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30 de julho de 2015

Dica de filmes para ver no Netflix

julho 30, 2015 28 Comentários
Férias acabando, depressão começando ao pensar nas milhares de doutrinas da faculdade que terei de ler, mas... ainda me sombra um tempinho para continuar no meu vício, que não é novidade para ninguém: o Netflix. 

Falando nisso, um dos posts mais acessados daqui do blog é justamente sobre o Netflix, com mais de 15 mil acessos. No post, eu expliquei detalhadamente se valia à pena assinar o serviço. Já adianto que vale sim.

Para hoje, resolvi fazer uma listinha dos três melhores filmes que assisti este mês. É claro que eu não vi só eles. Como agora estou de férias forçadas, me sobrou mais tempo para colocar as minhas séries e filmes em dias. ;) 

FILMES PARA VER NO NETFLIX 

1. Você de novo (You again) - 2010  
O filme conta história de Marni (Kristen Bell), uma jovem que foi promovida no trabalho, porém, quando estava indo contar aos familiares a novidade, descobriu que sua inimiga nº 1 se casará em breve com o seu irmão.  Sabe o porquê de ela não gostar da futura cunhada? A megera simplesmente infernizou toda a sua vida escolar, praticando bullying da pior forma possível.

Se o casamento vai sair? Só assistindo para saber.

2. G(ay) B(est) F(riend) - 2013
Na disputa para ser a mais popular do colégio, Caprice (Xosha Roquemore), Fawcett (Sasha Pieterse) e 'Shley (Andrea Bowen) estão em busca de um elemento na moda: um amigo assumidamente gay. Quando descobrem que Tanner (Michael J. Willett) é homossexual, decidem transformar este rapaz tímido em um garoto extravagante e superficial. Mas aos poucos Tanner percebe que esta não é a sua personalidade, e que os seus verdadeiros amigos foram deixados para trás.

Ah! No longa, o Tanner se apaixona pelo melhor amigo, mas ambos resolvem não encarar um relacionamento. O motivo? O fim do filme vai te mostrar tudo. :D

4. Amor à distância - 2010
Erin (Drew Barrymore) e Garrett (Justin Long) viveram um romance de seis semanas em Nova York com a premissa de que não queriam compromisso algum. Mas quando chegou a hora dela voltar para São Francisco, veio a vontade de continuar se vendo. E por mais que os amigos dele, e a irmã dela, não dessem a menor força para o relacionamento continuar, a coisa foi rolando. O difícil vai ser conseguir manter acesa a chama da paixão diante de tantas mensagens de texto, recados sensuais e telefonemas até altas madrugadas.

O filme basicamente deixa aquela mensagem final de que, quando o sentimento é verdadeiro, a gente tem de fazer de tudo para estar perto da pessoa amada.

Esses foram os filmes mais legais que vi neste mês de julho. Se vocês tiverem alguma dica, pode deixar nos comentários. 

29 de julho de 2015

Conhecendo a campanha #músicapelacidade

julho 29, 2015 22 Comentários
São poucas as modinhas/campanhas de internet que eu me junto com a galera porque, sinceramente, algumas são tão bobas... Até agora, as únicas que valeram à pena este ano foram: #lovewins e #aletradaspessoas. Uma chamava a atenção para a legalização/aceitação do casamento homossexual, já a outra fez com que as pessoas assumissem seus garranchos nas redes sociais. 

Há algumas semanas eu venho acompanhando um projeto bem divertido que surgiu lá no Instagram. Trata-se da campanha #músicapelacidade, criado por uma gaúcha de Porto Alegre. O projeto tem como objetivo principal fazer com que as pessoas façam fotos segurando um papel com algum trecho da sua música favorita. Porém, a foto deve ser feita em algum canto da sua cidade, mostrando as ruas ou algo interessante. 

Algumas fotos feitas em Porto Alegre 
Eu achei a ideia bem interessante, porque através das fotos postadas, eu pude conhecer ainda mais alguns lugares que eu já conhecia e apreciar a beleza de outros cantos que eu nunca tinha visto. 


E sim, eu também fiz a minha foto. 

22 de julho de 2015

In the sea...

julho 22, 2015 10 Comentários
Outro dia me peguei conversando comigo mesmo no espelho sobre o rumo ao qual a minha vida tomou nos últimos meses. Me questionei por diversas vezes se onde eu estava era o lugar correto ou apenas estava deixando tudo seguir naturalmente. 

Às vezes, converso comigo mesmo para (tentar) tirar do meu outro eu uma resposta e, quem sabe, um sinal de fumaça que  traga alguma notícia boa. É como se estivesse me afogando e procurando ajuda lá no fundo do mar... 

Basicamente é assim que tem seguido os meus dias: estou cada dia mais dependente, procurando por alguém que me tire do fundo do mar e me resgate à terra, porque, se eu dou um passo em falso, tudo ao meu lado desmorona e eu perco o sentindo, o rumo, enfim, o foco da vida. 


Sinceramente, em alguns momentos eu já quis que o mar simplesmente me engolisse, porque dessa forma meus problemas acabariam. E isso não é drama de um bobo apaixonado. Tudo o que está acontecendo comigo não tem nada a ver com algum relacionamento amoroso; bom seria, porque eu sei sempre me sair deles da mesma forma que entrei. 

