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27 de março de 2015

DIA DE MERDA!

março 27, 2015 17 Comentários
Eu espero, de verdade, que todo mundo já tenha tido aquele dia em que nada, absolutamente nada dá certo, pois essas coisas do destino (?) acabam no tornando mais fortes, prontos pra tudo e blá blá blá. Porém, não desejo nem ao meu inimigo essa sexta-feira que se passou Eu explico.

Tudo começou quando eu acordei hoje com a Nana me dando uma ~ótima~ notícia: nossa água havia sido cortada. Motivo: um talão de janeiro não foi pago, porque eu simplesmente esqueci da existência dele, daí pagamos os outros meses e esse ficou pelos ares. Fiquei bem puto com a minha burrice e com a certeza de que não devo confiar de forma alguma na minha agenda mental, porque né, vou acabar me lascando sempre.


Para resolver o problema, liguei pro meu pai pedindo o carro emprestado pra ir ao Centro quitar a dívida. Confesso que estava bem estressado com isso e também por ter de faltar ao trabalho, justamente num dia em que precisariam muito da minha presença. Mas tudo bem. Peguei o carro e toquei pra rua.

Ao chegar à um estrada quase próximo à empresa, me envolvi em um acidente de trânsito. Não foi nada muito grave, mas o para-choque do carro do meu pai ficou destruído. Ou seja: prejuízo enorme pro meu bolso. Inclusive, quem quiser que eu faxine a casa de vocês por algumas Dilmas... (Tô vendo que no fim de semana vou ter que fazer bico como lixeiro ou diarista pra conseguir a fortuna que cobraram num para-choque novo. #poorfeelings)

O que eu aprendi em tudo isso? Ouça sempre aquela vozinha que te diz: “fica em casa hoje, pois o dia parece que não vai ser legal.” Mas nunca sabemos quando isso vai acontecer com a gente, né? Poderia ter sido pior: eu poderia ter me ferido, quebrando alguma parte do corpo, mas graças a Deus estou bem. Um pouco assustado, mas bem.

Se você, assim como eu, é supersticioso, leve à sério tudo o que está a sua volta, pois podem ser sinais do além. Uma coisa não deu certo? Beleza, passa pra próxima. Deu merda na outra? Abra seus olhos. Se a terceira funfar, aí meu amigo, corra pras colinas, ou melhor, pra debaixo das suas cobertas.

A Kéfera explica melhor no vídeo abaixo.


By the way: eu só vi esse vídeo ontem e, coincidentemente, o meu dia de merda foi hoje. #oremosalto  

23 de março de 2015

Lentes para celular

março 23, 2015 28 Comentários
Quase não falo sobre fotografia aqui no blog (apesar de amar muito!), por isso, hoje eu vou apresentar a vocês um produto bem legal que chegou na semana passada.

Quem me tem adicionado no Snapchat (adiciona lá: adrielcristian) viu que eu postei uns vídeos e fotos falando da fisheye. Mas... O que é isso?


Fisheye (olho de peixe) é uma lente que tem o formato côncavo, fazendo com que a foto fique com uma moldura parecida com uma bolha. Ela amplia qualquer ambiente, sabe?! É ideal para tirar fotos de paisagens ou até mesmo com os amigos, sem cortar ninguém.

O lado mais legal da lente é que não precisa de efeito algum nas fotos. A própria câmera deixa a foto diferente, bonita... 



Como usar

A minhas lentes fisheye são para iPhone (tem para todo tipo de celular!) e, ó, virou vício! Para usar, basta enroscar a lente no suporte que vem no kit. Tipo: ele funciona como um pregador. Você enrosca a lente nesse suporte, depois "aprega” atrás da câmera do seu celular e pronto: já pode sair por aí fazendo fotos incríveis. 


Onde comprar

A minha Fisheye é da loja Print 4 Me, uma loja brasileira especializada em capas para celulares, lentes e coisinhas fofas. As lentes juntas custam apenas R$ 85. Ou seja: é um investimento que vale à pena!

Fica a dica! :) 

20 de março de 2015

Não tenha medo: vai lá e faça.

março 20, 2015 24 Comentários
Há alguns dias eu estava relendo um post no blog da Nina onde ela compartilhava com os seus leitores como foi todo o processo de “abandono" de emprego. Todos na empresa estavam satisfeito com o trabalho dela, inclusive apreciavam a sua companhia, mas lá no fundo uma vozinha dizia que era hora de sair daquele barco e buscar novas aventuras.

