos casos, eles são belos, sedutores, interessantes e bem-sucedidos. Wendy diz ainda que mesmo a pessoa mais linda, segura e independente pode sofrer ao se relacionar com um narcisista – se não souber deixá-lo (ou modificá-lo, o que nem sempre é fácil) a tempo.

asas

Mas e aí, você desconfia que o seu companheiro(a) pode ser narcisista? Ou você pode ser um narcisista? Como ter certeza disso?

O livro oferece esse teste:
A PESSOA DIFÍCIL EM SUA VIDA É UM NARCISISTA?

Leia os itens listados a seguir e marque todos os que se aplicam à pessoa. Mas só marque se tal traço ocorrer com frequência.

1. Egocêntrico – age como se o mundo girasse a seu redor.

2. Autoritário – dita e quebra regras.

3. Intimidador – diminui você e a humilha.

4. Exigente – de qualquer coisa que ele ou ela deseja.

5. Desconfiado – suspeita de suas razões quando você está sendo simpática.

6. Perfeccionista – tem padrões rigidamente elevados: ou é do jeito dele ou nada.

7. Esnobe – acredita que é superior a você e aos outros; sente-se entediado com facilidade.

8. Obcecado por aprovação – anseia por elogios e reconhecimentos constantes.

9. Antipático – não tem interesse em entender a experiência interna alheia, ou é incapaz de fazê-lo.

10. Sem remorsos – não consegue se desculpar genuinamente.

11. Compulsivo – dedica-se excessivamente a detalhes e minúncias.

12. Viciado – não consegue abrir mão de antigos hábitos; usa-os para se acalmar

13. Emocionalmente distante – evita os sentimentos.

Se você marcou pelo menos 10 dos 13 traços, a pessoa se enquadra nos padrões estabelecidos para o narcisismo flagrantemente desadaptativo, a forma mais comum e difícil.

Acho narcisismo um lance sério e cada vez mais comum na nossa geração. A selfie se popularizou com rapidez e a indústria tecnológica teve que se adaptar a essa tendência ao narcisismo cada vez mais comum, colocando câmeras frontais nos celulares, criando aplicativos para a exposição da vida das pessoas, como o Snapchat e afins.


Surgem na velocidade da luz celebridades que se tornaram famosas simplesmente por exporem suas rotinas explicitamente na internet, ostentando bens materiais e vidas superficiais. É tão comum que o termo "nadismo" surgiu em referência a esses indivíduos. "Nadismo" passou a ser algo que você também pode fazer. Nossa sociedade está cada vez menos preocupada com narcisismo e individualismo, porque se tornaram comuns demais para serem debatidos.

Crianças estão criando perfis em redes sociais e se exponde cada vez mais cedo, muitas vezes com o consentimento dos pais e sem a supervisão deles.

Quero comprar o livro da Wendy. Fiquei curioso para entender mais sobre o assunto, pois acredito que todos nós somos narcisistas, de alguma forma, em determinada situações. É importante se conhecer e saber até que ponto nós e as pessoas que nos rodeiam estão sabendo lidar com isso de forma saudável.