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30 de janeiro de 2015

Links de janeiro

janeiro 30, 2015 18 Comentários
Janeiro está chegando ao fim e já nos mostrou que 2015 não será fácil, but... O post de hoje não será um balanço do mês, e sim indicações de alguns posts que li e que, COM CERTEZA, valem o seu click. :)



Aproveite o fim de semana e visite todos esses blogs!

- Tá pensando em sair do trampo ou dar um “up” na carreira? A Fernanda, do blog Confabulando, deu algumas dicas. Com certeza vai ajudar muita gente que tá quase pra dar umas porradas no chefe.

- Que tal ver nesse fim de semana um filme bem legal que envolve família, internet, comunicação e tals? A Danielle, do blog Meu Próximo Erro, indicou o filme “Men, women and Children”. Eu assisti e super indico!

- Outro filme que me chamou bastante a atenção foi o “A teoria de tudo”. A Wanessa, do blog Dia de Brilho, fez uma resenha sobre. Ah! Esse filme concorre ao Oscar.

- No dia 25 desse mês foi encerrada a exposição "Castelo Rá-Tim-Bum”, que estava aberta ao público desde julho de 2014. Se você, assim como  eu, ficou só na vontade ir, não deixe de ler esse post da Lívia, do blog Be Livs. Ela foi apenas DUAS VEZES e compartilhou “cá zenti” o que achou.

Bom fim de semana a todos! :)

26 de janeiro de 2015

Das coisas que eu sempre quis dizer, mas nunca disse

janeiro 26, 2015 22 Comentários
Tudo começou em abril do ano passado, para ser mais exato, no dia 06 de abril de 2014. Conheci uma pessoa, me tornei amigo e um mês depois, lá estava eu trocando mensagens todos os dias, dormindo com o melhor “se cuida!” do mundo e me apaixonando, obviamente.

Algum tempo depois, marcamos de ir à uma balada e havia a promessa de um beijo. O beijo rolou e paixão aumentou! Comecei a criar expectativas, a depositar toda a minha confiança naquilo, mas percebi que era só amizade da outra parte.


Meses se passaram e “amizade” continuou (e os meus sentimentos também!). Como o destino gosta de tirar de perto de mim quem eu amo, a pessoa decidiu ir embora para São Paulo para morar com os pais e eu, eu fiquei completamente desolado, com um espaço vazio e sem saber o que fazer.

O tempo passou e eu sofri calado, felizmente deu pra tirar a pessoa do pensamento. Eu já estava bem melhor, estava conseguindo tocar a vida numa boa, mas do nada toda aquela avalanche de sentimentos voltou, tudo isso porque a pessoa estava de volta na cidade.

A pessoa voltou para passar as férias aqui e marcou um encontro. Não fui! Não fui porque não queria ser enrolado. Não dessa vez. Porém, notícias chegaram de que a pessoinha queria apenas se despedir, porque estava com as malas prontas para se mudar para os Estados Unidos.

Triste, acabado, desnorteado e não sei mais qual adjetivo usar para definir o que estou sentindo. É difícil você ter que dar um adeus inesperado...

Mesmo sendo golpeado pelo destino e tendo milhões de expectativas frustradas, pessoa, saiba que eu sempre torço pela tua felicidade. Talvez não era para ficarmos juntos; talvez tu não queria me magoar ficando comigo sem ter o mesmo sentimento; talvez...

De todas as pessoas, eu te escolhi! Uma pena que não aconteceu o mesmo. Saiba que eu estarei aqui fazendo de tudo pra que tudo dê certo na tua vida. E sim, eu vou continuar tocando a minha vida e procurando outras razões para ser feliz.

Não pude te ver e nem me despedir, mas sei que isso foi melhor pra mim. I think!

Sim, de todas as outras pessoas que já passaram, o sentimento por ti foi o mais real e verdadeiro.
Eu te amo, porra!

Ouvindo "Someone Like You", do  The Summer Set 


Esse post faz parte da blogagem coletiva do Rotaroots, um grupo que preserva o velho e bom modo de blogar. Se interessou? Clique aqui para ir ao grupo.

22 de janeiro de 2015

Meus covers favoritos

janeiro 22, 2015 18 Comentários
Quem me acompanha nas redes sociais (principalmente pelo Twitter) sabe muito bem que sou musicomaníaco, daquele que não consegue trabalhar sem ter por perto uma boa playlist e os benditos fones de ouvido.

Para muita gente, escrever com música por perto desconcentra e blá blá blá. Comigo funciona assim: se tiver tocando uma boa música, a inspiração vem com mais facilidade. Digamos que esse é o meu “segredo” para produzir mais no trabalho.