Quando li o texto pela primeira vez, eu achei a Nina completamente maluca, mas, parei pra pensar e percebi que a decisão não é tão incompreensível, porque a vida se torna mais divertida e interessante a partir do momento em que fechamos ciclos com o pé direito e abrimos a porta para novas oportunidades.


Você deve estar se perguntando: “por que você leu o post novamente?”. Respondo com o maior sorriso no rosto: segui os mesmos passos da Nina e larguei o meu emprego. Para minha família a notícia foi como se fosse o fim do mundo, mas para mim... Ah! Para mim foi como se eu, finalmente, estivesse me livrando das correntes às quais estava preso.

Já comentei aqui no blog que eu gostava do meu trabalho (inclusive expliquei como funciona um departamento demarketing de uma empresa), mas o tempo passou e eu já não via tanta graça e ter de acordar cedo e fazer repetitivamente a mesma coisa. Perdeu a graça, sabe?! Não tem nada mais chato do que ter de trabalhar com algo que você já não gosta e vai empurrando com a barriga até achar uma solução.

E eu encontrei a solução!


O destino (Deus?) foi tão bom comigo que colocou na minha frente a oportunidade de voltar a trabalhar com jornalismo. E dessa vez foi com jornalismo online e produção de tv. Tipo: as duas coisas que mais amo!

Pode parecer loucura abandonar um trabalho para se jogar de corpo, alma e coração naquilo que amo, inclusive não recomendo essa prática, mas, fazer o quê? We only have one life to life, so we have to live it the best we can.

Então é isso… Vida nova, emprego novo, tudo novo.

P.s.: Resolvi compartilhar essa novidade com vocês porque, assim como o post da Nina me encorajou a tomar uma decisão, talvez o meu relato ajude quem também está infeliz profissionalmente. Saibam que todo dia é dia de mudar, fazer uma faxina na alma e procurar razões para ser feliz. ;)  

17 de março de 2015

Palavras e expressões típicas da minha região

março 17, 2015 32 Comentários
Sem dúvida alguma, o Brasil é um país multicultural, reunindo aqui gente de diversas nacionalidades e costumes. É claro que no mundo inteiro há estrangeiros, mas, o que quero dizer é o nosso país não tem uma cultura própria. Como fomos colonizados pelos portugueses, adquirimos hábitos de todo canto do mundo e, talvez, seja por isso que até hoje adoramos a cultura dos gringos.

Aqui no Tocantins, por exemplo, nós não temos algo que nos identifique, porque os nossos costumes é uma mistura dos nordestinos, gaúchos, goianos e por aí vai. O Estado é novo (tem 26 anos) e, pelo visto, tem muita coisa para aprender....

No modo de falar, apesar de estarmos próximos ao Goiás, Mato Grosso e Minas Gerais, o nosso sotaque ficou por canta dos nordestinos. É uma mistura de Ceará, Piauí, Pará, Maranhão... É uma bagunça boa!


Como todo estado, sempre aparecem aquelas palavras típicas da região. Então, resolvi fazer uma lista de algumas expressões e palavras daqui.

Abaixo, confira algumas das milhares palavras que usamos no dia a dia, que com certeza alguém de fora não iria entender muita coisa.

Abestado – bobo, idiota.

Afolozado – Folgado, arrombado.

Aperrear - Encher o saco. (Para de me aperrear, menino chato! = Não me encha o saco, seu abestado!)

Arre égua! - Interjeição que pode significar qualquer coisa a
depender do tom de voz e da ocasião (alegria, irritação...). (Arre égua! = Bah dos gaúchos)

Arrudiar - Dar a volta. (Eu vou só arrudiar essa quadra = vou dar uma volta nessa quadra)

Avexado - Apressado.

Baixa da égua - Lugar distante ou indeterminado. (Mandei fulano pra baixa da égua = mandei fulano pra pqp!)

Botar banca - Considerar-se superior, exibir-se, vangloriar-se.

Juro que foi difícil escolher essas palavras! O nosso dicionário é um pouquinho grande... Pra quem gostou, o site Cultura Nordestina publicou uma lista imensa de palavras e expressões típicas do Nordeste.

Meufi, tu tá esperando o que “mermu”? Se avexe!

16 de março de 2015

Dear blue eyes...

março 16, 2015 24 Comentários

Me encanta olhar toda noite para esses teus olhos azuis. A tua curiosidade em saber como foi o meu dia também faz com que o sentimento cresça. Um sentimento que eu ainda não sei definir, vale ressaltar. O fato é que eu estou completamente na sua, completamente disposto a abrir os meus braços para te acolher.