A onda é muito maior do que você pensa. Do que eu penso. Muito maior do que nós pensamos. 

Os problemas são de vários seguimentos e vão surgindo aos poucos. Na verdade, um vai puxando o outro e eu só penso em ficar na minha cama, desistindo de enfrentar aquela enorme onda, porque acredito que tem gente bem mais preprarado do que eu para enfrentar o mar, a vida, ou seja lá como você define os turbulhões de empecilhos que surgem no seu caminho. 

Agora, nesse exato momento, eu estou aqui fazendo perguntas aos céus, questionando o porquê de eu ser o escolhido para enfrentar essa onda de turbulência... Se eu estou preparado? Absolutamente, não! 

Mas... Se Deus jogou isso no meu caminho, é porque Ele acredita que eu consigo vencer. 

Tenho medo. Muito, na verdade. Porém, espero não pensar mais em desistir e me jogar nesse mar com um único objetivo: sair intacto de mais uma onda de provações. Amém! 

14 de julho de 2015

Estou viciado no app Jump Car

julho 14, 2015 12 Comentários

É ofícial! Eu estou viciado no jogo Jump Car. Esse trem tem me tirando do tédio e também me causado muita insônia, já que fico até tarde em busca de novos recordes.

Confesso que não gosto de instalar jogos no celular, apesar de ter uma memória muito boa (olá, 32G de pura #ostentação. Hahahaha). Sei lá, acho as versões pras telinhas muito ruins, cansativas e ZzzZzzzzROINC. Porém, desde quando encontrei o Jump  Car na App Store (tem pra Android e Windows Phone também!), comecei a olhar com outros olhos pra alguns joguinhos.

Jump Car

O Jumpar car é da empresa Ketchapp, bem conhecida na internet por fabricar vários joguinhos do capeta, daqueles que nem quem criou consegue passar por algumas etapas sem prometer quebrar um dedo, caso consiga jogar outra fase.

                  

Exageros à parte, o jogo resume basicamente em: pular degraus com o carro, no intuito de ultrapassar os carrinhos que surgem pela frente. Quanto mais degraus você subir e carros ultrapassar, mais aumentará a sua pontuação.

Lendo parece ser bem fácil, mas... engano nosso! É necessário muita paciência, controle emocional (pra não quebrar o celular devido à raiva) e fé, porque o carro que você controla sempre anda na contra mão aos outros veículos que tem de ultrapassar/pular. Se você pular um carro, pode acabar atingindo o outro de cima e por aí começa toda a confusão.

Abaixo, um exemplo de como funciona o jogo.




#vouconfessarque até agora só consegui 30 pontos, e sim, me sinto muito feliz e sortudo por tudo isso, porque demorei várias noites pra chegar onde cheguei. Por isso, queria mandar um beijo pra minhã mãe, pro meu pai, pra minha cachorra, pra Quero Almoço (outra viciada no game), amigos e família. #aloukan 

Fuçando a internet, descobri que tem recorde de 111, como foi o caso desse louco lá do Twitter. Tipo: minha cara ficou lá no chão...

Então tá aí a dica do app do capeta do dia. Espero que vocês também viciem e passem bom perrengues com essa praga de jogo. De nada, amores! :) 

10 de julho de 2015

Minha primeira tatuagem

julho 10, 2015 14 Comentários

Siiiim! Finalmente eu criei coragem (e vergonha na cara!) e fiz minha primeira de tatuagem. Como eu disse lá no Instagram, com certeza deve ser a primeira de muitas, porque né, quero deixar registrado no meu corpo tudo aquilo que é importante pra mim.

Não vou dizer que essa será a primeira e única, porque todo mundo que faz a primeira já pensa nas próximas. E sim: eu já tenho várias em mente. J

Fiz minha primeira tatuagem aqui em Araguaína no último dia 07 de julho. O estúdio escolhido foi o do Maurício Tattoo Hall, que me deixou super à vontade durante as quase 4h em que eu fiquei por lá.

Sobre a dor? Esquece! Não existe.De verdade, não me incomodei com nada. Como a minha tatuagem têm várias letras, fui me acostumando aos poucos com o barulho infernal do motor e da dor, que praticamente é nula.

A parte mais chata de tudo é que não vou pegar peso na academia durante 15 dias porque minha tatuagem foi feita no braço e, segundo meu personal, não pode forçar a área, senão pode dar merda na tattoo e ela ficar totalmente deformada.

O que eu tatuei? Juro que pra vocês aqui do blog não é novidade. Quem leu um post de fevereiro percebeu que eu disse que tatuaria uma frase da música “Everybody”, da Ingrid Michaelson. Pois pronto! Cá está ela. 


O motivo de eu ter tatuado essa frase é bem simples: eu sou um completo apaixonado e da mesma forma que eu quero amar, eu também quero ser amado. Não me refiro necessariamente a ter um relacionamento sério, mas de modo geral (sociedade, amigos, família...). 

Falta amor no mundo, então, resolvi usar o meu corpinho pra levar essa mensagem a todos.