But... O que fazer quando você gosta muito de uma música, mas já cansou de ouvi-la na voz do cantor original? Meus amigos, procurar os covers é a solução! Apenas amo muito ficar no Utube vendo os covers. <3 

Fiz uma listinha dos melhores covers das minhas músicas favoritas. Dá o play aê! 


Sia – Chandelier

Conheço pouco do trabalho da Sia e sei que estou pecando! De todas as músicas que ouvi dela, “Chandelier” é a minha favorita por ter uma letra forte e marcante. 

Blink 182 - I Miss You 

“I miss you” do Blink 182 está na listinha das minhas 10 músicas favoritas (longa história...) e esse cover do 5 Seconds Of Summer é o meu favorito. 

Iggy Azalea - Fancy 

Odeio a Iggy, amos as músicas dela e o meu cover preferido é esse do Shaun. #bipolar 

Jason French - You Just Want My Money 
Esse último nem é um cover, é a música original mesmo do Jason French. Descobri o cantor pelo Spotify e já viciei na música. Ele me disse lá no Twitter que em breve vai sair um álbum... <3 

Enfim, esses são alguns dos milhares de covers que ouço diariamente! 

19 de janeiro de 2015

O que eu aprendi sendo blogueiro

janeiro 19, 2015 15 Comentários
Todo dia surgem milhares de pessoas se autointitulado como blogueiras. Basta criar um Instagram, postar um "look do dia", e pronto: lá na biografia a gente já ver um “blogger”. Não é que elas não podem ser blogueiras, é que esse termo não surgiu da noite para o dia; muitas pessoas (das antigas mesmo!) tiveram que dar a cara a tapa na internet para conquistar um espaço e fazer com que os blogueiros sejam respeitados hoje.


Visitando alguns blogs de pessoas que estão na blogosfera há muito um tempo, percebi que essa é uma “reclamação” recorrente... Mas o post de hoje não é um desabafo, e sim uma listinha de coisas que eu aprendi nesses 9 anos como blogueiros. Vamos lá!


Essas foram algumas das coisas que aprendi com blogs. Você tem algum fato marcante?

14 de janeiro de 2015

E se eu fosse uma celebridade?

janeiro 14, 2015 10 Comentários

Dizem que pelo menos uma vez a gente vai querer ter a vida de certa celebridade, certo? Errado! Até hoje eu nunca parei para pensar sobre isso. Como eu acompanho a vida de milhares de celebridades, nunca passou pela minha cabeça querer ter a vida de fulano ou ciclano.

Ser uma pessoa famosa não é fácil! Para provar, o joguinho da Kim Kardashian mostra bem a realidade de uma celebridade: muita correria, às vezes você tem que “passar por cima” dos outros para conseguir algum destaque e por aí vai. Não é bem diferente da realidade dos anônimos, que também tem que usar os outros para conseguir alguns benefícios. A diferença é que eles não estão na mídia e nem são reconhecidos pelo país/mundo inteiro.

Se eu fosse uma celebridade, sem dúvida alguma eu seria aquela bem reservada, que divulgaria pouco da vida pessoal; aquela pessoa que quase não usaria as redes sociais para falar de si mesmo, mas para divulgar trabalhos. Com certeza eu seria uma versão brasileira da Angelina Jolie. (Já viram o perfil dela no Instagram? Quase nada sobre a vida pessoal)

Mas o bom das celebridades é justamente a exposição, né? Acompanhar o dia a dia de cada um, ver que eles são #gentecomoagente... Logo, chego a conclusão de que o mundo da fama não foi feito pra mim! Não a fama em que o mundo inteiro acompanha a sua vida. Diria que eu sou aquela pessoa que prefere ser “popular” no espaço em que vive. Aí a história muda um pouco, mas aquele lance de manter-se reservado continua.

Como sou obrigado a escolher uma celebridade, fico com a Taylor Swift. Motivo: todos os trabalhos da Taylor são baseados nas frustrações dos relacionamentos dela. Ou seja: eu tenho uma bagagem boa pra escrever livros/músicas sobre meu “relacionamentos” também. Ela é o mais “real” de mim.

E vocês, qual celebridade seriam?


Esse post faz parte da blogagem coletiva do Rotaroots, um grupo que preserva o velho e bom modo de blogar. Se interessou? Clique aqui para ir ao grupo.

12 de janeiro de 2015

Crocs: usar ou não?

janeiro 12, 2015 8 Comentários

Criticado por uns, amado por outros e desconhecido por muitos: esse é crocs, modelo de sapato que surgiu no fim do século XX através de alguns americanos.

Inicialmente eles eram destinados aos pescadores devido ao seu solado antiderrapante, que não marcava o deck dos barcos. Contudo, não demorou muito tempo para que os crocs fizessem sucesso em todo o mundo (aqui no Brasil a moda desses sapatos só chegou por volta do ano de 2010). Para se ter ideia, até o ex-presidente George Bush usa e já declarou que é fã dos sapatos.

