Follow Us @soratemplates

21 de abril de 2015

Amor filho da puta

abril 21, 2015 9 Comentários
Quem nunca teve um amor filho da puta? Daqueles que te tira do chão, te fazendo voar pelo céu? Às vezes esse amor te leva pra tão alto que você mal tem tempo pra pensar nas consequências ou no impacto que terá a sua vida, quando você voltar a por os pés na terra. 

O amor filho da puta é aquele que chega de mansinho; aparece quando você menos espera ou está preparado pra mais uma aventura sentimental. Esse amor te faz rir (muito mesmo!) e chorar, mas também te traz a certeza que o sentimento da outra pessoa não é verdadeiro... mas se você está ali, recuar pra quê? 

O amor filho da puta suga todas as suas forças e te deixa cego. A partir do momento em que ele surge na sua vida, você passa a enxergar apenas aquela pessoa. E os defeitos dela somem. Na verdade, a pessoa é tão perfeita que você se julga como não merecedora de tudo aquilo. 


Ah, meus amigos! O amor filho da puta também pisa bastante em você; joga na sua cara, sem medo algum, tudo o que pensa a seu respeito. Algumas coisas podem até ser verdadeiras, mas a forma como foram ditas te magoaram e te fizeram perceber que não valeu/vale à pena tanta dedição. 

Algumas pessoas dizem que tudo na vida serve como aprendizado, então, quando se deparar com um amor filho da puta, apenas viva intensamente sempre mantendo um pé atrás. Ah! Não precisa sofrer por muito tempo por isso, pois logo a dor passará e a sua vez de pisar em cima vai chegar! 

15 de abril de 2015

Por que você deve usar o Snapchat?

abril 15, 2015 15 Comentários

Definitivamente, o Snapchat se tornou o meu aplicativo favorito! Apesar de no início ser um pouquinho complicado para usar, vale muito à pena dar uma chance a esse app.

A Lia, do blog Just Lia, compartilhou alguns motivos para você viciar também no app. Pensando nisso, resolvi também fazer a minha listinha com coisas que me motivaram a compartilhar um pouco dos momentos da minha vida por lá. Vem comigo!

- xô timidez!
Quem vê meus snaps até pensa que eu sou uma pessoa sociável e nada tímido, mas fora da telinha do celular/laptop, eu continuo gaguejando ou falando besteira na frente de desconhecidos.

Ah! O Snapchat me ajudou bastante a parar de ser perfeccionista com fotos e a ter menos vergonha de gravar vídeos. Tipo assim: adoro gravar vídeos de desabafos ou cantando/dançando alguma música.

- gente como a gente

Quem não gosta de ver o seu artista favorito compartilhando momentos íntimos, como um verdadeiro Big Brother? E o melhor é que não precisa pagar nada. Eu, por exemplo, gosto muito de me sentir “próximo” à algumas blogueiras, vlogueiras e cantores. 

- nada de nudes vazando
Pode confessar aí: você já mandou uma nude pra alguém com muito medo que a foto vazasse. Eu pelo menos ficava com um pé atrás quando usava com frequência o WhatsApp, but... Com snap eu fico tranquilo, porque sei que o app vai me avisar se alguém fizer print da foto. Daí é só fazer o print do print que foi feito print e passar o celular na cara da pessoa. #aloukadoprint


- efeitos legais
Que o Snapchat tem poucos efeitos, isso não é novidade. Mas, ó, eu me viro bem com as poucas opções que têm, inclusive às vezes prefiro eles do que os milhares que encontramos no Afterlight ou até mesmo no Instagram.

- nada de competição por likes ou comentários
Se no Instagram o povo pira por popularidade, no Snapchat nada disso acontece. Infelizmente algumas pessoas ainda ficam fazendo print da quantidade de pessoas que viram os snaps pra se acharem os fodões, mas essa atitude fica para os retardados.

O fato é que no snapchat a gente não tem como saber a quantidade de seguidores ou visualizações dos nossos amigos. Com certeza se divulgarem isso, o app perderá a graça.

Resumo do resumo: o Snapchat é aquele tipo de aplicativo para gente usar quando não estiver fazendo nada ou compartilhar a qualquer momento algum acontecimento legal, engraçado, vergonhoso e por aí vai.

Eu estou muito viciado desde o ano passado e se eu fosse você, me adicionaria agora: adrielcristian. ;) 

13 de abril de 2015

Mais um copo, por favor!

abril 13, 2015 16 Comentários

Um, dois, três, quatro... dez copos. Uma, duas, três, quatro... quinze garrafas. Basicamente isso resume os meus dias.

Tenho bebido exageradamente para tentar esquecer os meus problemas e, principalmente, deixar de lado certos sentimentos. Ainda não notei uma diferença significante, mas me sinto “bem” mesmo sabendo que estou destruindo o meu corpo por dentro (ou recuperando aqueles quilos que perdi durante a corrida dos 4 km diários).

Eu pensava que a bebida era algo para gente fraca; que precisa de algo para deixa-las mais crazies, mas percebi que não é bem assim. Quem bebe sempre tem um motivo, e o mais legal e descobrir quais são durante as rodadas de biritas.

Uns bebem porque estão preocupados com alguma dívida, doença... Outros bebem porque simplesmente gostam da bebida e do efeito alucinante. Já eu, eu bebo para esquecer tudo isso e mais um pouco: quem eu sou, meus problemas, uma paixão...

Quando eu bebo, eu me sinto mais relaxado, com vontade de estampar aquele sorriso no rosto... É uma alegria (falsa) que vai fazendo a gente continuar acreditando que vale à pena viver; que basta ter um foco e lutar por ele. 