Não, não foi tão fácil chegar à conclusão de que eu quero você. Foram dias e dias pensando se realmente valia à pena dar uma nova chance a esse sentimento, porque você sabe: eu e o coração nunca tivemos uma relação muito boa. Sempre aparece algo para me impedir de ser feliz...

Acho (acho não, tenho certeza!) que dar uma chance a esse sentimento (indefinido!) talvez seja a melhor coisa agora, pois você está carente e eu... Eu sempre estive afim de ti, desde quando tu estavas se relacionando com outra pessoa. Não sei se foi coisa de Deus, mas eu fiquei bem feliz quando me disseram que você estava “na pista”.

Olha, pode até ser que não fiquemos juntos (eu entendo!), mas de uma coisa eu sei: farei o possível para dar certo, mas esse lance de amigo terá de acabar.

De verdade. Não tenho mais forças, tampouco paciência para te ouvir me chamando de amigo ou até mesmo compartilhando comigo suas escapadinhas pelas festas. Toda a minha preocupação contigo ainda não demostrou que eu te quero mais do que amigo?

Eu tento (mesmo!) mostrar que estou te querendo, que sempre gostei de ti, mas... Tu estás tão cego que mal consegue me notar como outra coisa além de amigo. É esperar o tempo trazer uma resposta, porque não farei mais nenhuma loucura.

Não vou me declarar como das últimas vezes, eu vou simplesmente continuar aqui torcendo para você ser feliz com alguém, te dando atenção sempre, te apoiando nas coisas certas, puxando a orelha diante das burradas e fazendo de tudo para você encontrar o seu caminho.

Eu vou estar em alguma estrada te esperando, mas não deixando de seguir o meu próprio caminho. Talvez a gente se encontra por aí...     

 

13 de março de 2015

Julgando o livro pela capa #01

março 13, 2015 23 Comentários
Se tem uma pessoa nesse mundo que compra livros mesmo quando não precisa, com certeza eu devo estar no topo da lista. Sério! É impossível eu passar em frente à uma livraria/supermercado/quiosque sem levar para casa um exemplar. E o “engraçado” é que geralmente os títulos são escolhidos não porque eu conheço o escritor/obra, e sim porque a capa me chamou a atenção.

Pensando nisso, resolvi mostrar aqui no blog as minhas últimas compras literárias, escolhidas porque o pessoal do marketing/design acertaram na escolha. 


Não sou uma dessas: Tá, a capa não é tão bonita assim, mas se você olhar o verso do livro, você vai ver uma foto da Lena Dunham  divando. E sim: não conhecia ela, mas já fui correndo pesquisar sobre sua vida e da  série “Girls”, da HBO. 

Colin Fischer: O livro sem dúvida alguma ganhou um espaço no meu criado. Puderá, né? A capa é simplesmente linda, a história então...

Antes de dormir: Quando olhei pra sinopse do livro, pensei que seria mais uma dessas histórias água-com-açúcar, porém, comecei a folheá-lo e pronto: me apaixonei pelo livro e pela seu formato (escrito em forma de diário). 

Quem é você, Alasca?: Que eu sou fã do John Green, do vlog dele e dos livros isso não é novidade, certo? Pois é! De todos os títulos lançados por ele até agora, só falta eu ler “Quem é você, Alasca”. 


Vocês conhecem algum desses livros? Já leram? É realmente bom? Tell me more about...

10 de março de 2015

Primeiros encontros fracassados

março 10, 2015 24 Comentários

Se tem uma coisa que eu não sei lidar bem, é com pessoas desconhecidas. De verdade. Me sinto desconfortável em conversar com estranhos e, talvez, seja por isso que não consigo fazer amizades com  facilidade.

Outra coisa que também sou péssimo é nas tentativas de me sair bem nos primeiros encontros, independente de ser alguém que estou afim ou novas amizades. Eu sempre enrolo as palavras, me perco nos pensamentos, falo (ainda mais) bobagem, enfim, me lasco.

Eu queria tanto me sentir confortável na presença da pessoa que eu acabei de conhecer, sabe? Mas só me solto depois do segundo ou terceiro encontro, isso quando realmente a pessoa marca algo novamente. Hahahaha.

Sei que esse #meujeitinhodeve ter afastado muita gente bacana da minha vida, mas, fazer o quê? Eu simplesmente não consigo! 


Outro dia, por exemplo, uma pessoa me convidou pra sair e eu fiquei todo animado, mas a alegria acabou quando eu fiquei cara a cara e não sabia o que fazer. Comecei a tremer, a soar, a enrolar as palavras e do nada sorrir, porque eu sou assim: nos momentos de tretas eu começo a rir como um verdadeiro filho da puta/retardado/doente mental.