A verdade é que os crocs são muito confortáveis para se usar em casa, no trabalho, durante uma caminhada no parque e por aí vai. São ideais, principalmente, para aqueles que optam sempre pelo conforto e praticidade. 


Benefícios 

Diversos são os benefícios para quem usa o crocs. Como o sapato é feito de borracha, ao usá-lo você sentirá aquela sensação de leveza, além de a moldagem privilegiar todo o pé, inclusive o calcanhar com as alças intercambiáveis.

Onde comprar

Sem dúvida alguma, o Crocs é aquele tipo de  sapato que nunca sai de moda, apesar de muitos fashionistas criticarem. Eles são bem fáceis de encontrar em qualquer loja de roupas/calçados e até mesmo nos supermercados. 

Dica: Na internet, a loja Clóvis Calçados é uma das melhores por oferecer preços incríveis. Há mais de 40 anos no mercado, a loja Clóvis Calçados atende a todos os públicos, com um estoque de peças rico em variedade, bom gosto, qualidade e preço baixo. Vale super à pena! Veja aqui toda a linha de crocs/clog

Sobre usar ou não os crocs, vai de cada pessoa. Se procura um sapato confortável e deseja sair da mesmice, ele é ideal para você!

8 de janeiro de 2015

Dica de livos em comemoração ao dia do leitor

janeiro 08, 2015 8 Comentários

Ontem, 07, foi comemorado o dia do leitor! Em uma rápida pesquisa, descobri que só foi possível essa comemoração graças ao poeta e jornalista Demócrito Rocha. Nessa mesma data ano de 1928, o mesmo estava lançando o jornal cearense “O Povo”. Para homenageá-lo, foi definido o dia 07 de janeiro como o dia do leitor. Nada mais justo, né?! 

Celebrando a data um pouquinho atrasado (na verdade, foi uma amiga que me lembrou lá no Twitter), resolvi pegar os melhores livros que li e postei a foto no Instagram para indicar aqui no blog.

Vamos conferir quais foram os meus escolhidos? 


Qual seu número?
O livro é muito engraçado, mais do que o filme, e conta a história de Delilah Darling, uma mulher de 29 anos que terminou um namoro recentemente. Completamente perdida e desorientada, ela também é demitida do emprego.


Lendo uma matéria de uma revista, Darling soube que a média de homens que uma mulher deve levar para a cama são 10,5 e ela já levou 19. Por isso ela toma uma decisão: o número 20 será seu futuro marido.

Resumindo: ela faz uma lista dos namoros passados e vai atrás de todos os exs. O resultado dessa volta ao passado é ótimo e nos rende boas risadas. 
 


A probabilidade estatística do amor à primeira vista

Já vou adiantando: o livro é para aquele tipo de pessoa lunática, porque as chances de acontecer certos fatos narrados são quase nulas. Ah! Toda a história se passa em apenas em um dia.


O livro gira em torno de Hadley e Oliver, que se conhecem em uma viagem dos Estados Unidos à Londres. Ela vai ao segundo casamento do pai, já ele ao velório do pai.

Durante essa viagem, os mesmos tiveram a oportunidade de se conhecerem e se apaixonarem. Ao chegarem em Londres, eles se desencontram no aeroporto e daí o resto do livro foca no sofrimento de Hadley em busca de Oliver. 



Extraordinário
"Extraordinário” foi o livro mais fofo e com a capa mais linda que li no ano passado. Escrito por uma designer (daí vem o fofo), o livro retrata a história de August, que nasceu com uma síndrome genética, cuja sequela é uma severa deformidade facial.

Por ser “diferente” das crianças de sua idade, Auggie vivia isolado em casa, tinha apenas um amigo e não ia escola (a própria mãe lhe dava aulas). Porém, vendo que a criança estava crescendo, os pai de Auggie decidem colocá-lo em uma escola "comum" para o mesmo manter contato com crianças da sua idade. 

Após chegar na escola, Auggie chama a atenção de todos, começa a sofrer bullying, mas também cativa algumas pessoas.


Feliz por nada


Martha Medeiros é uma escritora incrível, vamos combinar! Para quem não sabe, foi ela quem escreveu o livro “Divã”, que deu origem à serie de mesmo nome exibida na Rede Globo. 

Se os romances/livros da Martha são bons, imagina as crônicas?! No livro “Feliz por nada” a autora faz uma seleção dos seus melhores textos que falam sobre a simplicidade da felicidade. #rimou

Leitura obrigatória para todos que admiram as coisas mais simples da vida.





Enfim, esses foram os meus quatro livros preferidos. Quais são o de vocês? Me indiquem nos comentários. :)