Não é fácil (não mesmo!) lidar com toda aquela confusão de sentimentos, mas, para quem já está com a vida completamente lascada, esse embaraço é só mais uma intriga interna entre os seus pensamentos.  

Beber é bom? Ô, se é... Triste mesmo é acordar no outro dia com o corpo e cabeça doendo, se sentindo a pior pessoa do mundo...

Devo agradecer imensamente quem tem coragem de sair comigo. E se ninguém quiser me acompanhar pelos botecos da vida, eu vou sozinho. Afinal, a solidão e a cachaça são ótimas companheiras para quem está na beira de um abismo. Abismo esse que pode desmoronar a qualquer momento. E se cair, foda-se! A gente levanta e tenta reconstruir tudo de novo...


8 de abril de 2015

Querido eu mesmo de 10 anos atrás

abril 08, 2015 5 Comentários

Querido eu mesmo de 10 anos atrás, 

Neste momento você deve estar esperando o seu pai para pegar uma carona até a escola, afinal, não é todo dia que ele está de bom humor para cruzar a cidade inteira só para te deixar na porta, como todos os outros pais fazem.

Eu sei, eu sei. Você está crescendo um pouco carente de amor paterno mesmo tendo seu pai presente, mas entenda uma coisa: ele te ama de verdade, apenas é muito fechado para dizer palavras lindas e fofas. Mas saiba que ele se importa muito com você.

Sobre as suas amizades, continue sendo fiel a todas, pois esse pessoal aí do primário vai te acompanhar pela a vida inteira, inclusive vai estudar junto com você na faculdade. Alguns se afastarão por motivos bobos, mas também terão aqueles que simplesmente não conseguirão viver sem ter a sua presença por perto. Digamos que você será uma espécie de amigo-psicólogo-anjo-da-guarda.

Realmente não vai ser fácil tirar notas boas em algumas matérias, principalmente matemática. Por isso,  dê bastante valor às aulas de reforço que a sua mãe te dá aos sábados, pois serão elas que te ajudarão a aprender a tão temida tabuada de multiplicação.

No amor você não terá sorte. Mas fique tranquilo! Você não terá muitos relacionamentos, mas saberá mais do que qualquer outra pessoa sobre. Algumas pessoas até zombarão da sua cara por você ser um bobô-romântico, mas continue na sua tendo a certeza de que está falando/fazendo a coisa certa.

Sim, você vai quebrar a cara várias vezes, vai se apaixonar por muita gente, mas apenas duas pessoas marcarão a sua vida, uma delas inclusive vai mudar de país, já a outra simplesmente vai te olhar apenas como amigo. Diante de tudo isso, saiba apenas que a vida te reserva muitas surpresas e sempre, sempre mesmo, as coisas boas irão estar no seu caminho.

Você passará sua adolescência inteira pensando que ser professor é o que você vai fazer pelo resto da vida, mas... Ô, ô! Vai vai acabar estudando Direito, mas querendo mesmo é ser jornalista (inclusive vai trabalhar na área em um grande veículo de comunicação).

O meu recado maior para ti, Adriel, é que você aproveite de verdade toda a sua adolescência brincando com os amigos, estudando, lendo e fazendo planos para o futuro. Algumas coisas não darão certo, mas outras serão as concretizações de grandes sonhos. Quando você crescer, você não vai se arrepender de nada, nem de ter ficado bêbado e caído numa balada. Você vai apenas pegar todos esses “erros” e fazer deles degraus para subir ainda mais na vida. 

1 de abril de 2015

Estilo musical: cada um tem o seu (ou não!)

abril 01, 2015 10 Comentários

01/04/2015 - Quarta-feira 


Sabe quando você simplesmente cansa de ouvir as mesmas músicas e precisa com urgência de novos ritmos? Ando nessa sina! É que eu tô cansando de música gringa, rock paulera... A fase sentimental que eu ando também não ajuda.

Eu também sinto saudades daquelas músicas bem escritas, que toca de verdade em que está ouvindo, que tem uma história interessante na letra...

Foi com base em todo esse drama que, em uma noite de profunda depressão, eu me joguei no Youtube com um único intuito: procurar canções de amor com letras lindas. O mais difícil é que eu queria músicas brasileiras, e a gente sabe como anda o nosso mercado musical.

Eu achei. Na verdade, eu já conhecia a música, só não lembrava do nome, inclusive esse trecho de “É amor demais”, do Edson e Hudson, não sai da minha cabeça:
“... Tô cansado de te ver sofrer por alguém que não soube te amar. Vendo tudo isso acontecer, é o momento de me declarar...”.
O fato é que eu cheguei a uma conclusão: aquele lance de “quanto mais nos definimos, mais no limitamos” não é balela, é a mais pura verdade. Se você se rotula como roqueiro, por exemplo, acaba abrindo mão de outros estilos musicais, de outras culturas (?), enfim, de se relacionar com outras pessoas.

E eu acho que a gente tem que ouvir aquilo que nos faz bem, nos deixa felizes... Se um forró te levantou o astral, porque não aceitar que o estilo é legal?! O mesmo eu digo pro funk, sertanejo, hip hop... 

Então, eu só peço a quem está ao meu lado que não me julgue por isso. Daqui a pouco eu levanto a cabeça e continuo seguindo a minha vida, mas, acho que agora, mais do que nunca, tenho que aproveitar um pouquinho tudo isso. 

Se me permitem, vou ali voltar à ouvir um sertanejo de verdade.