Graças a Deus a pessoa entendeu que eu estava com muita vergonha (do quê? I don’t know) e muito tímido.

Falando em timidez... Ô trem do capeta, viu?! Não entendo como tem pessoas que veem charme nisso. Eu considero é doença, porque né...

A resposta para tudo isso que venho enfrentando, o qual apelidei de “travamento social”, é consequência da minha infância na escola, quando todos zombavam de mim por ser o mais gordinho da sala, o mais nerd e até mesmo o mais anti-social. Cresci com esses traumas e sei que preciso de um tratamento com psiquiatra, porque psicólogo já não resolve. #brinks

Mas, ó, quem me conhece sabe o quanto eu sou #vidaloka e faço todos felizes. Só peço que após o nosso primeiro encontro vocês me deem uma segunda, terceira, quarta, quinta ou mil chances pra eu mostrar o quanto sou legal. OK? 

P.S..: Pelo amor de Deus, digam que vocês já passaram por isso e eu não preciso tanto de um psiquiatra. PLZ! 

8 de março de 2015

Entrevista: conheça o escritor francês Sacha Sperling

março 08, 2015 20 Comentários


No ano de 2009, Sacha Sperling publicou em Paris o livro “Mes illusions donnent sur la cour: roman”, (“Ilusões Pesadas”, editora Companhia das letras) que só chegou aqui no Brasil em 2011. Sim, a obra é sucesso em vários cantos do mundo!

Aos 14 anos, o narrador de "Ilusões pesadas" vaga sem objetivo pelas ruas de Paris, quase não aparece na escola, faz viagens exóticas e tediosas pagas pelos pais e troca a noite pelo dia em festas requintadas ou em qualquer outra distração. Isso inclui o consumo de álcool, tabaco, maconha, cocaína e calmantes. Sexo e paixão, vividos pelo adolescente ao lado tanto de garotas como de garotos (às vezes, ambos), também entram no pacote. 

Mais surpreendente do que a história em si, é o fato  de Sperling ser  filho de cineastas parisienses e toda a história ser baseada em acontecimentos da adolescência do escritor. Como qualquer pessoa curiosa, terminei de ler o livro e me vieram diversos questionamentos. Para minha felicidade, fui atrás de Sperling, que gentilmente topou responder a algumas perguntas via e-mail. Confira abaixo!


Adriel: Você lançou o livro “Ilusões Pesadas” muito cedo, compartilhando muita coisa da sua vida pessoal. Qual a porcentagem do real x imaginário da história?

Sacha: Se fosse para eu responder de verdade a sua pergunta, eu acho que o meu livro perderia o mistério. Você não acha? No entanto, vou dizer-lhe isso: escrevendo o primeiro livro e sendo tão jovem, se os fatos são 100% genuíno ou não, os sentimentos e emoções colocados no papel são muito reais. Não há filtros de verdade quando você escreve em uma idade tão jovem.

A: Tornar público alguns fatos da sua vida complicou a convivência com os seus pais?

S: É claro que mudou o relacionamento com os meus pais. Mas você sabe que eles são diretores de cinema... Eles também contam histórias, a sua própria história. Eles me entenderam. Eu acho que naquele momento, mais do que qualquer momento da minha vida, e fiquei verdadeiramente grato por isso.
Sacha quando era pequeno com a sua mãe, Diane Kurys
A: A história de "Ilusões Perdidas” é muito interessante e realmente mexe com a imaginação do leitor. Já surgiu alguma proposta para você gravar um filme do livro?

S: Sim, quando lancei o livro uma pessoa se ofereceu para fazer um filme. Eu estava com medo. Na época, imaginando atores e toda a minha história sendo jogada nos cinemas, foi um pouco demais para suportar. Eu era muito jovem. Confesso que me arrependo um pouco, porque a pessoa que me pediu hoje é um diretor de cinema de muito sucesso! Ainda assim, é uma decisão que requer muita coragem para fazer um filme a partir de um livro.

A: Agora... Dá aquela dica básica pra quem deseja lançar o primeiro livro!

S: Irei parecer muito chato e clichê, mas eu tenho de dizer que: acredite em si mesmo, tenha fé... Escreva todos os dias, o máximo que você puder. Como qualquer coisa, escrever é prática. Acredite no que você está escrevendo sempre.

5 de março de 2015

Estou viciado no novo álbum do Nick Jonas

março 05, 2015 21 Comentários
De acordo com a minha conta no Last.FM, o artista que eu mais escutei na última semana foi o Nick Jonas. Tenho certeza que, se fosse outro artista, eu desativaria minha conta, porque: sim, eu ouvi 108 vezes as músicas do cantor no computador e outras milhares no iTunes do celular, que infelizmente não está sincronizado com o site.

Eu não sou um desses que se apaixona logo de cara por um novo álbum dos artistas. Com o álbum do Nick não foi diferente. Só agora, após 4 meses de lançado, eu baixei o CD e não passo um dia sem ouvir ele do início ao fim e do fim ao início, porque gente louca tem dessas coisas. :P

Nunca fui fã de Jonas Brothers, mas confesso que acompanho a carreira deles desde Camp Rock. Em carreira solo, gostei de várias músicas do Joe Jonas e agora estou completamente viciado no trabalho do Jonas (inclusive peço que alguém me dê um remédio, porque tá demais!).

O segundo álbum de Nick Jonas (autointitulado, pra variar), foi lançado no dia 11 de novembro de 2014 e de lá pra cá vem recebendo muitas críticas boas, tudo isso porque ele tá fazendo um som totalmente diferente do tradicional pop rock do finado grupo Jonas Brothers. Agora nick é cantor de R&B com uma pegada de papo, minha gente!  A Rolling Stone, por exemplo, adorou essa mudança no estilo musical.

Abaixo eu vou listar as minhas músicas favoritas e explicar rapidamente o porquê das escolhas: 

- Teacher: não gosto apenas da música, que é incrível, mas também do vídeo Lyrics que divulgaram. Tenho certeza que esse foi o mais criativo e “interessante” que eu já. Repara só no corpo do pessoal: 



- Warning: é o tipo de música que começa calminha, mas faz você gritar como um louco no refrão, até porque é como se fosse um desabafo. Ah, os falsetes do Nick estão incríveis. <3

- Numb: junta aí voz do Nick + hip hop = perfeição. Vários sites gringos elogiaram esse nova vibe do cantor, principalmente essa faixa, que tem participação especial de Angel Haze.

- Avalache: a música é linda, tem a Demi linda Lovato no meio e eu adoro deixar ela no repeat do iTunes.

- Nothing Would Be Better: a última, na verdade, é a minha favorita. Ela é bem calminha e define muito, muito mesmo minha atual fase sentimental.

Então é isso! Acho que vocês deveriam sim acompanhar o Nick ou pelo menos ouvir as músicas desse cd. Vale à pena! 

Depois não digam que não avisei...

2 de março de 2015

Não é o curso dos meus sonhos, mas...

março 02, 2015 26 Comentários
Quando eu saí do colegial eu tinha apenas uma certeza: seria jornalista, porém, desde lá o destino foi meio fanfarrão comigo e, para a surpresa de muita gente, caí de paraquedas em um outro curso que, sinceramente, nunca imaginei estudar.

Recapitulando um pouquinho... Terminei os estudos em 2011 com 16 anos e resolvi me dar férias de um ano, já que aqui na cidade não tinha o curso dos meus sonhos e eu precisava descansar um pouco, pois sempre fui aquele tipo de aluno que era 100% focado nos estudos, deixando festas e diversão de lado.  Só no fim de 2012 resolvi fazer um vestibular (sem precisar de cursinho, vale ressaltar!) para o curso de...


Não, não teve como eu me mudar para a Capital para cursar Jornalismo, porque na época eu era menor de idade e meus pais não queriam me apoiar nessa loucura (?). Acabei cedendo e sendo aprovado no vestibular pra Direito. Confesso que nem vibrei quando vi meu nome lá no topo da lista.

Atualmente curso o 5º período de Direito e acho que a escolha não poderia ter sido melhor. Com o passar do tempo eu me apaixonei, literalmente, por tudo. E, vamos combinar, ambos os cursos têm muita coisa a ver, a diferença é que no Direito a gente ganha mais (muito mais) dinheiro.

Não estudo o curso dos meus sonhos, porém, com muita determinação aprendi a gostar dele e sei que irei fazer a diferença na vida de muita gente. De forma diferente, porém, o que vale é ajudar.

A minha dica para quem está passando por essa indecisão é: não vale à pena desistir do 
curso quando você já chegou na metade. Eu indicaria a desistência se você realmente odiou todas as matérias desde o 1º período ou se sente mal em todas as aulas. No meu caso, tem matérias que eu não sou fã (alô, Direito Penal!), mas é só encarar como um obstáculo e tentar vencê-lo.

Dizem que a primeira faculdade da gente não é por amor, e sim necessidade, então... Quem sabe daqui há alguns anos eu não curso jornalismo só por amor. 


P.S.: Meus pais não queriam que eu estudasse Jornalismo, mas adivinhem com o que eu trabalho atualmente... :P